Tania Van De Merwe é interpretada por Vanessa Haywood – esse é o primeiro trabalho da atriz.
SINOPSE
Há 20 anos atrás uma raça alienígena aporta na África do Sul, na cidade de Johannesburg, no entanto ao invés de uma infiltração bélica ou a busca por troca de conhecimentos, os alienígenas só queriam um lugar para viver. Instalados no Distrito 9, as nações não chegaram a uma conclusão do que fazer com os novos inquilinos do planeta Terra e passaram o controle dos refugiados para uma empresa privada chamada Multi-National United – MNU, que por sua vez está mais interessada em roubar os segredos bélicos dos extraterrestres do que na sua própria segurança.
Em meio a toda esta tensão WikusVan De Merwe, um operativo MNU, acaba acidentalmente exposto a um fluído alienígena que começa a mudar seu DNA, tornando-o possivelmente a chave pelo controle tecnológico alienígena. Wikus passa a ser a pessoa mais procurada do planeta e só há um lugar onde ele pode se esconder – o DISTRITO 9.
Equilíbrio perfeito entre os gêneros sci-fi e drama, “Distrito 9” é uma das melhores ficções já feitas e um dos acontecimentos cinematográficos do ano. A história é perfeita e os efeitos especiais são surpreendentes, a ponto de nos envolvermos emocionalmente com a causa dos alienígenas, além de torcer muito pelos “camarões” – assim chamados pelos humanos, pois os alienígenas são muito parecidos com um camarão – O personagem Christopher Johnson é um alienígena esperto e que está disposto a tudo para voltar para casa com seu filho. O drama desse ser estranho e de aparência horrenda nos envolve profundamente, mesmo sabendo que não passam de efeitos especiais, daí a prova de um roteiro eficiente, além de extremamente bem executado, sob direção impecável e fantástica de Neill Blomkamp.
Os efeitos especiais são impressionantes, na verdade você nem fica reparando na qualidade dos efeitos, já que está mergulhado no drama psico-virtual, humanos de um lado e efeitos especiais do outro e sim os efeitos tem drama de consciência, mas é imperceptível a linha imaginária entre o personagem e a digitalização do mesmo.
O longa metragem marca a transição do “alienígena agressor” ao “alienígena vítima”. Supera-se a fase onde nós, seres humanos somos perseguidos por aliens super monstruosos, horripilantes e sem escrúpulos. Em “Distrito 9” nós somos tão monstros quanto eles, não que eles sejam evoluídos ao ponto de nos sentirmos mal, mas somos tão monstros quantos eles a ponto de nos sentirmos piores do que eles, verdadeiros animais.
Vai se encantar com Wikus, um assistente social ingênuo e ao mesmo tempo egoísta, um tanto generoso e outro tanto maldoso, um personagem cuja essência e valores se misturam entre o bem e o mal. Wikus acaba se expondo a uma substância alienígena, sofrendo mutação e passando a ser perseguido pela própria Multi-National United – MNU e uma gangue de nigerianos que acredita que ao comerem partes do corpo de um alienígena, ganham poderes e força.
O personagem WIKUS é uma verdadeira contradição, em momento algum ele demonstra piedade para com os alienígenas, nem mesmo poupa os ovos que estão em uma espécie de chocadeira. Mas ao perceber que sua vida depende de um alienígena, muda sua postura e descobre que eles são sensíveis e mais espertos do que ele imaginava.
Apesar de ficção e de ótimo entretenimento, D9 é um dos vários filmes que deturpam a imagem dos países de terceiro mundo. D9 pode ter sido uma grande alegoria sobre o Apartheid, mas existem alguns africanos que perderam a floresta para as árvores e agora estão putos com o papel que os nigerianos desempenharam no filme.
“Eu estava tão furiosa”, disse Umeano, uma nigeriana que vive em Atlanta. “Eles estavam mostrando nigerianos como corruptos, que comem alienígenas e que fazem sexo com alienígenas. Eu não podia ver isso”.
“Por que querem reduzir nigerianos à criminosos, canibais e prostitutas que dormem com animais extra-terrestres”? – Disse Dora Akunyili, ministro da Informação. “Nós tivemos o suficiente com os estereótipos aos quais somos marcados – Nós não vamos ficar sentados e permitir que as pessoas nos estigmatizem dessa forma”. Contudo, sim, os nigerianos foram retratados como extraordinariamente cruéis e sádicos no filme, aliás TODOS OS SERES HUMANOS foram retratados como cruéis e sádicos no filme.
Claro, os nigerianos estavam comendo, transando e traficando os alienígenas, mas a “Coalizão Internacional das Pessoas Brancas” de qualquer grupo de ajuda internacional que seja e como chamada, estavam literalmente sequestrando alienígenas e os estripando em laboratórios para tentar entender como suas armas funcionam. Eles são colocadas nos campos e rotineiramente são executados se ultrapassarem a linha. E, a propósito, podemos lembrar que estamos falando de selvageria com ALIENS IMAGINÁRIOS aqui? Dito isto, gostaria de SABER que gosto teriam os tais “camarões”!
Peter Jackson, o mesmo de Senhor dos Anéis, gastou apenas 30 milhões e em 2 dias o pagou. Está faturando uma fortuna pelo mundo. É um pseudo documentário, “Distrito 9″ usa câmeras de mão, imagens semelhantes às de câmeras de segurança e simulacros de noticiários, tudo isso misturado com ação sangrenta e muito tiroteio. Arrisque e assista, vale a pena!
“Melhor concebida e executada do que se esperava, essa ficção tão fascinante mantém as impressões digitais repletas de sangue de Jackson, e anuncia Blomkamp como um talento a ser olhado”. (Variety)
“Ficção-científica genuína, te apanha imediatamente e não te solta até o último plano. A direção de Blomkamp é do mais alto nível, inteligente e com descaramento”. (Hollywood Reporter)
Sylvia Ganush é interpretada por Lorna Raver – O último trabalho dela, antes desse terror foi Walkout (2006), o restante são séries de TV, interpretando personagens coadjuvantes, nada que marcasse sua participação.
