SINOPSE Uma Thurman[My Super Ex-Girlfriend (2006), Kill Bill: Vol. 2 (2004) e Batman & Robin (1997)], interpreta a Dr. Emma Lloyd, ou seja, uma mulher diplomada que dá conselhos sobre relacionamentos e amor em um programa de rádio em Nova York. Ao atender uma ouvinte de nome Sofia vivida por Justina Machado, ["Six Feet Under" como Vanessa Diaz], a mesma expressa para a Dr. Emma, suas dúvidas quanto ao seu casamento que se realizará em alguns dias. Thurman lhe pergunta a quanto tempo estão juntos e Sofia lhe diz que se conhecem a 5 meses, então a Dr. Emma a aconselha ir com calma e que o casamento seria muito precipitado.
Patrick Sullivan é interpretado por um dos homens mais belos e charmosos do planeta, o ator Jeffrey Dean Morgan["Grey's Anatomy" como Denny Duquette e P.S. I Love You (2007)], Patrick ouve toda a conversa pelo rádio junto com seus companheiros de combate ao fogo, pois o mesmo é bombeiro e mora no Queens, no andar superior de um restaurante indiano. Sofia cancela o casamento e Patrick fica inconformado por Sofia dar atenção ao conselho de uma desconhecida.
No mesmo andar superior do restaurante indiano que Patrick vive, moram também a família de indianos que são os donos do restaurante, e são como uma família para Patrick. Uma bela noite, Patrick vai até o quarto do jovem Ajay, interpretado por Jeffrey Tedmori[Bad News Bears (2005)], um adolescente com perfil de racker. Ajay mostra a Patrick o registro público de pessoa física de Emma, no entanto o garoto, em solidariedade a Patrick, já havia alterado o estado civil de Emma para casada e sugere ao bombeiro que deixem assim como vingança pelo ocorrido.
Patrick aceita e começa toda a confusão, quando Emma fica noiva e vai dar o próximo passo em sua relação, descobre que, oficialmente, ela já é casada! E pior: com o próprio Patrick! Extras: Uma Thurman, 36 anos, sofreu um acidente no set do longa-metragem "Marido por Acaso", em Connecticut, EUA. Segundo o tablóide inglês The Sun, a atriz americana quebrou o pulso após dar um salto em cena. No início, a atriz achava que tinha apenas torcido o pulso, no entanto, descobriu a fratura no dia seguinte e precisou de uma cirurgia. "Ela passa bem após a operação", disse uma amiga de UmaThurman ao The Sun.
CRÍTICA O filme é uma delícia de assistir, é leve, não tem aquele dramalhão que causa choradeira e tem um humor bem sutil. As atuações são bem standard, ninguém se destaca e o filme é apaixonante. O ator que interpreta Patrick, o bombeiro apaixonado, nos leva a loucura com seu olhar de amor para Uma. É com certeza uma boa pedida para todas as mulheres. Não deixem de assistir.
April, interpretada por Kate Winslet[The Reader (2008), The Holiday (2006) e Titanic (1997)] e Frank Wheeler, interpretado por Leonardo DiCaprio[Body of Lies (2008), Blood Diamond (2006) e The Aviator (2004)], são um casal jovem que vive no subúrbio de Connecticut, em uma rua charmosa chamada "Revolutionary Road", lá eles compartilham o sonho da casa própria, estabilidade financeira e emocional e o amor de seus dois filhos.
No entanto, a máscara da auto-segurança esconde a enorme frustração que sentem por não serem completos em seu relacionamento e em suas respectivas carreiras.
Determinados a conhecerem a si mesmos, eles decidem mudar para Paris e tudo o que eles tem que fazer é arrumar as malas, vender a casa e dar o aviso prévio no trabalho, o problema é que nesse processo o casal começa a descobrir que as prioridades mudaram e que abrir mão de umas coisas para ter outras faz parte da vida.
CRÍTICA
Muito mais do que um drama romântico, "Revolutionary Road" mostra com elegância o drama de uma mulher que busca desesperadamente uma saída para sua vida frustada.
O que seria apenas uma frustação seguida de uma depressão passageira para os anos 50, hoje podemos claramente identificar no comportamento de April não uma depressão passageira, mais sim um depressão profunda e possivelmente uma mulher que sofre de "Síndrome Bi-Polar".
