Tania Van De Merwe é interpretada por Vanessa Haywood – esse é o primeiro trabalho da atriz.
SINOPSE
Há 20 anos atrás uma raça alienígena aporta na África do Sul, na cidade de Johannesburg, no entanto ao invés de uma infiltração bélica ou a busca por troca de conhecimentos, os alienígenas só queriam um lugar para viver. Instalados no Distrito 9, as nações não chegaram a uma conclusão do que fazer com os novos inquilinos do planeta Terra e passaram o controle dos refugiados para uma empresa privada chamada Multi-National United – MNU, que por sua vez está mais interessada em roubar os segredos bélicos dos extraterrestres do que na sua própria segurança.
Em meio a toda esta tensão WikusVan De Merwe, um operativo MNU, acaba acidentalmente exposto a um fluído alienígena que começa a mudar seu DNA, tornando-o possivelmente a chave pelo controle tecnológico alienígena. Wikus passa a ser a pessoa mais procurada do planeta e só há um lugar onde ele pode se esconder – o DISTRITO 9.
Equilíbrio perfeito entre os gêneros sci-fi e drama, “Distrito 9” é uma das melhores ficções já feitas e um dos acontecimentos cinematográficos do ano. A história é perfeita e os efeitos especiais são surpreendentes, a ponto de nos envolvermos emocionalmente com a causa dos alienígenas, além de torcer muito pelos “camarões” – assim chamados pelos humanos, pois os alienígenas são muito parecidos com um camarão – O personagem Christopher Johnson é um alienígena esperto e que está disposto a tudo para voltar para casa com seu filho. O drama desse ser estranho e de aparência horrenda nos envolve profundamente, mesmo sabendo que não passam de efeitos especiais, daí a prova de um roteiro eficiente, além de extremamente bem executado, sob direção impecável e fantástica de Neill Blomkamp.
Os efeitos especiais são impressionantes, na verdade você nem fica reparando na qualidade dos efeitos, já que está mergulhado no drama psico-virtual, humanos de um lado e efeitos especiais do outro e sim os efeitos tem drama de consciência, mas é imperceptível a linha imaginária entre o personagem e a digitalização do mesmo.
O longa metragem marca a transição do “alienígena agressor” ao “alienígena vítima”. Supera-se a fase onde nós, seres humanos somos perseguidos por aliens super monstruosos, horripilantes e sem escrúpulos. Em “Distrito 9” nós somos tão monstros quanto eles, não que eles sejam evoluídos ao ponto de nos sentirmos mal, mas somos tão monstros quantos eles a ponto de nos sentirmos piores do que eles, verdadeiros animais.
Vai se encantar com Wikus, um assistente social ingênuo e ao mesmo tempo egoísta, um tanto generoso e outro tanto maldoso, um personagem cuja essência e valores se misturam entre o bem e o mal. Wikus acaba se expondo a uma substância alienígena, sofrendo mutação e passando a ser perseguido pela própria Multi-National United – MNU e uma gangue de nigerianos que acredita que ao comerem partes do corpo de um alienígena, ganham poderes e força.
O personagem WIKUS é uma verdadeira contradição, em momento algum ele demonstra piedade para com os alienígenas, nem mesmo poupa os ovos que estão em uma espécie de chocadeira. Mas ao perceber que sua vida depende de um alienígena, muda sua postura e descobre que eles são sensíveis e mais espertos do que ele imaginava.
Apesar de ficção e de ótimo entretenimento, D9 é um dos vários filmes que deturpam a imagem dos países de terceiro mundo. D9 pode ter sido uma grande alegoria sobre o Apartheid, mas existem alguns africanos que perderam a floresta para as árvores e agora estão putos com o papel que os nigerianos desempenharam no filme.
“Eu estava tão furiosa”, disse Umeano, uma nigeriana que vive em Atlanta. “Eles estavam mostrando nigerianos como corruptos, que comem alienígenas e que fazem sexo com alienígenas. Eu não podia ver isso”.
“Por que querem reduzir nigerianos à criminosos, canibais e prostitutas que dormem com animais extra-terrestres”? – Disse Dora Akunyili, ministro da Informação. “Nós tivemos o suficiente com os estereótipos aos quais somos marcados – Nós não vamos ficar sentados e permitir que as pessoas nos estigmatizem dessa forma”. Contudo, sim, os nigerianos foram retratados como extraordinariamente cruéis e sádicos no filme, aliás TODOS OS SERES HUMANOS foram retratados como cruéis e sádicos no filme.
Claro, os nigerianos estavam comendo, transando e traficando os alienígenas, mas a “Coalizão Internacional das Pessoas Brancas” de qualquer grupo de ajuda internacional que seja e como chamada, estavam literalmente sequestrando alienígenas e os estripando em laboratórios para tentar entender como suas armas funcionam. Eles são colocadas nos campos e rotineiramente são executados se ultrapassarem a linha. E, a propósito, podemos lembrar que estamos falando de selvageria com ALIENS IMAGINÁRIOS aqui? Dito isto, gostaria de SABER que gosto teriam os tais “camarões”!
Peter Jackson, o mesmo de Senhor dos Anéis, gastou apenas 30 milhões e em 2 dias o pagou. Está faturando uma fortuna pelo mundo. É um pseudo documentário, “Distrito 9″ usa câmeras de mão, imagens semelhantes às de câmeras de segurança e simulacros de noticiários, tudo isso misturado com ação sangrenta e muito tiroteio. Arrisque e assista, vale a pena!
“Melhor concebida e executada do que se esperava, essa ficção tão fascinante mantém as impressões digitais repletas de sangue de Jackson, e anuncia Blomkamp como um talento a ser olhado”. (Variety)
“Ficção-científica genuína, te apanha imediatamente e não te solta até o último plano. A direção de Blomkamp é do mais alto nível, inteligente e com descaramento”. (Hollywood Reporter)
Sylvia Ganush é interpretada por Lorna Raver – O último trabalho dela, antes desse terror foi Walkout (2006), o restante são séries de TV, interpretando personagens coadjuvantes, nada que marcasse sua participação.