SINOPSE
Christine Brown é uma ambiciosa agente de crédito de um banco em Los Angeles, ela tem um super namorado e um futuro brilhante. Mas em três dias, ela vai para o inferno. Um dia chega ao banco a misteriosa Sra. Ganush implorando pela extensão do financiamento de sua casa própria. Christine nega o pedido para impressionar seu chefe, Sr. Jacks, e acaba sendo amaldiçoada pela velhota. Perseguida por um espírito do mal, ela busca ajuda do médium Rham Jas. Christine fará de tudo para sobreviver, desde sacrifícios até feitiços, mas nada poderá deter essa força maligna, resta esperar e ir para o inferno.
CRÍTICA
Do mesmo produtor de 30 Days of Night (2007), 20,000 Leagues Under the Sea (ano indefinido), The Grudge (2004), The Evil Dead (1981 e 2010), Spider-Man 4 (2011), entre outros, DRAG ME TO HELL ou ARRASTA-ME PARA O INFERNO é um dos últimos trabalhos de Sam Raime, que dirigiu, produziu e escreveu esse longa de terror, um dos melhores filmes do gênero dos últimos tempos.
Frequentemente as pessoas são atraídas por imagens, figuras, formas, fotos, cores, etc. Quando se coloca tudo isso em um pôster, peça promocional usada em diversos segmentos comerciais, inclusive o cinematográfico, cria-se uma identidade visual, cuja qual atrai milhares, até mesmo, milhões de pessoas por todo o mundo. No caso da industria cinematográfica, confeccionar pôsteres é uma das inúmeras ações que devem ser feitas para a estréia de um longa metragem, no entanto um pôster mal feito ou mal idealizado pode prejudicar o lançamento de um filme, bem como a conexão do público para com o mesmo.
“Arrasta-me Para o Inferno” chamou a atenção quando lançou o pôster oficial, deixando os aficionados por filmes e terror de cabelos em pé. Realmente o pôster, como mostrado abaixo, é fantástico e ao contrário da maioria dos pôsteres de filmes de qualquer gênero, esse faz jus ao filme.
Não é de hoje que saímos do cinema sussurrando a velha e famosa expressão – “achei que fosse melhor” – tudo porque julgamos o filme pelo pôster, assim como julgamos o livro pela capa, as pessoas pela aparência, etc. Mas no caso desse filme, se você acha ou achou que filme era bom por causa do pôster, acertou!
Na verdade não é bom e sim excelente, faziam anos que eu não assistia a um bom filme de terror, desses que realmente mete um “puta medo do inferno”, com perdão das palavras e que prende agente do começo ao final. Com roteiro convencional e ainda assim atraente, efeitos especiais horripilantes e direção impecável, o filme é imperdível.
A personagem que mais chama atenção e nos deixa apavorados, além de enojados – depois que você assistir vai entender – é uma senhora chamada Sylvia Ganush que é interpretada pela atriz Lorna Raver. Qualquer das inúmeras feições que a atriz faz, nos deixa apavorados, seu personagem mete mais medo do que o personagem fictício ao qual a história é focada.
Ainda em alguns cinemas, ARRASTA-ME PARA O INFERNO é uma ótima opção para os fãs do gênero, além dos sustos garantidos. Vale comentar que a atriz do cartaz não condiz com a atriz do filme, o que uma boa foto não faz! São as mesmas, porém no cartaz ela é selvagem e sexy, ao contrário da imagem passada no filme, de uma mulher frágil e confusa.
Excelente Opção Para Quem Curte Terror Com Fundo de Verdade – Imperdível!
Gênero: Terror Censura: 14 anos Duração: 103 min Direção: Peter Cornwell Com: Amanda Crew, Elias Koteas, Virginia Madsen, Kyle Gallner, Martin Donovan, Kellan Rhude, D. W. Brown, Ty Wood. Local de Filmagem: Teulon, Manitoba, Canada e Winnipeg, Manitoba, Canada. Produção: Paul Brooks, Daniel Farrands, Phyllis Laing, Wendy Rhoads, Andrew Trapani Roteiro: Adam Simon e Tim Metcalfe Fotografia: Adam Swica Trilha Sonora: Robert J. Kral Distribuidora: Imagem Filmes e Lionsgate Estúdio: Gold Circle Films e Integrated Films & Management ¨
SINOPSE Baseado em uma história verídica e assustadora, o longa metragem relata o encontro de uma família com as forças obscuras do sobrenatural.
Quando a família Campbell se muda para Connecticut, afim de proporcionar maior conforto ao jovem Matt, interpretado por Kyle Gallner – o garoto de Smallville que interpreta o The Flash - ["Smallville" como Bart Allen, A Nightmare on Elm Street (2010) e Jennifer's Body (2009)] que está submetido a um tratamento alternativo de combate ao câncer, em um hospital na cidade, acabam alugando uma antiga casa, grande e muito bem localizada, por um preço muito abaixo do seu real valor.
Passados uns dias, eles descobrem que a casa possui uma história perturbadora: além ter sido uma funerária onde fatos inconcebíveis aconteceram, Jonah, o filho sensitivo do ex-proprietário da casa, tinha a função de mensageiro espiritual, oferecendo um canal para as entidades espirituais que quisessem se comunicar com seu entes vivos.
Jonah a ponte entre os que ficaram e os que foram, está na casa novamente e ele quer se comunicar através de Matt com a nova família que está na casa.
CRÍTICA Segundo o website original do longa metragem, a história é real. Como muitas outras histórias de espíritos assombrando casas e outros lugares, por todo o planeta, essa parece convincente.
Não são monstros ou demônios. Mas sim almas que de certa forma, estão presas no nosso universo, entre nós os vivos, como resultado de experimentos que mexem com o mundo dos mortos. Quantas histórias já ouvimos de pessoas que se curaram repentinamente após terem tido algum contato com o mundo espiritual? Pois é, essa é mais uma e acho que convence.
O filme prende nossa atenção do começo ao final. Tem algumas pessoas que acham que da metade do filme ao fim, deixa a desejar. Não é o caso, podem ir aos cinemas assistir, pois, sendo real ou não, dá um medo do inferno! É um dos filmes de terror do gênero assombração com espíritos dos últimos 2 anos, que mais chama nossa atenção e que vale a pena assistir!
Só uma dica, não façam a “brincadeira da copo” ou qualquer coisa parecida, pois se der errado, vocês estarão em maus lençóis! De qualquer forma o longa é ótimo, boas atuações, ótima direção e efeitos de primeira.