Pode ser meio exagerado da minha parte, mas é exatamente essa impressão que tive da personagem vivida por Winslet, uma mulher que foi levada aos poucos a viver dentro uma condição emocional extrema, seja ela boa ou ruim, mas nunca equilibrada, tornando assim sua vida insuportável, tanto para ela quanto para aqueles com ela convive.
Exatamente por ter tido essa impressão que posso dizer que Kate Winslet foi brilhante no palpel de April, ainda que ela e Leo Di Caprio nos remetem a momentos "Titânicos", ambos sairam-se muito bem no longa.
GOLDEN GLOBE 2009
O filme "Revolutionary Road” foi indiacado a três categorias do Golden Globe, sendo elas:
A atriz Kate Winslet levou o premio Golden Globe de Melhor Atriz para Longa Metragem do Gênero Drama (Best Performance by an Actress in a Motion Picture – Drama).
A indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Michael Shannon me surpreendeu, visto que sua participação no longa é menos que secundária, é terciária… Acredito que sua indicação foi precipitada, havendo com certeza mais opções relevantes para tal categoria.
Direção: Seth Gordon Com: Vince Vaughn, Reese Witherspoon, Robert Duvall, Sissy Spacek, Jon Voight, Jon Favreau, Mary Steenburgen, Dwight Yoakam, Tim McGraw, Kristin Chenoweth, Katy Mixon, Colleen Camp, Jeanette Miller, Jack Donner, Steve Wiebe. Local de Filmagem: Los Angeles, California, USA; San Francisco, California, USA; Santa Clarita, California, USA e Twin Peaks, San Francisco, California, USA. Produção: Gary Barber, Jonathan Glickman, Roger Birnbaum, Vince Vaughn, Reese Witherspoon Roteiro: Matt Allen, Caleb Wilson, Jon Lucas, Scott Moore Fotografia: Jeffrey L. Kimball Trilha Sonora: Alex Wurman Distribuidora: PlayArte Estúdio: Birnbaum/Barber/ New Line Cinema/ Ott Medien/ Spyglass Entertainment/ Type A Films/ Wild West Picture Show Productions
SINOPSE
Os pais de Brad, interpretado por Vince Vaughn[Fred Claus (2007), Wedding Crashers (2005) e Be Cool (2005)], são divorciados e os pais de Kate, interpretada por Reese Witherspoon[Penelope (2006), Vanity Fair (2004) e Sweet Home Alabama (2002)] sua namorada também o são. No entanto, ambos se casaram novamente, sendo assim Kate tem duas famílias e Brad também. A confusão está formada quando este jovem casal tem de conseguir visitar estas quatro famílias diferentes durante o Natal.
Muitas vezes vamos ao cinema esperando assistir um mega filme e muitas vezes quebramos a cara. Nos últimos seis meses tem sido assim, uma decepção atrás da outra, poucos filmes de fato valeram a pena assistir. No entanto fique surpreendida ao assistir esse longa com a dupla Witherspoon ou Vaughn, que faz agente se identificar com alguns dos inúmeros aspectos da vida do casal sob uma perspectiva tragicômica e sem dúvida divertidíssima.
Apesar de ser uma comédia romântica, o longa foge do gênero baba ovo e mostra o relacionamento de uma casal de namorados que quando tudo ia muito bem, ficou tudo péssimo e entre tapas e bofetes, famílias descompensadas, sem falar desestruturadas, ambos descobrem o quanto vale a pena amar sem restrições e que o complicado no final das contas faz mais sentido.
Vale a pena sim assistir, no entanto pode esperar para ser visto em DVD ao invés de enfrentar as filas dos cinemas, mesmo assim o longa é imperdível, pois no final das contas é divertidíssimo.
CURIOSIDADES
Witherspoon e Vince Vaughn viajaram pelos Estados Unidos para promover a comédia, mas pela vontade da atriz essa viagem seria feita sem Vaughn, já que existiram boatos que na vida real os dois não se suportam e não queriam promover o longa juntos.
A falta de entrosamentos do casal acontece desde as filmagens, tanto que Witherspoon chegou a dizer que realmente não estava no mesmo clima que o ator. “Eu disse pra ele outro dia: “as pessoas nem sempre conseguem falar na velocidade que você quer, mas eu sinto que estou em um treinamento, o treinamento de Vince Vaughn”.