SINOPSE
Christine Brown é uma ambiciosa agente de crédito de um banco em Los Angeles, ela tem um super namorado e um futuro brilhante. Mas em três dias, ela vai para o inferno. Um dia chega ao banco a misteriosa Sra. Ganush implorando pela extensão do financiamento de sua casa própria. Christine nega o pedido para impressionar seu chefe, Sr. Jacks, e acaba sendo amaldiçoada pela velhota. Perseguida por um espírito do mal, ela busca ajuda do médium Rham Jas. Christine fará de tudo para sobreviver, desde sacrifícios até feitiços, mas nada poderá deter essa força maligna, resta esperar e ir para o inferno.
CRÍTICA
Do mesmo produtor de 30 Days of Night (2007), 20,000 Leagues Under the Sea (ano indefinido), The Grudge (2004), The Evil Dead (1981 e 2010), Spider-Man 4 (2011), entre outros, DRAG ME TO HELL ou ARRASTA-ME PARA O INFERNO é um dos últimos trabalhos de Sam Raime, que dirigiu, produziu e escreveu esse longa de terror, um dos melhores filmes do gênero dos últimos tempos.
Frequentemente as pessoas são atraídas por imagens, figuras, formas, fotos, cores, etc. Quando se coloca tudo isso em um pôster, peça promocional usada em diversos segmentos comerciais, inclusive o cinematográfico, cria-se uma identidade visual, cuja qual atrai milhares, até mesmo, milhões de pessoas por todo o mundo. No caso da industria cinematográfica, confeccionar pôsteres é uma das inúmeras ações que devem ser feitas para a estréia de um longa metragem, no entanto um pôster mal feito ou mal idealizado pode prejudicar o lançamento de um filme, bem como a conexão do público para com o mesmo.
“Arrasta-me Para o Inferno” chamou a atenção quando lançou o pôster oficial, deixando os aficionados por filmes e terror de cabelos em pé. Realmente o pôster, como mostrado abaixo, é fantástico e ao contrário da maioria dos pôsteres de filmes de qualquer gênero, esse faz jus ao filme.
Não é de hoje que saímos do cinema sussurrando a velha e famosa expressão – “achei que fosse melhor” – tudo porque julgamos o filme pelo pôster, assim como julgamos o livro pela capa, as pessoas pela aparência, etc. Mas no caso desse filme, se você acha ou achou que filme era bom por causa do pôster, acertou!
Na verdade não é bom e sim excelente, faziam anos que eu não assistia a um bom filme de terror, desses que realmente mete um “puta medo do inferno”, com perdão das palavras e que prende agente do começo ao final. Com roteiro convencional e ainda assim atraente, efeitos especiais horripilantes e direção impecável, o filme é imperdível.
A personagem que mais chama atenção e nos deixa apavorados, além de enojados – depois que você assistir vai entender – é uma senhora chamada Sylvia Ganush que é interpretada pela atriz Lorna Raver. Qualquer das inúmeras feições que a atriz faz, nos deixa apavorados, seu personagem mete mais medo do que o personagem fictício ao qual a história é focada.
Ainda em alguns cinemas, ARRASTA-ME PARA O INFERNO é uma ótima opção para os fãs do gênero, além dos sustos garantidos. Vale comentar que a atriz do cartaz não condiz com a atriz do filme, o que uma boa foto não faz! São as mesmas, porém no cartaz ela é selvagem e sexy, ao contrário da imagem passada no filme, de uma mulher frágil e confusa.
Absoluta Falta de Química entre Matthew McConaughey e Jennifer Garner…
Em Cartaz
Gênero: Comédia Romântica Censura: 12 Anos Duração: 101 min Direção: Mark Waters Com: Matthew McConaughey, Jennifer Garner, Lacey Chabert, Michael Douglas, Emma Stone, Noureen DeWulf. Local de Filmagem: Boston, Massachusetts, USA; Castle Hill, Crane Estate – 280 Argilla Road, Ipswich, Massachusetts, USA e Needham, Massachusetts, USA – (high school basement party). Produção: Brad Epstein, Jonathan Shestack Roteiro: Jon Lucas, Scott Moore Fotografia: Daryn Okada Trilha Sonora: Rolfe Kent Distribuidora: Playarte Estúdio: New Line Cinema
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SINOPSE
Durante os ensaios da cerimônia de casamento de seu irmão mais novo Paul, interpretado porBreckin Meyer[Garfield (2004), Kate & Leopold (2001) e Clueless (1995)],Connor, interpretado por Matthew McConaughey[Fool's Gold (2008/I), Surfer, Dude (2008) e Sahara (2005)], fotógrafo de celebridades e personificação da cafajestagem masculina, recebe a visita do fantasma de seu tio Wayne, interpretado por Michael Douglas[Traffic (2000), Fatal Attraction (1987) e Basic Instinct (1992)], do fantasma de sua ex-namorada do passado, Allison, interpretada por Emma Stone [The House Bunny (2008), Superbad (2007) e Paper Man (2009)] e do fantasma de sua ex-namorada do futuro, que o levam a uma hilariante e reveladora odisséia, visitando seus desastrosos relacionamentos do passado, presente e futuro.
Já Jenny Perotti, interpretada por Jennifer Garner [Valentine's Day (2010), Elektra (2005) e The Kingdom (2007)], é uma ex namorada de Connor que vai deixá-lo na corda bamba. Juntos, tentarão descobrir o que transformou Connor num idiota insensível e se ainda há esperança dele encontrar o verdadeiro amor ou se é uma causa perdida.
CRÍTICA
Sério, o que você esperava desse filme? Meu Deus do céu, é uma comédia romântica, não é uma aventura ou um suspense e também, não é tão ruim como estão dizendo por aí. O filme é bom? Não! Mas não é uma porcaria, é sem dúvida um entretenimento. É chato? Lógico que não! Um filme, cujo elenco é de primeira e um enredo interessante, só pode acabar em um bom divertimento. O problema é que faltou entrosamento do elenco e originalidade no roteiro…
McConaugheybanca ele mesmo, o charmoso mulherengo, Garner é a mesma de sempre, apática e sem absolutamente nenhuma química com seu par romântico em cena, e Michael Douglas é quem tentou salvar a pátria, mas não conseguiu, na verdade ele aparece muito pouco e quando o faz é tão sem graça quanto Garner.