Vale comentar que no filme não há nada de “brincadeira do copo”, pois já sei que vão haver alguns leitores nervosinhos que vão comentar o que eu disse. O fato é que essa brincadeira é uma maneira de se comunicar com espíritos e, eu pessoalmente, já ouvi falar de pessoas que fizeram e a coisa acabou mal de alguma maneira. Em nenhum momento os personagens fazem a “brincadeira do copo”, mas eles fazem sessões com pessoas com dom da mediunidade. Sendo assim, o ponto principal de uma coisa ou outra, é contatar os espíritos de pessoas mortas, seja através do “copo” ou de uma pessoa com algum dom mediúnico.
EVOCANDO ESPIRITOS – 2009 (The Haunting in Connecticut)
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Leia sobre a história verdadeira!
REAL STORY OF THE HAUNTING IN CONNECTICUT
In 1987, a particularly nightmarish haunting occurred in Southington, Connecticut, to a family that had just moved in to a long empty house on Meriden Avenue.
Soon after settling in, the family discovered a small graveyard in back, an embalming chamber in the basement, and drawers full of creepy corpse photographs: their new house had previously been a Funeral Home dating back to the 1920s.
Almost immediately, the family began to experience paranormal activity – strange sounds, changes in temperature, and the appearance of mysterious figures
As the family’s lives and sanity were pushed to the edge, the mother contacted Ed and Lorraine Warren for help. Famous demonologists and paranormal investigators, the Warren’s had investigated the famed Amityville Horror case, and were the founders of the New England Society for Psychic Research.
Through their help, the family was able to uncover the terrible secrets lurking in the house and to confront the most shocking evil spirits ever seen in an American haunting.
É preciso ter em mente que o gênero “terror” tem mais liberdade para criar e produzir um longa metragem, mesmo que o elenco não seja tão conhecido ou até totalmente desconhecido, o que vale é o suspense que resulta em bons sustos, assim como um enredo bem amarrado que sempre direciona a platéia, após um susto, a uma nova expectativa de mais um outro grande susto, enfrentando junto com os personagens seus terrores, ou a descobrir no final o verdadeiro assassino.
De fato, nem uma maquiagem mal feita estraga um filme de terror bem dirigido e com um roteiro bem escrito. Lógico que os efeitos especiais vieram para proporcionar a nós uma maior conexão com a história, bem como nos aterrorizar com mais excelência, mas não são os efeitos especiais que fazem um bom filme de terror, mas sim, a história e a direção que são pontos fundamentais para o sucesso de qualquer longa do gênero, por exemplo, Stephen King que em “The Dead Zone” (81 episodes, 2002-2007) nos proporciona um suspense de matar, mas sem monstro e sangue, mas com premonições e bons roteiros e em The Mist (2007) que já esteve nos cinemas e, além de monstros e bastante sangue, tem um suspense fantástico com um final sensacional.
Mesmo com apenas um fantasma, alguns objetos assustadores e efeitos sonoros bem mixados e adicionados a cena, bons diretores fazem dessa o maior suspense aterrorizante pelo tempo que eles quiserem e nos nos deleitamos quando nos deparamos com filmes desse naipe.
Contudo ainda temos os filmes de terror que não são tão bem feitos, mas o tema nos atrai, e se o conjunto, ou seja, a atuação, maquiagem, efeitos sonoros, efeitos especiais, bom roteiro e boa direção estão em sintonia, os sustos, no mínimo estão garantidos, bem como uma boa diversão.
Abaixo, seguem os 8 filmes de terror que vão deixar você morto de medo!
Ficha Técnica Título no Brasil: Trem Fantasma Título Original: Dark Ride País de Origem: EUA Gênero: Terror Classificação: 18 anos Duração: 94 minutos Ano de Lançamento: 2006 Site Oficial: www.darkride.com Estúdio/Distrib.: Imagem Filmes Direção: Craig Singer
SINOPSE
Um grupo de seis estudantes saem em viagem no feriado, no caminho eles resolvem parar em um parque de diversão que acabara de chegar na cidade, uma das atrações, a “Dark Ride” (Trem Fantasma) atrai a atenção do grupo e vai proporcionar o maior passeio aterrorizante de suas vidas. Mas o que eles não sabem é que a 10 anos atrás duas garotas foram brutalmente assassinadas nessa mesma atração, e pior, o assassino escapou.
CRÍTICA
O tema é bem explorado, mas ainda atrai nossa atenção, o famoso brinquedo dos parques de diversão, Trem Fantasma, que em qualquer lugar do mundo é sempre uma das principais atrações, mesmo que os efeitos sejam extremamente mal feitos. Já o longa é no mínimo divertido, tem bons sustos, a maquiagem é ok, as atuação são medianas, assim como o elenco, mas no geral o suspense prevalece e o enredo é bem amarrado, sendo assim, preparem-se e vejam quem morre primeiro!
Ficha Técnica Título no Brasil: Abandonada Título Original: The Abandoned País de Origem: Espanha, UK, Bulgária Gênero: Terror Classificação: 18 anos Duração: 99 minutos Ano de Lançamento: 2006 Site Oficial: http://www.theabandonedonline.com/ Estúdio/Distrib.: After Dark Films Direção: Nacho Cerdà
SINOPSE
Uma produtora de filmes americana, contrata um investigador particular russo, para descobrir quem são seus pais biológicos, já que a mesma é adotada. O investigador a contata e solicita que ela vá a Rússia ao encontro dele, pois o mesmo descobriu a sua procedência. Ao informar o nome de sua mãe natural, o investigador também comunica que além de estar morta, ela havia deixado de herança uma fazenda no meio das montanhas, abandonada e isolada por um rio. Marie ou Milla segue viagem para lá e nem imagina com quem ela vai encontrar, o que ela vai encontrar e pior, como ela vai conseguir voltar.
CRÍTICA
Confuso, mas assustador, essas são as primeiras sensações que o longa passa. Repleto de efeitos especiais, e diga-se de passagem, muito bem feitos, a história é bem bolada, mas demora um pouco para pegar a essência da trama. O suspense é de matar de susto a cada segundo do filme, minha sugestão é que assistam a tarde, mas em hipótese alguma o façam a noite, pois sua imaginação vai comê-lo vivo. No mais, o elenco é desconhecido, a fotografia do filme é excelente, bem como a direção de arte que fazem o filme horripilante, dos 8 filmes da lista, esse e “Penny Dreadful“ são os mais assustadores, vale a pena sim assistir!