A atriz teria dito para uma amiga que Vaughn é a pessoa mais criança que ela já conheceu. E ela ainda disse que nos eventos para promover o filme, a atriz se comporta de maneira profissional. “Ela finge um sorriso e posa para as fotos, mas não está nada feliz com isso”, revelou a amiga.
“O Dia em que a Terra Parou” nos conta a história de um alienígena que chega a Terra para destruí-la. Repleto de efeitos especiais, o longa metragem é estrelado por Keanu Reeves[The Lake House (2006), Constantine (2005) e Something's Gotta Give (2003)], que interpreta Klaatu, um alienígena cuja chegada desencadeia uma reviravolta de proporções globais.
Enquanto os governos e os cientistas se apressam para solucionar o mistério por trás da aparição desse visitante, uma cientista, Helen Benson, vivida por Jennifer Connelly[He's Just Not That Into You (2009), Inkheart (2008) e Dark City (1998)] e seu enteado se envolvem na missão dele e passam a entender o porquê de Klaatu se autodenominar “amigo do planeta Terra”.
CRÍTICA
Dia 28 de Setembro de 1951 nos Estados Unidos, estreava The Day the Earth Stood Still em preto e branco e desde então o filme se tornou um clássico. 57 anos depois, o remake chega aos cinemas de todo o mundo, colorido e com Keanu Reeves.
Qualquer que tenha sido o impacto causado pelo longa metragem lançado em 1951, não se compara ao impacto causado pelo remake lançado em 2008. Após ter lido inúmeras críticas sobre o longa, confirmei minhas suspeitas: o filme, de uma maneira geral, foi considerado uma verdadeira bomba pela crítica mundial – desde amadores até profissionais.
Os dois aspectos do longa metragem que viabilizaram seu fracasso foram: o gênero e o tema.
O problema é que filmes de Sci-Fi são tão abundantes que esse não surpreendeu nem um pouquinho, nem a história que tem inúmeras falhas no roteiro e que não atingiram alguns fatores chave na construção do enredo e conseqüentemente falharam na criação do elo entre o público e a história.
Por outro lado é mais um filme de Sci-Fi com apelo aos problemas ambientais que o planeta vem enfrentando pela destruição da natureza. No entanto, além de termos aí um alerta ambiental, ainda temos um drama familiar, uma sociedade violenta, um planeta desconfiado e um alienígena pronto para dar um fim nisso tudo. Nesse sentido vale a pena sim assistir simplesmente pela diversão e sem mencionar o fato da curiosidade de assistir um remake de um clássico.
Na realidade o que prende mesmo são os efeitos especiais que são bons mas não fantásticos e Keanu é e sempre será “filho de Matrix” e realmente ele precisa se esforçar mais e sair dessa zona de conforto dos longas metragens do gênero Sci-Fi, que garantem a ele e seus produtores bons lucros com as bilheterias.
Tirando o alienígena, o resto nós todos estamos bem familiarizados com a situação caótica da Terra e mesmo assim a 20th Century Fox enviou para o espaço o filme que além de ser um fracasso, pode dar um “bela” de uma impressão errada, ai se esse filme cai em mãos erradas…
CURIOSIDADES
Na época (1951) em que foi produzido, o longa virou um apelo pacifista pelo fim da Guerra Fria que estava em sua fase inicial. A trama nasceu do conto Farewell to the Master, publicado em 1940 por Harry Bates.
Um ser de outro planeta vem à Terra entregar ao presidente um presente, mas é impedido por soldados. Ele é preso e se esconde em uma pensão onde conhece Helen e seu filho Bobby. Klaatu se decepciona várias vezes com os humanos ao se deparar com o uso desenfreado de armas de fogo.
E, por isso, faz um alerta: A Terra será destruída caso os seus habitantes não mudem essa postura. Jennifer Connelly (“Pecados Íntimos”) e Jaden Smith, o filho de Will Smith que estreou no cinema em “À Procura da Felicidade”, completam o elenco principal do filme.