Aí vem o festival de clichês, começando com a temática de ex namorados e seus casos mal resolvidos, depois passamos pela tela em velocidade vertiginosa, aí vem o bolo de casamento com várias camadas que está em vias de ser destruído, as damas de honra taradas, o noivo que tenta agradar a noiva e só piora as coisas, as brigas entre os parentes e, é claro, o casal principal com seu vai-não-vai. No entanto, no meio disso tudo – literalmente, no meio mesmo – surgem algumas deliciosas cenas que explicam como Connor se tornou o cafajeste que é e suas “aulas” com o mestre Wayne sobre a arte de levar as mulheres para a cama.
Em contrapartida, eis que surge a extremamente “oitentista” Allison Vandermeersh, que é interpretada por Emma Stone, e que acaba sendo uma surpresa agradável. Não por acaso, é ela quem conduz Connor durante o já citado trecho mais inspirado do filme. Graças à atuação amalucada de Emma Stone, a imprevisível Allison rouba várias cenas durante o tour que proporciona ao seu assombrado, principalmente quando este chega à idade adulta e passamos a ver dois McConaugheyna tela para o deleite das mulheres!
Agora, o que surpreende é que, após três comédias excelentes como Freaky Friday ou “Uma Sexta-Feira Muito Louca” (2003), Mean Girls ou “Meninas Malvadas” (2004) e Just Like Heaven ou “E Se Fosse Verdade” (2005), o diretor Mark Waters escorrega feio aqui, com ângulos e cenas pouco inspiradas e sem arrancar boas interpretações de seu elenco.
Fraco mas nem por isso chato, “Minhas Adoráveis Ex-Namoradas” é uma filme que pode e deve ser visto em DVD, pois não vale o investimento da pipoca e do ingresso somado a uma hora em pé na fila com o namorado de cara amarrada a tira-colo!
SINOPSE Uma Thurman[My Super Ex-Girlfriend (2006), Kill Bill: Vol. 2 (2004) e Batman & Robin (1997)], interpreta a Dr. Emma Lloyd, ou seja, uma mulher diplomada que dá conselhos sobre relacionamentos e amor em um programa de rádio em Nova York. Ao atender uma ouvinte de nome Sofia vivida por Justina Machado, ["Six Feet Under" como Vanessa Diaz], a mesma expressa para a Dr. Emma, suas dúvidas quanto ao seu casamento que se realizará em alguns dias. Thurman lhe pergunta a quanto tempo estão juntos e Sofia lhe diz que se conhecem a 5 meses, então a Dr. Emma a aconselha ir com calma e que o casamento seria muito precipitado.
Patrick Sullivan é interpretado por um dos homens mais belos e charmosos do planeta, o ator Jeffrey Dean Morgan["Grey's Anatomy" como Denny Duquette e P.S. I Love You (2007)], Patrick ouve toda a conversa pelo rádio junto com seus companheiros de combate ao fogo, pois o mesmo é bombeiro e mora no Queens, no andar superior de um restaurante indiano. Sofia cancela o casamento e Patrick fica inconformado por Sofia dar atenção ao conselho de uma desconhecida.
No mesmo andar superior do restaurante indiano que Patrick vive, moram também a família de indianos que são os donos do restaurante, e são como uma família para Patrick. Uma bela noite, Patrick vai até o quarto do jovem Ajay, interpretado por Jeffrey Tedmori[Bad News Bears (2005)], um adolescente com perfil de racker. Ajay mostra a Patrick o registro público de pessoa física de Emma, no entanto o garoto, em solidariedade a Patrick, já havia alterado o estado civil de Emma para casada e sugere ao bombeiro que deixem assim como vingança pelo ocorrido.
Patrick aceita e começa toda a confusão, quando Emma fica noiva e vai dar o próximo passo em sua relação, descobre que, oficialmente, ela já é casada! E pior: com o próprio Patrick! Extras: Uma Thurman, 36 anos, sofreu um acidente no set do longa-metragem "Marido por Acaso", em Connecticut, EUA. Segundo o tablóide inglês The Sun, a atriz americana quebrou o pulso após dar um salto em cena. No início, a atriz achava que tinha apenas torcido o pulso, no entanto, descobriu a fratura no dia seguinte e precisou de uma cirurgia. "Ela passa bem após a operação", disse uma amiga de UmaThurman ao The Sun.
CRÍTICA O filme é uma delícia de assistir, é leve, não tem aquele dramalhão que causa choradeira e tem um humor bem sutil. As atuações são bem standard, ninguém se destaca e o filme é apaixonante. O ator que interpreta Patrick, o bombeiro apaixonado, nos leva a loucura com seu olhar de amor para Uma. É com certeza uma boa pedida para todas as mulheres. Não deixem de assistir.
SINOPSE Sandra Bullock[Speed (1994), The Lake House (2006) e Bridesmaids (2010)]interpreta Margaret Tate, uma executiva bem sucedida do ramo de publicações. Fechada, intragável, competente, odiada e imigrante canadense, Margaret tem um assistente chamado Andrew Paxton, interpretado por Ryan Reynolds [Definitely, Maybe (2008), X-Men Origins: Wolverine (2009) e Deadpool (2011)] que faz de tudo para agradá-la profissionalmente.
Quando chega a notícia de que ela está prestes a ser deportada para seu país, Margaret(Bullock) apressa-se em conseguir um casamento de conveniência com seu jovem assistente Andrew Paxton(Reynolds) para impedir que seu cargo na editora seja preenchido por outro.
Da mesma diretora de27 Dresses – Vestida Para Casar (2008) e Step Up – Ela, Dança Eu danço (2006), Anne Fletcher, aos 43 anos, chega ao seu terceiro longa metragem, dirigindo Sandra Bullock e Ryan Reynolds em seus melhores estilos protagonizando a comédia romântica The Proposal – A Proposta, filme cuja temática é bem previsível, mas acaba por surpreender, arrancando boas risadas através de um roteiro bem escrito, excelentes atuações e direção impecável.
Sandra Bullock aos 44 anos, está novamente atuando em comédias românticas. Mesmo sendo considerada uma atriz mediana, é indiscutível que nesse gênero ela é imbatível. Outro ponto forte da atriz é a química que a mesma desenvolve com seus pares.