Ficha Técnica Título no Brasil: Cadáveres Título Original: Unrest País de Origem: EUA Gênero: Terror Classificação: 16 anos Duração: 85 minutos Ano de Lançamento: 2006 Site Oficial: www.unrestfulmovie.com Estúdio/Distrib.: Focus Filmes Direção: Jason Todd Ipson
SINOPSE
Quatro estudantes de medicina iniciam o primeiro ano com aulas de anatomia, onde seus limites serão testados enquanto dissecam cadáveres. Alison, uma das estudantes, ao deparar-se pela primeira vez com seu cadáver, cujo apelido é Nora, começa a ter maus presságios, como se alguma coisa não estivesse certo com respeito a Nora e a maneira pela qual a mesma morreu. Atéia, Alison começa a desenvolver um comportamento obsessivo em relação a Nora, alegando estar tendo visões sobrenaturais, das quais seus companheiros de grupo e seu professor duvidam, até que alunos e funcionários do hospital começam a morrer e Alison tem que descobrir o mistério de Nora antes que seja tarde de mais.
CRÍTICA
Não é um filme de terror muito assustador, é o clássico cadáver que vem com uma maldição qualquer e começa a matar todo mundo. Não é nada de mais, mas para os loucos por terror, assistam pois é diversão, vale comentar que em termos de maquiagem o longa deixa a desejar um pouco, nada que estrague os pequenos sustos! Quantos aos efeitos, também são básicos, nada que nos pregue grandes susto! De fato prende nossa atenção, os cadáveres são uma coisa!
Ficha Técnica Título no Brasil: Encontro Com A Morte Título Original: Penny Dreadful País de Origem: EUA Gênero: Terror Classificação: 16 anos Duração: 92 minutos Ano de Lançamento: 2006 Estúdio/Distrib.: After Dark Films e Brandes Films International Direção: Richard Brandes
SINOPSE
Depois de ter os pais mortos em um violento acidente de automóvel, a jovem Penny Dearborn, interpretada por Rachel Miner – atriz que aparece em dois filmes dos dois festivais de horror, 2008 e 2009, bem como em outros filmes – Butterfly Effect: Revelation (2009), Tooth & Nail (2007) e The Black Dahlia (2006), começa a ter fobia de carros. Para vencer essa fobia, ela procura um terapeuta e encontra pela frente uma médica determinada a acabar com seus terríveis medos. Essa médica é Orianna Volker, interpretada por Mimi Rogers[Lost in Space (1998) e "Tales from the Crypt"], que sugere à jovem que ambas façam uma longa viagem de carro para que ela possa confrontar seu medo. No entanto, o que parecia ser uma cura vira o pior dos pesadelos, pois ao dirigir no meio das montanhas gelas e durante a noite, Orianna acaba atropelando uma pessoa, que a princípio sai ilesa do acidente e que em troca de uma carona, a mesma não iria a polícia. Orianna concorda em levar o estranho até uma estrada de terra no meio do nada, longe da estrada principal. Quando ele desce do carro, elas percebem a grande estupidez que fizeram!
CRÍTICA
Dois 8 filmes dessa lista, esse é o que mais deixa agente tenso. A grande arte de se fazer um filme de terror sem usar efeitos ou maquiagem estão comprovadas nesse longa, que deixa agente apavorado do começo ao fim, principalmente por não sabermos até o final do filme, se as personagens estão lidando com o natural ou supernatural. Só uma imagem da mão do carona no banco de trás do carro, faz agente ter um “chilique” no sofá. O suspense é de matar de medo, principalmente se assistirmos a esse longa a noite. As interpretações são excelentes, assim como a direção. Não deixem de assistir a esse longa!
Ficha Técnica Título no Brasil: Carta Para a Morte Título Original: The Gravedancers País de Origem: EUA Gênero: Terror Classificação: 16 anos Duração: 96 minutos Ano de Lançamento: 2006 Estúdio/Distrib.: Imagem Filmes Direção: Mike Mendez
SINOPSE
Três amigos se reencontram no enterro de um velho amigo. Após o funeral os três vão a um bar relembrar os velhos tempos e resolvem voltar ao cemitério para uma última despedida, no túmulo eles encontram uma carta que mudará suas vidas para sempre. Ao dançarem em cima de túmulos, como manda a carta, os três despertarão a fúria dos mortos e enfrentarão o maior terror de suas vidas.
CRÍTICA
O filme em si não é ruim, mas deixa a desejar em função dos alguns efeitos especiais e da maquiagem bem meia-boca. Alguns efeitos até passam, mas o conjunto, atores, direção, efeitos não ajuda, apesar da história ser bem original, é mais um filme de terror com pessoas suspensas em cabos atrás de fundos verdes, com maquiagens bem mal feitas e atuações bem ruins. Para quem quer uma diversão, esquece, mas para os que seguem os festivais de terror e não querem perder nada, assistam, é no mínimo um passa-tempo!
A princípio eles são uma família comum, mas algo ruim corre em suas veias. Órfãos de pai e mãe, os Hamiltons, sendo os gêmeos Wendell e Darlene mais os dois irmãos David e Francis, além de um quinto irmão que é revelado somente no final do filme, trabalham e estudam, cuidam da casa e uns dos outros. Os irmãos Buscam manter um perfil discreto entre as comunidades em que vão passando, pois eles mudam com freqüência de casa. No entanto a família possui uma doença que faz com que eles tenham que cometer atrocidades para sobreviver.
CRÍTICA
Dois oito filmes, esse é o que tem a história mais original, segundo o tema, que não vou revelar se não perde a graça. Se o filme é bom? Não é dos melhores, mas mantém nossa atenção em função do mistério que gira em torno da família. Não é sangrento, não tem absolutamente nada de mais, é somente mais um filme de terror abaixo da média, mas que dar para divertir um pouco.