A 20th Century Fox anunciou que será o primeiro estúdio a mandar um filme para o espaço – não no sentido figurado, mas literal mesmo. A transmissão de “O Dia em que a Terra Parou” começou no final de 2008 através da Deep Space Communications Network, no Cabo Canaveral (EUA) e, daqui a quatro anos, qualquer civilização que estiver na órbita de Alpha Centauri poderá ver a Jennifer Connelly em ação.
Apesar de ser uma história original e ao mesmo tempo intrigante, se não até fascinante, o roteiro nos deixa incrivelmente perdidos entre dois ângulos da história: o drama de consciência moral e espiritual do personagem central e a história de amor que envolve o protagonista e uma mulher.
É entre essas duas histórias que o diretor tentou conduzir a narrativa central, que até os últimos 25 minutos do filme nos deixa entediados e ao mesmo tempo curiosos de como será o desfecho da mesma.
No entanto nossa curiosidade só é alimentada pelo fato de estarmos assistindo a um filme do astro Will Smith, pois caso contrário, certamente algumas pessoas teriam desistido de assistir e esperariam o lançamento em DVD, o que não é uma má idéia, pois o filme deixa sim a desejar, mesmo com todo o final dramático, que nos envolve, única e exclusivamente, por causa do teor moral e pelo jogo de imagens e trilha sonora combinados.
A história é sobre um homem chamado Ben, interpretado por Will Smith, que está em um estado avançado de depressão e que se responsabiliza por uma tragédia ocorrida no passado.
Para compensar as conseqüências dessa tragédia, Ben planeja beneficiar um grupo de pessoas que ele julga precisar de ajuda, seja ela financeira, emocional ou médica, para assim, tentar apagar o que fez no passado. Durante o processo ele conhece Emily, interpretada por Rosario Dawson[Sin City 2 (2010), Eagle Eye (2008) e Death Proof (2007)], uma mulher atraente, extremamente carente de afeto e com o nome na lista para um transplante de coração, o problema é que Ben se apaixona por ela, fazendo com que seus planos sejam mais dolorosos emocionalmente do que realmente já são.
Os motivos desse plano são, inicialmente ocultados dos espectadores, no entanto aos poucos nos é revelado através de imagens das lembranças do protagonista, parte do porque dele estar extremamente angustiado e agindo com atitudes que aparentemente são inconseqüentes visto o que ele planeja fazer.
A consciência moral do personagem, com relação a tragédia é tão profunda e espiritualmente assustadora que suas atitudes são psicologicamente perturbadoras e que o levam a busca implacável da compensação, ou seja, fazer o bem para compensar o mal causado por ele.
A trama segue mais o romance entre Ben e Emily do que o drama moral e psicológico das atitudes de Ben, o que acaba em frustração, visto que estamos mais envolvidos com ele e a tragédia convertida em sua busca pela absolvição do que com a relação amorosa dele com Emily, cuja história é superficial e com poucos eventos que a sustentem a ponto de prender nossa atenção.
No entanto o romance nos cativa pela simplicidade e por sabermos que Emily está à beira da morte, porém o conhecimento de que Ben se envolve ao ponto de estar disposto a fazer tudo pela moça é descoberto tardiamente, sendo assim, o público não se conecta com o casal e nem com seu plano de redenção que nos emociona por seu caráter moral mas não nos satisfaz depois de ter passado duas horas assistindo um monte de mini dramas entediantes para então revelar tudo nos últimos 25 minutos de uma só vez, através de um flash de imagens e trilha sonora e som meia dúzia de diálogos que não sustentam e tão pouco complementam os dois ângulos da história.
Em fim, apesar do potencial dramático da historia a ser explorado, é uma pena que “Sete Vidas” fique apenas no nível mediano entre os dramas deste ano. Um dos maiores desafios de Hollywood tem sido escolher como contar uma história para tentar conquistar o público e a crítica. Sustentado através da linha básica da narrativa dramática, o filme tenta criar um final “não esperado” criando assim um falso clichê e apresentando uma única forma de dar fim ao romance.
Mesmo assim, vale a pena assistir, pelos 25 últimos minutos da história, no mais, o filme não passa de um dramalhão standard que foi bem dirigido, mal executado e extremamente mal escrito.
Com estréia fantásticas nas salas de cinemas, não percam tempo assistindo esse longa metragem, que pode ser tranquilamente assistir em DVD ou em torrent com qualidade já de DVD.