Nesse longa, Ryan Reynolds e Sandra Bullock são a perfeita harmonia, é uma delícia assistir aos dois entre tapas e beijos nos conduzirem de Nova Iorque ao Alaska. Ainda assim, são inesquecíveis os pares de Bullock, que foram elogiados tanto quanto seu par com Reynolds, são eles e com eles:
O longa é bem humorado, no tom certo, sem exageros, cativante e me arrisco a dizer, uma comédia elegante, daquelas que agradam os maridos, namorados e homens em geral!
Destaque para a cena em que Margaret (Bullock) está no palco com Ramone, interpretado por Oscar Nuñez[Reno 911!: Miami (2007), Beethoven's Big Break (2008) e "The Office" como Oscar Martinez (80 episodes, 2005-2009)], um sujeito que mora na cidade da família de Andrew (Reynolds) e que faz de tudo um pouco, garçom atendente de loja e striper para festas de despedida de solteiras. Sim, é hilário ver Margaret (Bullock) fazendo caras e bocas com nojo e aflição do “corpanzil” de Ramone, que diga-se de passagem, é lastimável! Daí a graça toda da cena, é preciso ver para chorar de rir com a cena, é fantástica! Sandra com algumas caretas e aquele famoso “olhar 43” nos passa exatamente toda sua aflição com Ramone, imperdível.
O desfecho do longa deixa a desejar um pouco, mas só um pouquinho, é que, com tanto entusiasmo durante toda a história, os finalmentes ficaram entre as cenas que a diretora resolveu economizar… Sabem, no orçamento…
Sendo assim, apesar do famoso “happy end” que é o recurso mais tradicional do cinema não ter sido fabuloso, a fotografia e a trilha sonoro compensam esse deslize e nos faz sair das salas de cinema no maior alto astral.
Não deixem de assistir essa comédia romântica ao estilo elegante que nos mostra que o amor pode estar onde você menos imagina! Em cartaz em todo território nacional. Levem lencinhos, pois rola umas lágrimas. Boa semana a todos!
Um dia ela resolve encontrar com Conor “acidentalmente” em um bar que ele costuma freqüentar, e acaba conhecendo Alex, interpretado por Justin Long[Jeepers Creepers (2001), Zack and Miri Make a Porno (2008) e Alvin and the Chipmunks (2007) (voice) como Alvin] que é o sujeito que divide o apartamento com Conor, e que tem uma visão muito clara sobre o mundo, cuja qual ele decide compartilhar com Gigi numa viagem ao complicado mundo da mente masculina.
Depois de “cair na real”, segundo as revelações de Alex, Gigi percebe que ao invés de correr atrás dos homens com quem tivera um encontro apenas, bem como ficar tentado interpretar os sinais que os mesmos dão durante esses encontros, ela resolve desencanar e não correr mais atrás, nem o telefone deles ela passa a anotar.
Mas o que Gigi não percebe é que ela caiu exatamente na mesma ladainha, mas dessa vez foi com Alex, que de fato passou todos os sinais de que ele estava afim, mas…
Bom essas sinopse será um pouco mais longa do que eu gostaria que ela fosse. Mas vale a pena ler…
Neil e Ben são amigos e compartilham suas fobias de casamento juntos, tanto os deles quanto os dos outros.
Já Beth vive um dilema com seu “namorido”, pois Neil se recusa a casar com ela, alegando que já vivem a tantos anos juntos que casar poderia estragar tudo, além dele mesmo ser contra a oficialização perante as leis civis e religiosas.
E para acabar com esse super bolo de encontros e desencontros, Conor contrata Mary Harris, interpretada por Drew Barrymore[Music and Lyrics (2007), 50 First Dates (2004) e Charlie's Angels (2000)] para realizar seu marketing pessoal, pois Conor é corretor de imóveis e quer aumentar o número de visitação das casas que ele é responsável pela venda ou locação. Já Mary só namora “on line” e espera conhecer ser príncipe encantado, seu par feito…
Recém saído da telonas, agora é aguardar a chegada nas locadoras, ou procurar pelas salas de cinema que ainda estejam com o longa em cartaz para assistir ao drama romântico que mostra com clareza o mundo complicado da mulheres e suas infinitas ladainhas.
Quantas vezes ouvi minhas amigas dizerem que o “cara” não me merecia, ou que o cara não ligou pois estava com algum problema, em fim, sabem quantas justificativas cretinas já ouvi de amigas, tias, mães e do próprio “cretino” que ele não me ligou por algum motivo idiota, que está na cara que era uma puta mentira deslavada e ninguém, ninguém mesmo teve a “porra” da coragem de dizer que “ELE NÃO ESTAVA TÃO AFIM DE MIM”…
Conflitos amorosos, brigas homéricas entre namorados, traição, cara metade, alma gêmea, fofocas, etc. Tudo que envolve o relacionamento entre homens e mulheres é mostrado nesse longa de uma forma esclarecedora, sincera e um tanto engraçada.
Não é um filme para homens assistirem, mas sim, para homens corajosos o suficiente para enfrentarem as mil e uma “ladainhas” femininas e de uma vez por todas, descobrirem alguns dos vários segredos das mulheres… É vocês vão poder ver com os próprios olhos o que as mulheres fazem (pensam) no primeiro encontro, o quanto as mulheres imaginam (viajam), fantasiam (sonham) sobre os homens…
Estou exagerando um pouquinho para vocês leitores entrarem no clima, afinal é um filme para mulheres, mas os homens devem sim, assistir. O filme é bom, boas atuações, ótimas sacadas e excelente roteiro. Não vai agradar a todos, mas com certeza vai agradar o público feminino, pelo menos a parte que tem plena consciência de que as mulheres são sim mais pré dispostas a abrirem seus corações do que os homens.
O amor pode estar em qualquer lugar, mas na maioria das vezes, ele se mostra nos momentos menos esperados… Basicamente é disso que o filme se trata. Não adianta nada escolhermos o par perfeito, a pessoa certa, o cara ideal, a mulher dos sonhos, ou como já ouvi por aí, a “mulher da minha vida”… Pelo amor de Deus, como ela pode ser a mulher da sua vida se você a viu somente uma vez?
São as pequenas coisas, os gestos, as atitudes, as palavras, que definem a essência de uma pessoa, de fato Conor acaba percebendo isso no final da história, quando sem ter uma puta idéia, ele acaba esbarrando naquela que seria sua mulher e mãe dos seus filhos, e ironicamente, eles já se conheciam…
Renée Como Sempre… Engraçada e Romântica… Mas dessa Vez, Nada de Mais!