Ficha Técnica Título no Brasil: Almas Reencarnadas Título Original: Rinne País de Origem: Japão Gênero: Terror Classificação: 14 anos Duração: 95 minutos Ano de Lançamento: 2005 Estúdio/Distrib.: Paris Filmes Direção: Takashi Shimizu
SINOPSE
Após a primeira onda de remakes de filmes de horror orientais em Hollywood, os produtores americanos resolveram ir além: importar os diretores asiáticos que originaram a revitalização do terror no cinema. O caso mais famoso é de Takashi Shimizu, que ganhou notoriedade no Japão com “Ju-On” e, poucos anos depois, foi convidado a refazer o filme em Hollywood. O resultado foi “O Grito”, que vai ganhar seqüência também dirigida por Shimizu. O diretor Shimizu disse em entrevistas que o mistério será um dos principais ingredientes do novo filme. “Essa maldição não vai terminar, na verdade, vai se espalhar”, adiantou o cineasta ao site Sci-Fi Wire. Para aumentar o clima de horror dos filmes asiáticos, O Grito 2 foi filmado em Tóquio, no Japão, e boa parte do elenco é japonês. Já o terror “Rinne”, conhecido nos EUA como “Reincarnation” e aqui no Brasil como “Almas Reencarnadas”, é o novo trabalho do diretor antes de “O Grito 2″. No trama do filme, um professor universitário inicia um massacre num hotel turístico, matando 11 hóspedes e funcionários. Enquanto filma seus atos com uma câmera 8mm, ele esfaqueia uma vítima após a outra, enquanto elas tentam fugir. Trinta e cinco anos depois, Matsumura (Kippei Shiina) é um diretor que quer transformar esse crime em filme. Intitulado Memory, ele convida a atriz Nagisa Sugiura (Yuuka) para interpretar a heroína de seu projeto. Mas, quando o início das filmagens se aproxima, Nagisa começa a ter alucinações e sonhos assustadores.
CRÍTICA
Quem disse que esse filme é uma obra prima, bem como um dos melhores filmes de terror de todos os tempos, mesmo que classificado apenas como terror psicológico, viajou, cheirou cola, comeu inseto ou faltou na escola, os efeitos especiais são realmente fantásticos e a direção também, mas ainda assim não convence! Tem gente que curte filme Japonês, eu pessoalmente não sou fã pois a língua impede que haja uma conexão do público com o longa.
Eu já assisti a alguns filmes de origem japonesa e coreano, e acreditem, são fantásticos, nesse filme o que vale é a história que é interessante, mas como eu disse antes, é difícil criar uma conexão com o longa ou qualquer personagem, acredito que só vale assistir aqueles que curtem filme Japonês. Talvez seja preciso acostumar com a língua, assim como fizemos com o inglês, pois não é a falta de entendimento das falas, mas sim a sonoridade que é super diferente.
Ficha Técnica Título no Brasil: Zombies Título Original: Wicked Little Things / Zombies País de Origem: EUA Gênero: Terror Classificação: 16 anos Duração: 161 minutos Ano de Lançamento: 2006 Estúdio/Distrib.: California Home Vídeo Direção: J.S.Cardone
SINOPSE
A recém viúva Karen Tunny e suas duas filhas, Sarah e Emma, se mudam para uma casa, numa remota montanha, herdada por Karen que pertencia a família de seu marido. Todavia, ela não tem consciência de que a casa fica perto de uma velha mina onde, no início do século XX, crianças eram usadas em trabalhos forçados nas minas de carvão pertencente a uma família local, cujos quais eram os magnatas da cidade, até que um dia uma tragédia fez com que várias crianças morressem soterradas e dessa tragédia nasceu um mal que anda a solto nas montanhas.
CRÍTICA
Se analisarmos esse filme como um todo, ele é bom, não excelente, mas assusta. Se não fosse a maquiagem bem básica das crianças, seria bem mais apavorante. O longa é bem dirigido, tem um elenco conhecido e que atua bem para um filme de terror, que na minha opinião é uma arte fazer interpretação do medo, o que nesse caso o elenco fez na média, nada de mais. A história é legal, prende nossa atenção, mas o conjunto foi mal executado, roteiro, direção e efeitos. Dá para assistir? Sim, é um entretenimento bem divertido para uma tarde assistindo a filmes de terror. Tem filmes terror melhores do que esse? Tem! Mas o que vale aqui é assistir aos 8 filmes do festival e no mínimo dar boas risadas, entre bons sustos e medos apavorantes!
Confira o trailer abaixo!
Wicked Little Things – 2006
Agora que você já sabe tudo sobre os 8 filmes do Festival de Terror After Dark Horrorfest 2006, visite o site.
CRÍTICA Do mesmo diretor de Perfume: The Story of a Murderer (2006), Tom Tykwer errou na escolha do casal, Naomi Watts e Clive Owen, bem como na execução do longa, que de longe é extremamente chato e difícil de se conectar com a trama, que demora a se desenrolar e quando o faz, se perde entre um roteiro mal escrito e um elenco sem sintonia.
A primeira vista o filme atrai, e muito, mas infelizmente decepciona mais, começa pela falta de sintonia do casal Naomi Watts e Clive Owen, cujos personagens tem uma relação superficial e pouco explorada, bem como o universo de cada um deles que tão pouco é revelado ao ponto de criar uma conexão com o público, tornando quase impossível seguir a trama sem olhar no relógio algumas várias vezes.
Apesar de ser um tema pouco explorado, do ponto de vista Instituição Financeira x Política x Guerra (Revolução), nada de novo nos é apresentado, ficando um certo ar de “só isso” – no entanto a fotografia do filme é muito atraente, com ares de 007, passando por vários países da Europa, mas sem as perseguições frenéticas de Bond, apenas pontos da trama, que de alguma forma deveriam complementar o enredo, mas não o fazem com eficácia, criando mais pontos de distração do que de conexão.
Esperem para assistir em DVD, sem dúvida alguma o longa metragem não merece ser assistido nos cinemas. Mas para aqueles que ainda assim querem arriscar, escolham um horário bem cedo, pois assim quando acabar, dará tempo de pegar outra sessão para assistir algo que realmente valha apena!
Jack Monahan é interpretado por Antonio Banderas[My Mom's New Boyfriend (2008), The Mask of Zorro (1998) e Shrek Goes Fourth (2010)], um criminoso que não está em seu melhor dia. Sua sorte muda quando cruza com Ripley, interpretado por Morgan Freeman[The Dark Knight (2008), Wanted (2008) e Feast of Love (2007)], um experiente ladrão que o convida a participar de um grande e arriscado golpe: o roubo de uma das mais valiosas jóias do mundo, que está guardada a sete chaves em uma joalheria russa. Para quitar uma dívida com a máfia, Ripley (Freeman) deverá fazer um trabalho limpo e perfeito. Mas nem tudo acontece como deveria e nem todos são o que parecem, nesta trama surpreendente.