Por ser baseado em fatos reais, vou esclarecer os alguns eventos dessa história que fora mal escritos nas sinopses e caso você tenha interesse em se informar sobre o ocorrido, antes de assistir ao filme, acesse o site Wikipedia e leia sobre os fatos.
As sinopses desse filme em alguns sites de cinemas ((UCI)) e sites de críticas estão erradas – A mãe do garoto não desconfia que ele não é seu filho, ela sabe realmente que ele não o é por fatos que serão revelados durante a história. Em nenhum momento ela fica na dúvida, desde o reencontro, Christine sabia que o garoto não era seu filho. Outro fato é que o reverendo não ajuda realmente a encontrar o filho dela, e sim ele a ajuda a superar o drama todo, bem como processar a polícia de Los Angeles.
Escrito por J. Michael Straczynski – criador da série“Babylon 5″ e produzida por Brian Grazer – produtor do longa metragem Frost/Nixon – 2008(POSSÍVEL indicação ao oscar 2009) - o filme foi baseado em fatos reias e conta o trágico drama de Christine Collins, interpretada por Angelina Jolie[Wanted (2008), A Mighty Heart (2007) e Mr. & Mrs. Smith (2005)], que é uma mãe que luta com todas as suas forças para que seu filho Walter, interpretado por Gattlin Griffith["Eli Stone" como Young Eli] retorne para casa. O menino foi seqüestrado – não se sabe se de dentro de sua casa e nem em que horas ocorreu o rapto – em um sábado, após ela ter saído para trabalhar.
Após meses de buscas intensas, finalmente a polícia de Los Angeles, sob a liderança do inescrupuloso capitão da Força, Capt. J.J. Jones, interpretado por Jeffrey Donovan["Burn Notice" como Michael Westen, Book of Shadows: Blair Witch 2 (2000) e Sleepers (1996)], encontra o garoto.
Mas algo está errado, Christine sabe de fato que ele não é seu filho verdadeiro e passa a infernizar a vida do capitão da polícia de Los Angeles, alegando que houve um erro por parte da polícia ao identificarem seu filho. Com provas físicas e testemunhas a seu favor, Christine vai a público e acusa a polícia da troca da criança e pede que as buscas continuem.
Com a ajuda emocional e política do reverendoBriegleb, interpretado por John Malkovich[Burn After Reading (2008), Afterwards (2008) e Con Air (1997)], Christine enfrenta uma rede de corrupção e luta para descobrir o que aconteceu com seu filho.
Indicado ao Globo de Ouro 2009 nas categorias “melhor atriz” e “melhor trilha sonora”, Changeling deve ser indicado ao OSCAR 2009 – especulação – para mais de uma categoria.
O filme é excelente, por ser uma história baseada em fatos reais, agente se envolve profundamente com a personagem de Jolie e como ela, ficamos inconformados com o absurdo que foi feito em relação ao caso.
O roteiro é muito bem executado, a fotografia, trilha sonora e direção juntos formam um tremendo filme. É com certeza uma das melhores atuações de Angelina Jolie, mas acredito que os créditos devam ir mesmo para o astro Clint Eastwood, que como ator ou diretor é impecável, sem dúvida ouviremos falar desse longa na noite do OSCAR 2009 – se não será uma injustiça.
Uma curiosidade que está me matando é sobre o desfecho “real” do drama, afinal o menino foi algum dia achado?
Assista ao longa e você vai entender a minha curiosidade e não eu não contei o final!
Direção:Byron Howard, Chris Williams Vozes de: John Travolta, Miley Cyrus, Susie Essman Local de Filmagem: Produção: Clark Spencer Roteiro: Dan Fogelman e Chris Williams Trilha Sonora : John Powell Distribuidora: Disney e Buena Vista Estúdio: Walt Disney Pictures
Indicado ao Globo de Ouro 2009 e ao OSCAR 2009 na categoria Melhor Animação, Bolt é do mesmo diretor de Rapunzel (2010) (filming) e do mesmo roteirista de Brother Bear (2003) – Byron Howard e Chris Williams são os diretores do longa de animação Bolt que é simplesmente fantástico!
Com estréia prevista para essa Sexta-Feira, 26 de Dezembro de 2008, Bolt – SUPERCÃO pode ser assistido hoje, Quarta-Feira em algumas salas de cinemas que estão que divulgaram a pré-estréia.