Gênero: Comédia Romântica Censura: 10 anos Duração: 97 min Direção: Jonas Elmer Com: Renée Zellweger, Harry Connick Jr., Siobhan Fallon Hogan, J.K. Simmons, Mike O’Brien, Frances Conroy, James Durham. Local de Filmagem: Los Angeles, California, USA, Miami, Florida, USA, Selkirk, Manitoba, Canada – (New Ulm) e Winnipeg, Manitoba, Canada. Produção: Paul Brooks, Tracey E. Edmonds, Phyllis Laing, Andrew Paquin, Peter Safran, Darryl Taja Roteiro: Ken Rance, C. Jay Cox Fotografia: Chris Seager Trilha Sonora: John Swihart Distribuidora: Imagem Filmes ¨
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SINOPSE Lucy Hill, interpretada por Renée Zellweger[Appaloosa (2008), Miss Potter (2006) e Bridget Jones's Diary (2001)] é uma poderosa e ambiciosa executiva, uma mulher competente e extremamente centrada. Apaixonada pelo estilo de vida que leva em Miami – roupas, sapatos, carros e uma bela casa de frente para o mar, Lucy dedica sua vida ao trabalho e nada mais.
Quando surge a chance de reestruturar uma fábrica que pertence ao grupo para o qual ela trabalha, em uma pequena cidadezinha, no gélido estado de Minnesota, Lucy vê a chance de uma promoção e aceita num estalar de dedos.
Mas, o que seria apenas mais um trabalho se transforma numa tremenda roubada. Com seu modo de vida arrogante, a recém-chegada executiva, enfrentará situações hilárias ao ser recebida com frieza pela população da pequena cidade e em especial pelo bonitão e sindicalista Ted Mitchell, interpretado por Harry Connick Jr.[P.S. I Love You (2007), Bug (2006) e "Will & Grace" como Leo Markus (24 episodes, 2002-2006)].
CRÍTICA Se você está esperando aquelas comédias românticas super adoráveis, que fazem agente sair dos cinemas suspirando, esquece!
O longa está longe de ser mais um sucesso da loira Zellweger que conquistou o mundo como Bridget Jones. Agora ela banca a executiva espertinha que quebra a cara ao assumir um, no seu trabalho, um projeto que ninguém mais queria, já que o mesmo fica na cidade mais longe e fria do planeta, Minnesota.
É engraçado? Sim o filme é engraçado, mas não faz a cabeça, pois cai na mesmice dos filmes do gênero, garota rica que vai para cidade de interior, fica horrorizada e depois cai nas graças do caipira bonitão e no final todo mundo se beija e vivem felizes para sempre.
Mas para quem gosta de filmes água com açúcar, e bota açúcar nisso, é um prato cheio! No geral o filme não é de todo ruim, afinal não é qualquer Renée, ela é Zellweger e ela costuma encantar a todos nós, mesmo em um longa mediano.
Vale comentar o “momento lingerie”, onde Lucy (Renée) pendura suas roupas íntimas para se salvar… Não conto mais nada… Essa cena é uma grande sacada no longa! Uma coisa é certa, dá para se divertir com os chiliques de Renée na pele na pele de Lucy.
Excelente Opção Para Quem Curte Terror Com Fundo de Verdade – Imperdível!
Gênero: Terror Censura: 14 anos Duração: 103 min Direção: Peter Cornwell Com: Amanda Crew, Elias Koteas, Virginia Madsen, Kyle Gallner, Martin Donovan, Kellan Rhude, D. W. Brown, Ty Wood. Local de Filmagem: Teulon, Manitoba, Canada e Winnipeg, Manitoba, Canada. Produção: Paul Brooks, Daniel Farrands, Phyllis Laing, Wendy Rhoads, Andrew Trapani Roteiro: Adam Simon e Tim Metcalfe Fotografia: Adam Swica Trilha Sonora: Robert J. Kral Distribuidora: Imagem Filmes e Lionsgate Estúdio: Gold Circle Films e Integrated Films & Management ¨
SINOPSE Baseado em uma história verídica e assustadora, o longa metragem relata o encontro de uma família com as forças obscuras do sobrenatural.
Quando a família Campbell se muda para Connecticut, afim de proporcionar maior conforto ao jovem Matt, interpretado por Kyle Gallner – o garoto de Smallville que interpreta o The Flash - ["Smallville" como Bart Allen, A Nightmare on Elm Street (2010) e Jennifer's Body (2009)] que está submetido a um tratamento alternativo de combate ao câncer, em um hospital na cidade, acabam alugando uma antiga casa, grande e muito bem localizada, por um preço muito abaixo do seu real valor.
Passados uns dias, eles descobrem que a casa possui uma história perturbadora: além ter sido uma funerária onde fatos inconcebíveis aconteceram, Jonah, o filho sensitivo do ex-proprietário da casa, tinha a função de mensageiro espiritual, oferecendo um canal para as entidades espirituais que quisessem se comunicar com seu entes vivos.
Jonah a ponte entre os que ficaram e os que foram, está na casa novamente e ele quer se comunicar através de Matt com a nova família que está na casa.
CRÍTICA Segundo o website original do longa metragem, a história é real. Como muitas outras histórias de espíritos assombrando casas e outros lugares, por todo o planeta, essa parece convincente.
Não são monstros ou demônios. Mas sim almas que de certa forma, estão presas no nosso universo, entre nós os vivos, como resultado de experimentos que mexem com o mundo dos mortos. Quantas histórias já ouvimos de pessoas que se curaram repentinamente após terem tido algum contato com o mundo espiritual? Pois é, essa é mais uma e acho que convence.
O filme prende nossa atenção do começo ao final. Tem algumas pessoas que acham que da metade do filme ao fim, deixa a desejar. Não é o caso, podem ir aos cinemas assistir, pois, sendo real ou não, dá um medo do inferno! É um dos filmes de terror do gênero assombração com espíritos dos últimos 2 anos, que mais chama nossa atenção e que vale a pena assistir!
Só uma dica, não façam a “brincadeira da copo” ou qualquer coisa parecida, pois se der errado, vocês estarão em maus lençóis! De qualquer forma o longa é ótimo, boas atuações, ótima direção e efeitos de primeira.