CRÍTICA
Apesar de ter tido uma estréia discreta nos EUA, “The Code” ou “Thick as Thieves” – aqui “titulado” como “Jogos Entre Ladrões” surpreende pelo suspense com um toque romântico e uma bela pitada de humor, marca registrada de Banderas. Sem sombra de dúvidas vale a pena sim assistir nos cinemas e mesmo tendo estréias mais interessantes, ainda assim o filme é bom, mas lembrem, nada de novo, apenas uma diversão garantida, já que o tema é mais do que batido.
“O Dia em que a Terra Parou” nos conta a história de um alienígena que chega a Terra para destruí-la. Repleto de efeitos especiais, o longa metragem é estrelado por Keanu Reeves[The Lake House (2006), Constantine (2005) e Something's Gotta Give (2003)], que interpreta Klaatu, um alienígena cuja chegada desencadeia uma reviravolta de proporções globais.
Enquanto os governos e os cientistas se apressam para solucionar o mistério por trás da aparição desse visitante, uma cientista, Helen Benson, vivida por Jennifer Connelly[He's Just Not That Into You (2009), Inkheart (2008) e Dark City (1998)] e seu enteado se envolvem na missão dele e passam a entender o porquê de Klaatu se autodenominar “amigo do planeta Terra”.
CRÍTICA
Dia 28 de Setembro de 1951 nos Estados Unidos, estreava The Day the Earth Stood Still em preto e branco e desde então o filme se tornou um clássico. 57 anos depois, o remake chega aos cinemas de todo o mundo, colorido e com Keanu Reeves.
Qualquer que tenha sido o impacto causado pelo longa metragem lançado em 1951, não se compara ao impacto causado pelo remake lançado em 2008. Após ter lido inúmeras críticas sobre o longa, confirmei minhas suspeitas: o filme, de uma maneira geral, foi considerado uma verdadeira bomba pela crítica mundial – desde amadores até profissionais.
Os dois aspectos do longa metragem que viabilizaram seu fracasso foram: o gênero e o tema.
O problema é que filmes de Sci-Fi são tão abundantes que esse não surpreendeu nem um pouquinho, nem a história que tem inúmeras falhas no roteiro e que não atingiram alguns fatores chave na construção do enredo e conseqüentemente falharam na criação do elo entre o público e a história.
Por outro lado é mais um filme de Sci-Fi com apelo aos problemas ambientais que o planeta vem enfrentando pela destruição da natureza. No entanto, além de termos aí um alerta ambiental, ainda temos um drama familiar, uma sociedade violenta, um planeta desconfiado e um alienígena pronto para dar um fim nisso tudo. Nesse sentido vale a pena sim assistir simplesmente pela diversão e sem mencionar o fato da curiosidade de assistir um remake de um clássico.
Na realidade o que prende mesmo são os efeitos especiais que são bons mas não fantásticos e Keanu é e sempre será “filho de Matrix” e realmente ele precisa se esforçar mais e sair dessa zona de conforto dos longas metragens do gênero Sci-Fi, que garantem a ele e seus produtores bons lucros com as bilheterias.
Tirando o alienígena, o resto nós todos estamos bem familiarizados com a situação caótica da Terra e mesmo assim a 20th Century Fox enviou para o espaço o filme que além de ser um fracasso, pode dar um “bela” de uma impressão errada, ai se esse filme cai em mãos erradas…
CURIOSIDADES
Na época (1951) em que foi produzido, o longa virou um apelo pacifista pelo fim da Guerra Fria que estava em sua fase inicial. A trama nasceu do conto Farewell to the Master, publicado em 1940 por Harry Bates.
Um ser de outro planeta vem à Terra entregar ao presidente um presente, mas é impedido por soldados. Ele é preso e se esconde em uma pensão onde conhece Helen e seu filho Bobby. Klaatu se decepciona várias vezes com os humanos ao se deparar com o uso desenfreado de armas de fogo.
E, por isso, faz um alerta: A Terra será destruída caso os seus habitantes não mudem essa postura. Jennifer Connelly (“Pecados Íntimos”) e Jaden Smith, o filho de Will Smith que estreou no cinema em “À Procura da Felicidade”, completam o elenco principal do filme.
A 20th Century Fox anunciou que será o primeiro estúdio a mandar um filme para o espaço – não no sentido figurado, mas literal mesmo. A transmissão de “O Dia em que a Terra Parou” começou no final de 2008 através da Deep Space Communications Network, no Cabo Canaveral (EUA) e, daqui a quatro anos, qualquer civilização que estiver na órbita de Alpha Centauri poderá ver a Jennifer Connelly em ação.
Da diretora Catherine Hardwicke, “Twilight” ou “Crepúsculo” é seu primeiro longa-metragem que encabeça as bilheterias por todo o mundo, pelo menos por onde já tenha estreado. Ela dirigiu somente outros 3 filmes antes desse: The Nativity Story (2006), Lords of Dogtown (2005) e Thirteen (2003) – em seu currículo também há outras inúmeras participações, por exemplo, como designer de produção em Vanilla Sky (2001).
Adaptação de uma série de dez histórias criadas e escritas pela americana Stephenie Meyer, (www.stepheniemeyer.com) “Twilight” ou “Crepúsculo” é uma história que poderia ser como qualquer outra, se não fosse por um elemento irresistível: o objeto da paixão da protagonista é um vampiro.
O filme já tem continuação, que por sinal é outro projeto baseado nas histórias da escritora Stephenie Meyer, New Moon está em produção e deverá ter sua estréia mundial em 2010 – continuação de Twilight (2008) – New Moon (2010).
A autora ainda comenta em seu site oficial que está decepcionada com a saída da diretora Catherine Hardwicke do segundo longa da franquia. “Sentirei falta dela, não somente porque ela é uma diretora brilhante, mas também porque é uma amiga. Ela fez coisas maravilhosas em “Crepúsculo“, contou a escritora, que se revelou uma grande fã de Hardwicke. Entretanto, Meyer conta que a presença da diretora estará oculta em “New Moon”. “Ela não nos deixou de mãos vazias, ainda vamos nos beneficiar de seu ótimo elenco e do cenário que ela criou”, completou.