No entanto Bolt 3D acredito que somente Sexta-Feira. Mas consultem os sites do UCI e do Cinemarck que são as salas de cinema que podem ser encontrados esse filme.
Para galera sem “fundos”, ou para os mais ansiosos, já tem em torrentcam. Dá para assistir e se divertir pacas!
Bolt, interpretado por John Travolta [Old Dogs (2009), Wild Hogs (2007) e Grease (1978)], é um pastor alemão que sempre viveu dentro de um programa de TV, onde acredita ter super-poderes. Quando, por acidente, ele é separado do programa, acaba conhecendo uma gata de nome Mittens, interpretada por Susie Essman [The Man (2005) e "Curb Your Enthusiasm" como Susie Greene] e um hamster de nome Rhino, interpretado por Mark Walton[Chicken Little (2005) (voice) como Goosey Loosey] que vão ajudá-lo a conhecer o mundo real e a voltar para sua amada Penny, interpretada por Miley Cyrus[Hannah Montana: The Movie (2009) (post-production), "Hannah Montana" (Séries) como Hannah Montana / ... (57 episodes, 2006-2008) e Big Fish (2003)], que é uma garota que contracena com Bolt em seu show de TV, mas na verdade Bolt acha que ela é realmente dona dele…
Não tem muito o que dizer, a não ser super imperdível! Não deixem de levar as crianças, é divertido, emocionante, tem uma mensagem de amizade entre cães e homens que é bem legal, em fim, a animação é de primeira, com uma história muito bonita e que emociona agente de derramar lágrimas.
De beleza invejada nas rodas sociais inglesas, Georgiana usou um pouco mais do que suas influências para participar do cenário político, numa época em que o direito de voto ainda levaria um século para ser concedido às mulheres.
No entanto sua participação no cenário político não fora sua única atividade social. Georgiana era uma mulher obcecada pelo jogo de cartas, com altas apostas em dinheiro, que ao morrer deixou uma dívida imensa para sua família arcar.
Durante as aparições que ela fazia nas campanhas políticas e nos salões da alta sociedade, Georgiana era muitíssimo elogiada, bem como inspiradora, pelo seu senso fashion e bom gosto ao usar belos chapéus, perucas imensas e vestidos deslumbrantes, além dos sapatos que eram sempre muito bem escolhidos.
“Bess” era a melhor amiga de Georgiana, que tolerou o “ménage à trois” por muitos anos. Contudo, a Duquesa também cometeu adultério: seu caso com Charles Greyinterpretado por Dominic Cooper[Mamma Mia! (2008), The Escapist (2008) e An Education (2009)],2° Conde Grey resultou no nascimento de uma filha, Eliza, em 1792.
Quando Georgiana morreu, William, pôde casar-se com Bess Foster e, imediatamente, providenciou uma nova amante.
Não, eu não contei o filme, na realidade essa é a história verdadeira de Georgiana – Duquesa de Devonshire, Georgiana Cavendish – que você poderá encontrar, em sites específicos sobre a história britânica, na internet. No site Wikipedia (já coloquei o link no nome) você poderá encontrar a bibliografia mais completa sobre a vida dessa mulher notável para sua época.
Charlotte Rampling[Babylon A.D. (2008), Deception (2008) e Swimming Pool (2003)], interpreta a mãe da Duquesa, Lady Spencer, que foi quem arranjou o casamento de sua filha Georgiana com o Duque de Devonshire.
O filme é excelente, tem uma fotografia belíssima e a história é muito interessante. Mas já aviso que é um filme de época e não tem ação, suspense ou violência, mesmo assim vale apena sim assistir a dificuldade da época em ser uma mulher, onde não tínhamos direito a nada, nem a amar um homem, somente era direito das mulheres casarem, terem filhos homens e aceitarem as amantes de seus maridos.
OSCAR 2009
O longa metragem “The Duchess” (A Duquesa) foi indicado ao OSCAR 2009 na categoria Melhor Figurino.