Vale comentar que no filme não há nada de “brincadeira do copo”, pois já sei que vão haver alguns leitores nervosinhos que vão comentar o que eu disse. O fato é que essa brincadeira é uma maneira de se comunicar com espíritos e, eu pessoalmente, já ouvi falar de pessoas que fizeram e a coisa acabou mal de alguma maneira. Em nenhum momento os personagens fazem a “brincadeira do copo”, mas eles fazem sessões com pessoas com dom da mediunidade. Sendo assim, o ponto principal de uma coisa ou outra, é contatar os espíritos de pessoas mortas, seja através do “copo” ou de uma pessoa com algum dom mediúnico.
EVOCANDO ESPIRITOS – 2009 (The Haunting in Connecticut)
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Leia sobre a história verdadeira!
REAL STORY OF THE HAUNTING IN CONNECTICUT
In 1987, a particularly nightmarish haunting occurred in Southington, Connecticut, to a family that had just moved in to a long empty house on Meriden Avenue.
Soon after settling in, the family discovered a small graveyard in back, an embalming chamber in the basement, and drawers full of creepy corpse photographs: their new house had previously been a Funeral Home dating back to the 1920s.
Almost immediately, the family began to experience paranormal activity – strange sounds, changes in temperature, and the appearance of mysterious figures
As the family’s lives and sanity were pushed to the edge, the mother contacted Ed and Lorraine Warren for help. Famous demonologists and paranormal investigators, the Warren’s had investigated the famed Amityville Horror case, and were the founders of the New England Society for Psychic Research.
Through their help, the family was able to uncover the terrible secrets lurking in the house and to confront the most shocking evil spirits ever seen in an American haunting.
É preciso ter em mente que o gênero “terror” tem mais liberdade para criar e produzir um longa metragem, mesmo que o elenco não seja tão conhecido ou até totalmente desconhecido, o que vale é o suspense que resulta em bons sustos, assim como um enredo bem amarrado que sempre direciona a platéia, após um susto, a uma nova expectativa de mais um outro grande susto, enfrentando junto com os personagens seus terrores, ou a descobrir no final o verdadeiro assassino.
De fato, nem uma maquiagem mal feita estraga um filme de terror bem dirigido e com um roteiro bem escrito. Lógico que os efeitos especiais vieram para proporcionar a nós uma maior conexão com a história, bem como nos aterrorizar com mais excelência, mas não são os efeitos especiais que fazem um bom filme de terror, mas sim, a história e a direção que são pontos fundamentais para o sucesso de qualquer longa do gênero, por exemplo, Stephen King que em “The Dead Zone” (81 episodes, 2002-2007) nos proporciona um suspense de matar, mas sem monstro e sangue, mas com premonições e bons roteiros e em The Mist (2007) que já esteve nos cinemas e, além de monstros e bastante sangue, tem um suspense fantástico com um final sensacional.
Mesmo com apenas um fantasma, alguns objetos assustadores e efeitos sonoros bem mixados e adicionados a cena, bons diretores fazem dessa o maior suspense aterrorizante pelo tempo que eles quiserem e nos nos deleitamos quando nos deparamos com filmes desse naipe.
Contudo ainda temos os filmes de terror que não são tão bem feitos, mas o tema nos atrai, e se o conjunto, ou seja, a atuação, maquiagem, efeitos sonoros, efeitos especiais, bom roteiro e boa direção estão em sintonia, os sustos, no mínimo estão garantidos, bem como uma boa diversão.
Abaixo, seguem os 8 filmes de terror que vão deixar você morto de medo!
Ficha Técnica Título no Brasil: Trem Fantasma Título Original: Dark Ride País de Origem: EUA Gênero: Terror Classificação: 18 anos Duração: 94 minutos Ano de Lançamento: 2006 Site Oficial: www.darkride.com Estúdio/Distrib.: Imagem Filmes Direção: Craig Singer
SINOPSE
Um grupo de seis estudantes saem em viagem no feriado, no caminho eles resolvem parar em um parque de diversão que acabara de chegar na cidade, uma das atrações, a “Dark Ride” (Trem Fantasma) atrai a atenção do grupo e vai proporcionar o maior passeio aterrorizante de suas vidas. Mas o que eles não sabem é que a 10 anos atrás duas garotas foram brutalmente assassinadas nessa mesma atração, e pior, o assassino escapou.
CRÍTICA
O tema é bem explorado, mas ainda atrai nossa atenção, o famoso brinquedo dos parques de diversão, Trem Fantasma, que em qualquer lugar do mundo é sempre uma das principais atrações, mesmo que os efeitos sejam extremamente mal feitos. Já o longa é no mínimo divertido, tem bons sustos, a maquiagem é ok, as atuação são medianas, assim como o elenco, mas no geral o suspense prevalece e o enredo é bem amarrado, sendo assim, preparem-se e vejam quem morre primeiro!
Ficha Técnica Título no Brasil: Abandonada Título Original: The Abandoned País de Origem: Espanha, UK, Bulgária Gênero: Terror Classificação: 18 anos Duração: 99 minutos Ano de Lançamento: 2006 Site Oficial: http://www.theabandonedonline.com/ Estúdio/Distrib.: After Dark Films Direção: Nacho Cerdà
SINOPSE
Uma produtora de filmes americana, contrata um investigador particular russo, para descobrir quem são seus pais biológicos, já que a mesma é adotada. O investigador a contata e solicita que ela vá a Rússia ao encontro dele, pois o mesmo descobriu a sua procedência. Ao informar o nome de sua mãe natural, o investigador também comunica que além de estar morta, ela havia deixado de herança uma fazenda no meio das montanhas, abandonada e isolada por um rio. Marie ou Milla segue viagem para lá e nem imagina com quem ela vai encontrar, o que ela vai encontrar e pior, como ela vai conseguir voltar.
CRÍTICA
Confuso, mas assustador, essas são as primeiras sensações que o longa passa. Repleto de efeitos especiais, e diga-se de passagem, muito bem feitos, a história é bem bolada, mas demora um pouco para pegar a essência da trama. O suspense é de matar de susto a cada segundo do filme, minha sugestão é que assistam a tarde, mas em hipótese alguma o façam a noite, pois sua imaginação vai comê-lo vivo. No mais, o elenco é desconhecido, a fotografia do filme é excelente, bem como a direção de arte que fazem o filme horripilante, dos 8 filmes da lista, esse e “Penny Dreadful“ são os mais assustadores, vale a pena sim assistir!