No lugar de Hardwicke, ChrisWeitz (“A Bússola de Ouro“) foi contratado para o cargo de diretor. Apesar de lamentar a saída da diretora de “Crepúsculo“, Meyer revelou estar satisfeita com a escolha de Weitz. “Tive a oportunidade de conversar com Chris e posso dizer que ele está bem animado com a história e quer manter o filme o mais fiel possível ao livro“, contou. Meyer também contou que Weitz deve agradar os fãs com a fidelidade à obra e que confia no seu talento para um bom resultado. “Estou animada em trabalhar com ele, afinal é o responsável por um dos meus filmes favoritos, “Um Grande Garoto”. Acredito que ele trará uma visão boa a “New Moon”, completou.
As filmagens de “New Moon” acontecerão na Itália. O segundo filme vai mostrar a vida de Bella em sua fase mais “escura”, como a lua nova, na qual Edward a deixa para sua própria segurança.
Para a galera que esperou para ver no cinema, a estréia é nesta sexta-feira, dia 19 de Dezembro de 2008 em todas as salas de cinema do país. Mas para quem está sem tempo ou quem não quer esperar até lá, já dá para assistir via torrent.
Kristen Stewart[Into the Wild (2007), The Messengers (2007) e In the Land of Women (2007)], interpreta Isabela Swan, conhecida como Bella, uma jovem adolescente que vai morar com seu pai na nublada e chuvosa cidadezinha de Forks, depois que sua mãe decide casar-se novamente. Bella, além de ter que viver em uma cidade extremamente provinciana, na qual aparentemente todos se conhecem e se adoram, vai ter que se habituar a morar com um pai com quem nunca conviveu.
Forks é o último lugar onde Bella gostaria de viver, pelo menos é o que ela pensa até o primeiro dia de aula. No intervalo para o lanche, Bella toma conhecimenta da existência de um rapaz chamado Edward Cullen, interpretado porRobert Pattinson[New Moon (2010), Little Ashes (2008) e Harry Potter and the Order of the Phoenix (2007)], e desde esse momento, ela fica fascinada por ele, que esconde um segredo obscuro, conhecido apenas por sua família.
Eles se apaixonam, mas Edward sabe que quanto mais avançam no relacionamento, mas ele está colocando Bella e aqueles à sua volta em perigo. Quando ela descobre que Edward é, na verdade, um vampiro, ela age contra todas as expectativas imaginadas e não tem medo da sede de sangue de seu grande amor, mesmo sabendo que ele pode matá-la a qualquer momento.
Bella, interpretada por Kristen Stewart vem fazendo ótimos filmes, é o tipo de atriz que, seja qual for o personagem que ela interprete, sempre faz com que agente se envolva na trama, ela atrai nossa atenção e sempre nos emociona. Quando ela é colocada ao lado de Robert Pattinson, o resultado é fantástico, pois ele é enigmático, extremamente sensual e, ao lado dela no filme, formam um casal apaixonante, é impossível tirar os olhos deles durante todo o filme, eles juntos geram uma espécie de atração visual irresistível, somado a beleza única de Robert Pattinson, que sinceramente, é de passar mal o filme todo, dando então para entender porque Bella não dá a mínima pelo fato dele ser um vampiro, pois, não só Robert Pattinson mas o seu personagem incorporado, Edward Cullen, formam o perfeito sex appeal aos olhos de qualquer mulher, com um olhar daqueles, qualquer mulher vira o pescoço e diz: Me morde!
Além do casal puro sex appeal e sobrenatural, o filme é realmente excelente, desde a direção, roteiro e produção – efeitos especiais – tudo se encaixou com perfeição, proporcionando para o público um filme de vampiro diferente de todos já feitos até hoje. A fotografia do filme é magnífica, misturada ao romance de Bella e Edward, formam cenas deliciosas de serem assistidas.
Edward é com certeza perigoso, mas um perigo que qualquer mulher escolheria correr. Em um universo fantasioso, onde os personagens construídos pela autora Stephenie Meyer, humanos ou não, se mostram de tal forma similares em seus dilemas e comportamentos que o sobrenatural chega a parecer parecer real. Meyer torna perfeitamente possível e irresistível a paixão de uma garota de 17 anos por um vampiro, também de 17 anos mas que tem vivido pelos últimos 100. Vegetariano, ou seja, que só bebe sangue de animais, Edward tem um olhar que faz qualquer mulher se arrepiar, mesmo que seja a mais terrível criatura de todos os tempos, um vampiro extremamente sensual e encantador.
A história é muito bem sacada, não tem aqueles lances vampirescos tradicionais, como dormir em caixões, morder pessoas durante toda a história, violência sanguinária, nada disso, é uma história de amor entre uma garota e um vampiro.
É uma estréia imperdível, acredito que vai agradar a todos, lógico que sempre tem um grupo que não curte histórias de vampiros, mas para esse grupo, meu conselho é dar uma chance, pois o filme é diferente dos filmes já feitos até hoje com esse tema.
As filas serão longas, mas no final compensa! Não deixem de visitar o site oficial do filme, o site americano, que é muito legal, e não o brasileiro que é uma porcaria,
Com: Saoirse Ronan, Bill Murray, Tim Robbins, Mackenzie Crook, Martin Landau, Toby Jones, Mary Kay Place, Marianne Jean-Baptiste, Harry Treadaway, Liz Smith, Lucinda Dryzek, Kate Dickie, Simon Kunz, Frankie McCafferty, Ian McElhinney.
Do mesmo diretor de “Monster House” (2006) ou “A Casa Mosntro“, Gil Kenan arriscou e agradou com o longa-metragem “City of Ember” ou “Cidade das Sombras“, que é seu segundo filme e com certeza um grande sucesso, já o roteiro ficou por conta de Caroline Thompson, a mesma que fez o roteiro de “The Secret Garden (1993)” ou “O Jardim Secreto“, que fora um grande sucesso na época.
Já a produção ficou por conta de Tom Hanks, e ele mostrou mais competência como produtor, do que como ator, já que Hanks é extremamente maçante como ator – no bom e no mal sentido – Hanks é do tipo “ame ou odeie”.
Com estréia prevista para 23 de Janeiro de 2009, “City of Ember” em português “Cidade das Sombras” é sem dúvida o filme mais original dos últimos seis meses, se não dos últimos dois anos, ainda que o título brasileiro, que por sinal, muito mal escolhido não faz jus ao filme.