Com estréia prevista para essa sexta-feira dia 19 de Dezembro de 2008, “Charlie Barllett” entra em cartaz para concorrer com os longas-metragens “Blockbusters” desse final de ano, no entanto, o lançamento desse filme aqui no Brasil, nessa época é um erro, afinal de contas já tem no mínimo 10 filmes muito mais interessantes e esperados pelo público para serem assistidos. “Charlie Barllett“, que já teve sua estréia o ano passado em 2007 em festivais de cinema, bem como a estréia oficial em Fevereiro de 2008, deveria ser lançado aqui direto em DVD, realmente é uma péssima estratégia colocar em cartaz um filme como esse (muito bom, mas lançado em uma época muito concorrida), em um final de ano como 2008 que vem trazendo em suas estréias grandes estouros de bilheterias.
No início, Charlie tem sérias dificuldades em se adaptar, mas ele logo se torna um excelente ouvinte que dá os conselhos adequados àqueles que precisam, no entanto, a ironia é que, Charlie, que é o garoto extremamente problemático (do ponto de vista da sociedade), acaba sendo a válvula de escape de todo corpo docente, que busca em sua simples, mas excêntrica sabedoria, um pouco de sentido e alívio para suas vidas.
Com tantas estréias fantásticas nesse final de ano, acreditem, “Charlie Barllett” é o último filme que vocês vão querer assistir em uma sala de cinema.
Mas para a galera que está mesmo afim de assistir algo leve, Charlie Barllett vai mostrar o lado da adolescência com problemas de drogas, depressão e uso abusivo de antidepressivos de um jeito leve e engraçado, com direito a terapia e lição de moral.
Não deixem de assistir esse longa, mas esperem para vê-lo em DVD.
Da diretora Catherine Hardwicke, “Twilight” ou “Crepúsculo” é seu primeiro longa-metragem que encabeça as bilheterias por todo o mundo, pelo menos por onde já tenha estreado. Ela dirigiu somente outros 3 filmes antes desse: The Nativity Story (2006), Lords of Dogtown (2005) e Thirteen (2003) – em seu currículo também há outras inúmeras participações, por exemplo, como designer de produção em Vanilla Sky (2001).
Adaptação de uma série de dez histórias criadas e escritas pela americana Stephenie Meyer, (www.stepheniemeyer.com) “Twilight” ou “Crepúsculo” é uma história que poderia ser como qualquer outra, se não fosse por um elemento irresistível: o objeto da paixão da protagonista é um vampiro.
O filme já tem continuação, que por sinal é outro projeto baseado nas histórias da escritora Stephenie Meyer, New Moon está em produção e deverá ter sua estréia mundial em 2010 – continuação de Twilight (2008) – New Moon (2010).
A autora ainda comenta em seu site oficial que está decepcionada com a saída da diretora Catherine Hardwicke do segundo longa da franquia. “Sentirei falta dela, não somente porque ela é uma diretora brilhante, mas também porque é uma amiga. Ela fez coisas maravilhosas em “Crepúsculo“, contou a escritora, que se revelou uma grande fã de Hardwicke. Entretanto, Meyer conta que a presença da diretora estará oculta em “New Moon”. “Ela não nos deixou de mãos vazias, ainda vamos nos beneficiar de seu ótimo elenco e do cenário que ela criou”, completou.
No lugar de Hardwicke, ChrisWeitz (“A Bússola de Ouro“) foi contratado para o cargo de diretor. Apesar de lamentar a saída da diretora de “Crepúsculo“, Meyer revelou estar satisfeita com a escolha de Weitz. “Tive a oportunidade de conversar com Chris e posso dizer que ele está bem animado com a história e quer manter o filme o mais fiel possível ao livro“, contou. Meyer também contou que Weitz deve agradar os fãs com a fidelidade à obra e que confia no seu talento para um bom resultado. “Estou animada em trabalhar com ele, afinal é o responsável por um dos meus filmes favoritos, “Um Grande Garoto”. Acredito que ele trará uma visão boa a “New Moon”, completou.
As filmagens de “New Moon” acontecerão na Itália. O segundo filme vai mostrar a vida de Bella em sua fase mais “escura”, como a lua nova, na qual Edward a deixa para sua própria segurança.
Para a galera que esperou para ver no cinema, a estréia é nesta sexta-feira, dia 19 de Dezembro de 2008 em todas as salas de cinema do país. Mas para quem está sem tempo ou quem não quer esperar até lá, já dá para assistir via torrent.