Ficha Técnica Título no Brasil: Cadáveres Título Original: Unrest País de Origem: EUA Gênero: Terror Classificação: 16 anos Duração: 85 minutos Ano de Lançamento: 2006 Site Oficial: www.unrestfulmovie.com Estúdio/Distrib.: Focus Filmes Direção: Jason Todd Ipson
SINOPSE
Quatro estudantes de medicina iniciam o primeiro ano com aulas de anatomia, onde seus limites serão testados enquanto dissecam cadáveres. Alison, uma das estudantes, ao deparar-se pela primeira vez com seu cadáver, cujo apelido é Nora, começa a ter maus presságios, como se alguma coisa não estivesse certo com respeito a Nora e a maneira pela qual a mesma morreu. Atéia, Alison começa a desenvolver um comportamento obsessivo em relação a Nora, alegando estar tendo visões sobrenaturais, das quais seus companheiros de grupo e seu professor duvidam, até que alunos e funcionários do hospital começam a morrer e Alison tem que descobrir o mistério de Nora antes que seja tarde de mais.
CRÍTICA
Não é um filme de terror muito assustador, é o clássico cadáver que vem com uma maldição qualquer e começa a matar todo mundo. Não é nada de mais, mas para os loucos por terror, assistam pois é diversão, vale comentar que em termos de maquiagem o longa deixa a desejar um pouco, nada que estrague os pequenos sustos! Quantos aos efeitos, também são básicos, nada que nos pregue grandes susto! De fato prende nossa atenção, os cadáveres são uma coisa!
Ficha Técnica Título no Brasil: Encontro Com A Morte Título Original: Penny Dreadful País de Origem: EUA Gênero: Terror Classificação: 16 anos Duração: 92 minutos Ano de Lançamento: 2006 Estúdio/Distrib.: After Dark Films e Brandes Films International Direção: Richard Brandes
SINOPSE
Depois de ter os pais mortos em um violento acidente de automóvel, a jovem Penny Dearborn, interpretada por Rachel Miner – atriz que aparece em dois filmes dos dois festivais de horror, 2008 e 2009, bem como em outros filmes – Butterfly Effect: Revelation (2009), Tooth & Nail (2007) e The Black Dahlia (2006), começa a ter fobia de carros. Para vencer essa fobia, ela procura um terapeuta e encontra pela frente uma médica determinada a acabar com seus terríveis medos. Essa médica é Orianna Volker, interpretada por Mimi Rogers[Lost in Space (1998) e "Tales from the Crypt"], que sugere à jovem que ambas façam uma longa viagem de carro para que ela possa confrontar seu medo. No entanto, o que parecia ser uma cura vira o pior dos pesadelos, pois ao dirigir no meio das montanhas gelas e durante a noite, Orianna acaba atropelando uma pessoa, que a princípio sai ilesa do acidente e que em troca de uma carona, a mesma não iria a polícia. Orianna concorda em levar o estranho até uma estrada de terra no meio do nada, longe da estrada principal. Quando ele desce do carro, elas percebem a grande estupidez que fizeram!
CRÍTICA
Dois 8 filmes dessa lista, esse é o que mais deixa agente tenso. A grande arte de se fazer um filme de terror sem usar efeitos ou maquiagem estão comprovadas nesse longa, que deixa agente apavorado do começo ao fim, principalmente por não sabermos até o final do filme, se as personagens estão lidando com o natural ou supernatural. Só uma imagem da mão do carona no banco de trás do carro, faz agente ter um “chilique” no sofá. O suspense é de matar de medo, principalmente se assistirmos a esse longa a noite. As interpretações são excelentes, assim como a direção. Não deixem de assistir a esse longa!
Ficha Técnica Título no Brasil: Carta Para a Morte Título Original: The Gravedancers País de Origem: EUA Gênero: Terror Classificação: 16 anos Duração: 96 minutos Ano de Lançamento: 2006 Estúdio/Distrib.: Imagem Filmes Direção: Mike Mendez
SINOPSE
Três amigos se reencontram no enterro de um velho amigo. Após o funeral os três vão a um bar relembrar os velhos tempos e resolvem voltar ao cemitério para uma última despedida, no túmulo eles encontram uma carta que mudará suas vidas para sempre. Ao dançarem em cima de túmulos, como manda a carta, os três despertarão a fúria dos mortos e enfrentarão o maior terror de suas vidas.
CRÍTICA
O filme em si não é ruim, mas deixa a desejar em função dos alguns efeitos especiais e da maquiagem bem meia-boca. Alguns efeitos até passam, mas o conjunto, atores, direção, efeitos não ajuda, apesar da história ser bem original, é mais um filme de terror com pessoas suspensas em cabos atrás de fundos verdes, com maquiagens bem mal feitas e atuações bem ruins. Para quem quer uma diversão, esquece, mas para os que seguem os festivais de terror e não querem perder nada, assistam, é no mínimo um passa-tempo!
A princípio eles são uma família comum, mas algo ruim corre em suas veias. Órfãos de pai e mãe, os Hamiltons, sendo os gêmeos Wendell e Darlene mais os dois irmãos David e Francis, além de um quinto irmão que é revelado somente no final do filme, trabalham e estudam, cuidam da casa e uns dos outros. Os irmãos Buscam manter um perfil discreto entre as comunidades em que vão passando, pois eles mudam com freqüência de casa. No entanto a família possui uma doença que faz com que eles tenham que cometer atrocidades para sobreviver.
CRÍTICA
Dois oito filmes, esse é o que tem a história mais original, segundo o tema, que não vou revelar se não perde a graça. Se o filme é bom? Não é dos melhores, mas mantém nossa atenção em função do mistério que gira em torno da família. Não é sangrento, não tem absolutamente nada de mais, é somente mais um filme de terror abaixo da média, mas que dar para divertir um pouco.