Apesar da procedência do longa metragem ser americana, existem alguns sites que destacaram em suas informações sobre o filme que “Ember” é uma palavra Hungariana que significa em inglês “man“ e em português “homem“.
O filme foi feito na Irlanda do Norte, no estaleiro onde fora construído o set de filmagem do “Titanic“, que agora é a cidade das sombras com efeitos especiais e um cenário impecável.
O enredo do filme nos conta a história de uma cidade construída e confinada no subsolo, que abriga uma comunidade pelos últimos 200 anos, protegendo-a de um desastre já ocorrido e que em momento algum é especificado no filme.
O longa, adaptação do livro homônimo do autor Jeanne Duprau, conta a história sobre a cidade de Ember, famosa por sua fantástica e eterna iluminação. De repente, um dos geradores de força começa a falhar, e as lâmpadas que iluminam a cidade passam a piscar. É quando dois adolescentes iniciam uma corrida contra o tempo para descobrir pistas que irão revelar antigos mistérios sobre a existência de Ember e ajudar os cidadãos da cidade a escaparem da escuridão eterna.
A Cidade de Ember tem um ritmo próprio, uma maneira única de viver no subterrâneo. As crianças, a partir de uma determinada idade recebem, do prefeito e sua cúpula, um cargo de trabalho, que deverá atender as necessidades da cidade, e esse cargo é para sempre. Diante disso Doon e sua amiga Lina Mayfleet, interpretada por Saoirse Ronan[Death Defying Acts (2007), Atonement (2007) e The Lovely Bones (2009)], se vêem desesperados em estarem presos a cidade para o resto de suas vidas, e aí então que começa a desenrolar toda a trama, onde os dois amigos buscam uma maneira de sair do subterrâneo e finalmente viverem sob a luz do dia, algo que eles nunca presenciaram em toda sua existência, não pelos últimos 200 anos, onde foram confinados nessa comunidade subterrânea chamada Ember.
Segundo publicado pelo site Wikipedia, a recepção do longa-metragem pelos críticos foi bem variada, agradando uns e nem tanto outros. Foi relatado que 47% dos críticos deram opiniões positivas com base em 48 comentários.
Dentro desse universo de comentários, houve um consenso de que o filme visualmente prende a atenção e tem um magnífico elenco, mas, infelizmente, está faltando em ambos ação e aventura. De fato, o longa, apesar de ser muito bom, deixa a desejar quanto a intensidade da ação e aventura que é sentida apenas no contexto geral da história, ao passo que poderia ser visualmente mais aventureiro com aquele frenesi de filmes de ação estilo “indiana jones”, cheios de mistérios a serem descobertos e com personagens mais explorados.
Depois de assistir ao filme, tem-se a sensação de que faltou mais, como um enredo mais profundo, mais explorado com relação aos personagens centrais, Doom e Lina, cujas histórias são bem superficiais, deixando passar apenas a idéia de dois adolescentes que querem salvar a cidade de um desastre fatal.
Mesmo assim o filme é digno de se enfrentar filas no cinema para assisti-lo, é uma história original, tem um visual super bacana e realmente agente fica ansioso para descobrir como sair da cidade.
Apesar de serem gêneros diferentes, “Doomsday” é melhor que “Max Payne”, é tudo tão absurdo que “Doomsday” acaba sendo mais interessante do ponto de vista diversão, ação, suspense, fotografia e execução. Quando o filme acaba, pelo menos dá uma sensação de divertimento adquirido, diferente de “Max Payne” que quando acaba a sensação é de distração (perda de tempo) e não de diversão (passa tempo)…
Então quando você for a uma sala de cinema e ao chegar na porta você pensa: Ferrou! Está tudo lotado… Ah… Mesmo assim você queria curtir um cineminha, bom então se esse filme estiver em cartaz, assista, mas somente se for sua única opção. O longa é do tipo ação meia boca, daqueles filmes que você quer saber o desfecho (já que começou a assistir) mesmo sendo uma “pequena bomba”.
Na verdade o título do filme atrai bastante, os atores são bons e a fotografia valoriza o longa em geral. Como eu disse antes, prefiro esse (doomsday) do que “Max Payne” que me irritou o filme todo. Engraçado que “Doomsday” é uma mistura clara de “Mad Max Beyond Thunderdome (1985)” e “Resident Evil: Apocalypse (2004)”, só que ao invés de termos Milla Jovovich (“Chatavich” - que apesar de sua beleza estonteante, ela é péssima atriz, todos os filmes em que ela participa, suas falas são mínimas, assim como suas roupas), temos Rhona Mitra que é muito mais bonita, e atua muito melhor (também não é uma ótima atriz, mas vai chegar lá com o tempo), pelo menos ela tenta.
Bom, esse filme entrará em cartaz ainda esse ano, na verdade já deveria ter estreado em Novembro, mas já tem anúncio desse longa metragem em uma rede de cinemas, então é só ficar de olho, no entanto sua estréia nos EUA fora em Março de 2008.
O personagem principal é da atriz Rhona Mitra [Underworld: Rise of the Lycans (2009), The Number 23 (2007) e Shooter (2007)], Alice, que é uma agente do governo que tem como missão entrar na zona de contenção (local contaminado com um virus mortal, onde todo mundo fora deixado para morrer nos últimos 30 anos) e procurar a cura para o vírus que aparentemente conseguiu ultrapassar a tal zona de contenção.
Obviamente ela é uma “garota rambo” e os rapazes vão adorá-la, pois realmente ela é muito bonita, além de estar em plena forma.
O filme tem uma ação eletrizante, com violência declarada, provavelmente a versão “Unrated” que tem em torrent não será a que estará em cartaz nos cinemas, como eu disse antes, é no mínimo divertido!
No site oficial o visitante poderá se divertir com um jogo de tiro em 3D chamado “Doomsday – Marauder Massacre Game”, em que se deve utilizar o mouse para aniquilar o maior número de zumbis possíveis.
Fiquem espertos! 50% ou mais dos filmes em cartaz nos cinemas, já foram lançados em seus países de origem e/ou em Festivais de Cinema...
Portanto ao procurarem um filme, não esqueçam de considerar os anos de lançamento de 2006, 2007 e 2008, na maioria os de 2007 e 2008 que estão em cartaz em alguns cinemas brasileiros!