Kristen Stewart[Into the Wild (2007), The Messengers (2007) e In the Land of Women (2007)], interpreta Isabela Swan, conhecida como Bella, uma jovem adolescente que vai morar com seu pai na nublada e chuvosa cidadezinha de Forks, depois que sua mãe decide casar-se novamente. Bella, além de ter que viver em uma cidade extremamente provinciana, na qual aparentemente todos se conhecem e se adoram, vai ter que se habituar a morar com um pai com quem nunca conviveu.
Forks é o último lugar onde Bella gostaria de viver, pelo menos é o que ela pensa até o primeiro dia de aula. No intervalo para o lanche, Bella toma conhecimenta da existência de um rapaz chamado Edward Cullen, interpretado porRobert Pattinson[New Moon (2010), Little Ashes (2008) e Harry Potter and the Order of the Phoenix (2007)], e desde esse momento, ela fica fascinada por ele, que esconde um segredo obscuro, conhecido apenas por sua família.
Eles se apaixonam, mas Edward sabe que quanto mais avançam no relacionamento, mas ele está colocando Bella e aqueles à sua volta em perigo. Quando ela descobre que Edward é, na verdade, um vampiro, ela age contra todas as expectativas imaginadas e não tem medo da sede de sangue de seu grande amor, mesmo sabendo que ele pode matá-la a qualquer momento.
Bella, interpretada por Kristen Stewart vem fazendo ótimos filmes, é o tipo de atriz que, seja qual for o personagem que ela interprete, sempre faz com que agente se envolva na trama, ela atrai nossa atenção e sempre nos emociona. Quando ela é colocada ao lado de Robert Pattinson, o resultado é fantástico, pois ele é enigmático, extremamente sensual e, ao lado dela no filme, formam um casal apaixonante, é impossível tirar os olhos deles durante todo o filme, eles juntos geram uma espécie de atração visual irresistível, somado a beleza única de Robert Pattinson, que sinceramente, é de passar mal o filme todo, dando então para entender porque Bella não dá a mínima pelo fato dele ser um vampiro, pois, não só Robert Pattinson mas o seu personagem incorporado, Edward Cullen, formam o perfeito sex appeal aos olhos de qualquer mulher, com um olhar daqueles, qualquer mulher vira o pescoço e diz: Me morde!
Além do casal puro sex appeal e sobrenatural, o filme é realmente excelente, desde a direção, roteiro e produção – efeitos especiais – tudo se encaixou com perfeição, proporcionando para o público um filme de vampiro diferente de todos já feitos até hoje. A fotografia do filme é magnífica, misturada ao romance de Bella e Edward, formam cenas deliciosas de serem assistidas.
Edward é com certeza perigoso, mas um perigo que qualquer mulher escolheria correr. Em um universo fantasioso, onde os personagens construídos pela autora Stephenie Meyer, humanos ou não, se mostram de tal forma similares em seus dilemas e comportamentos que o sobrenatural chega a parecer parecer real. Meyer torna perfeitamente possível e irresistível a paixão de uma garota de 17 anos por um vampiro, também de 17 anos mas que tem vivido pelos últimos 100. Vegetariano, ou seja, que só bebe sangue de animais, Edward tem um olhar que faz qualquer mulher se arrepiar, mesmo que seja a mais terrível criatura de todos os tempos, um vampiro extremamente sensual e encantador.
A história é muito bem sacada, não tem aqueles lances vampirescos tradicionais, como dormir em caixões, morder pessoas durante toda a história, violência sanguinária, nada disso, é uma história de amor entre uma garota e um vampiro.
É uma estréia imperdível, acredito que vai agradar a todos, lógico que sempre tem um grupo que não curte histórias de vampiros, mas para esse grupo, meu conselho é dar uma chance, pois o filme é diferente dos filmes já feitos até hoje com esse tema.
As filas serão longas, mas no final compensa! Não deixem de visitar o site oficial do filme, o site americano, que é muito legal, e não o brasileiro que é uma porcaria,
Fiquem espertos! 50% ou mais dos filmes em cartaz nos cinemas, já foram lançados em seus países de origem e/ou em Festivais de Cinema...
Portanto ao procurarem um filme, não esqueçam de considerar os anos de lançamento de 2006, 2007 e 2008, na maioria os de 2007 e 2008 que estão em cartaz em alguns cinemas brasileiros!