Ficha Técnica Título no Brasil: Almas Reencarnadas Título Original: Rinne País de Origem: Japão Gênero: Terror Classificação: 14 anos Duração: 95 minutos Ano de Lançamento: 2005 Estúdio/Distrib.: Paris Filmes Direção: Takashi Shimizu
SINOPSE
Após a primeira onda de remakes de filmes de horror orientais em Hollywood, os produtores americanos resolveram ir além: importar os diretores asiáticos que originaram a revitalização do terror no cinema. O caso mais famoso é de Takashi Shimizu, que ganhou notoriedade no Japão com “Ju-On” e, poucos anos depois, foi convidado a refazer o filme em Hollywood. O resultado foi “O Grito”, que vai ganhar seqüência também dirigida por Shimizu. O diretor Shimizu disse em entrevistas que o mistério será um dos principais ingredientes do novo filme. “Essa maldição não vai terminar, na verdade, vai se espalhar”, adiantou o cineasta ao site Sci-Fi Wire. Para aumentar o clima de horror dos filmes asiáticos, O Grito 2 foi filmado em Tóquio, no Japão, e boa parte do elenco é japonês. Já o terror “Rinne”, conhecido nos EUA como “Reincarnation” e aqui no Brasil como “Almas Reencarnadas”, é o novo trabalho do diretor antes de “O Grito 2″. No trama do filme, um professor universitário inicia um massacre num hotel turístico, matando 11 hóspedes e funcionários. Enquanto filma seus atos com uma câmera 8mm, ele esfaqueia uma vítima após a outra, enquanto elas tentam fugir. Trinta e cinco anos depois, Matsumura (Kippei Shiina) é um diretor que quer transformar esse crime em filme. Intitulado Memory, ele convida a atriz Nagisa Sugiura (Yuuka) para interpretar a heroína de seu projeto. Mas, quando o início das filmagens se aproxima, Nagisa começa a ter alucinações e sonhos assustadores.
CRÍTICA
Quem disse que esse filme é uma obra prima, bem como um dos melhores filmes de terror de todos os tempos, mesmo que classificado apenas como terror psicológico, viajou, cheirou cola, comeu inseto ou faltou na escola, os efeitos especiais são realmente fantásticos e a direção também, mas ainda assim não convence! Tem gente que curte filme Japonês, eu pessoalmente não sou fã pois a língua impede que haja uma conexão do público com o longa.
Eu já assisti a alguns filmes de origem japonesa e coreano, e acreditem, são fantásticos, nesse filme o que vale é a história que é interessante, mas como eu disse antes, é difícil criar uma conexão com o longa ou qualquer personagem, acredito que só vale assistir aqueles que curtem filme Japonês. Talvez seja preciso acostumar com a língua, assim como fizemos com o inglês, pois não é a falta de entendimento das falas, mas sim a sonoridade que é super diferente.
Ficha Técnica Título no Brasil: Zombies Título Original: Wicked Little Things / Zombies País de Origem: EUA Gênero: Terror Classificação: 16 anos Duração: 161 minutos Ano de Lançamento: 2006 Estúdio/Distrib.: California Home Vídeo Direção: J.S.Cardone
SINOPSE
A recém viúva Karen Tunny e suas duas filhas, Sarah e Emma, se mudam para uma casa, numa remota montanha, herdada por Karen que pertencia a família de seu marido. Todavia, ela não tem consciência de que a casa fica perto de uma velha mina onde, no início do século XX, crianças eram usadas em trabalhos forçados nas minas de carvão pertencente a uma família local, cujos quais eram os magnatas da cidade, até que um dia uma tragédia fez com que várias crianças morressem soterradas e dessa tragédia nasceu um mal que anda a solto nas montanhas.
CRÍTICA
Se analisarmos esse filme como um todo, ele é bom, não excelente, mas assusta. Se não fosse a maquiagem bem básica das crianças, seria bem mais apavorante. O longa é bem dirigido, tem um elenco conhecido e que atua bem para um filme de terror, que na minha opinião é uma arte fazer interpretação do medo, o que nesse caso o elenco fez na média, nada de mais. A história é legal, prende nossa atenção, mas o conjunto foi mal executado, roteiro, direção e efeitos. Dá para assistir? Sim, é um entretenimento bem divertido para uma tarde assistindo a filmes de terror. Tem filmes terror melhores do que esse? Tem! Mas o que vale aqui é assistir aos 8 filmes do festival e no mínimo dar boas risadas, entre bons sustos e medos apavorantes!
Confira o trailer abaixo!
Wicked Little Things – 2006
Agora que você já sabe tudo sobre os 8 filmes do Festival de Terror After Dark Horrorfest 2006, visite o site.
CRÍTICA Do mesmo diretor de Perfume: The Story of a Murderer (2006), Tom Tykwer errou na escolha do casal, Naomi Watts e Clive Owen, bem como na execução do longa, que de longe é extremamente chato e difícil de se conectar com a trama, que demora a se desenrolar e quando o faz, se perde entre um roteiro mal escrito e um elenco sem sintonia.
A primeira vista o filme atrai, e muito, mas infelizmente decepciona mais, começa pela falta de sintonia do casal Naomi Watts e Clive Owen, cujos personagens tem uma relação superficial e pouco explorada, bem como o universo de cada um deles que tão pouco é revelado ao ponto de criar uma conexão com o público, tornando quase impossível seguir a trama sem olhar no relógio algumas várias vezes.
Apesar de ser um tema pouco explorado, do ponto de vista Instituição Financeira x Política x Guerra (Revolução), nada de novo nos é apresentado, ficando um certo ar de “só isso” – no entanto a fotografia do filme é muito atraente, com ares de 007, passando por vários países da Europa, mas sem as perseguições frenéticas de Bond, apenas pontos da trama, que de alguma forma deveriam complementar o enredo, mas não o fazem com eficácia, criando mais pontos de distração do que de conexão.
Esperem para assistir em DVD, sem dúvida alguma o longa metragem não merece ser assistido nos cinemas. Mas para aqueles que ainda assim querem arriscar, escolham um horário bem cedo, pois assim quando acabar, dará tempo de pegar outra sessão para assistir algo que realmente valha apena!
Fiquem espertos! 50% ou mais dos filmes em cartaz nos cinemas, já foram lançados em seus países de origem e/ou em Festivais de Cinema...
Portanto ao procurarem um filme, não esqueçam de considerar os anos de lançamento de 2006, 2007 e 2008, na maioria os de 2007 e 2008 que estão em cartaz em alguns cinemas brasileiros!