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Archive for the ‘Ação’ Category

DISTRITO 9 – 2009 (District 9 / D9)

Drama Humano x Drama Alienígena Sci-Fi de Blomkamp é um dos Acontecimentos Cinematográficos do Ano.

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Gênero: Ficção Científica, Suspense, Drama, Ação

Censura: 16 anos

Duração: 112 min

Direção: Neill Blomkamp

Com: Sharlto Copley, Nathalie Boltt, Vanessa Haywood

Local de Filmagem: Johannesburg, Gauteng, South Africa e Miramar, Wellington, New Zealand

Produção: Peter Jackson e Philippa Boyens

Roteiro: Terri Tatchell e Neill Blomkamp

Fotografia: Trent Opaloch

Distribuidora: Sony Pictures

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QUEM É QUEM

Wikus Van De Merwe é interpretado por Sharlto Copley – não é ator e sim especialista em efeitos especiais da equipe do diretor Neill Blomkamp;

Sarah Livingstone – Sociologista é interpretada por Nathalie BolttDoomsday (2008)“The Triangle” (2005) e Route 30 (2008);

Tania Van De Merwe é interpretada por Vanessa Haywood – esse é o primeiro trabalho da atriz.

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SINOPSE

Há 20 anos atrás uma raça alienígena aporta na África do Sul, na cidade de Johannesburg,  no entanto ao invés de uma infiltração bélica ou a busca por troca de conhecimentos, os alienígenas só queriam um lugar para viver. Instalados no Distrito 9, as nações não chegaram a uma conclusão do que fazer com os novos inquilinos do planeta Terra e passaram o controle dos refugiados para uma empresa privada chamada Multi-National United – MNU, que por sua vez está mais interessada em roubar os segredos bélicos dos extraterrestres do que na sua própria segurança.

Em meio a toda esta tensão Wikus Van De Merwe, um operativo MNU, acaba acidentalmente exposto a um fluído alienígena que começa a mudar seu DNA, tornando-o possivelmente a chave pelo controle tecnológico alienígena. Wikus passa a ser a pessoa mais procurada do planeta e só há um lugar onde ele pode se esconder – o DISTRITO 9.

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CRÍTICA

crítica inspirada no texto de daddy

A ficção-científica “Distrito 9“, elogiada pela crítica e produzida por Peter Jackson – o mesmo produtor do tão esperado The Hobbit (2011) e The Hobbit 2 (2012), do remake King Kong (2005), da trilogia que marcou o mundo, The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring (2001), The Lord of the Rings: The Two Towers (2002) e The Lord of the Rings: The Return of the King (2003), liderou as bilheterias dos Estados Unidos na sua estréia, de acordo com o Box Office Mojo. As estimativas são de que o filme sobre uma raça alienígena refugiada em território da África do Sul tenha arrecadado US$ 37 milhões, automaticamente cobrindo seu curto orçamento de US$ 30 milhões.

Equilíbrio perfeito entre os gêneros sci-fi e drama, “Distrito 9” é uma das melhores ficções já feitas e um dos acontecimentos cinematográficos do ano. A história é perfeita e os efeitos especiais são surpreendentes, a ponto de nos envolvermos emocionalmente com a causa dos alienígenas, além de torcer muito pelos “camarões” – assim chamados pelos humanos, pois os alienígenas são muito parecidos com um camarão – O personagem Christopher Johnson é um alienígena esperto e que está disposto a tudo para voltar para casa com seu filho. O drama desse ser estranho e de aparência horrenda nos envolve profundamente, mesmo sabendo que não passam de efeitos especiais, daí a prova de um roteiro eficiente, além de extremamente bem executado, sob direção impecável e fantástica de Neill Blomkamp.

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Os efeitos especiais são impressionantes, na verdade você nem fica reparando na qualidade dos efeitos, já que está mergulhado no drama psico-virtual, humanos de um lado e efeitos especiais do outro e sim os efeitos tem drama de consciência, mas é imperceptível a linha imaginária entre o personagem e a digitalização do mesmo.

O longa metragem marca a transição do “alienígena agressor” ao “alienígena vítima”. Supera-se a fase onde nós, seres humanos somos perseguidos por aliens super monstruosos, horripilantes e sem escrúpulos. Em “Distrito 9” nós somos tão monstros quanto eles, não que eles sejam evoluídos ao ponto de nos sentirmos mal, mas somos tão monstros quantos eles a ponto de nos sentirmos piores do que eles, verdadeiros animais.

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Vai se encantar com Wikus, um assistente social ingênuo e ao mesmo tempo egoísta, um tanto generoso e outro tanto maldoso, um personagem cuja essência e valores se misturam entre o bem e o mal. Wikus acaba se expondo a uma substância alienígena, sofrendo mutação e passando a ser perseguido pela própria Multi-National United – MNU e uma gangue de nigerianos que acredita que ao comerem partes do corpo de um alienígena, ganham poderes e força.

O personagem WIKUS é uma verdadeira contradição, em momento algum ele demonstra piedade para com os alienígenas, nem mesmo poupa os ovos que estão em uma espécie de chocadeira. Mas ao perceber que sua vida depende de um alienígena, muda sua postura e descobre que eles são sensíveis e mais espertos do que ele imaginava.

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Apesar de ficção e de ótimo entretenimento, D9 é um dos vários filmes que deturpam a imagem dos países de terceiro mundo. D9 pode ter sido uma grande alegoria sobre o Apartheid, mas existem alguns africanos que perderam a floresta para as árvores e agora estão putos com o papel que os nigerianos desempenharam no filme.

“Eu estava tão furiosa”, disse Umeano, uma nigeriana que vive em Atlanta. “Eles estavam mostrando nigerianos como corruptos, que comem alienígenas e que fazem sexo com alienígenas. Eu não podia ver isso”.

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“Por que querem reduzir nigerianos à criminosos, canibais e prostitutas que dormem com animais extra-terrestres”? – Disse Dora Akunyili, ministro da Informação. “Nós tivemos o suficiente com os estereótipos aos quais somos marcados – Nós não vamos ficar sentados e permitir que as pessoas nos estigmatizem dessa forma”. Contudo, sim, os nigerianos foram retratados como extraordinariamente cruéis e sádicos no filme, aliás TODOS OS SERES HUMANOS foram retratados como cruéis e sádicos no filme.

Claro, os nigerianos estavam comendo, transando e traficando os alienígenas, mas a “Coalizão Internacional das Pessoas Brancas” de qualquer grupo de ajuda internacional que seja e como chamada, estavam  literalmente sequestrando alienígenas e os estripando em laboratórios para tentar entender como suas armas funcionam. Eles são colocadas nos campos e rotineiramente são executados se ultrapassarem a linha. E, a propósito, podemos lembrar que estamos falando de selvageria com ALIENS IMAGINÁRIOS aqui? Dito isto, gostaria de SABER que gosto teriam os tais “camarões”!

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Peter Jackson, o mesmo de Senhor dos Anéis, gastou apenas 30 milhões e em 2 dias o pagou. Está faturando uma fortuna pelo mundo. É um pseudo documentário, “Distrito 9” usa câmeras de mão, imagens semelhantes às de câmeras de segurança e simulacros de noticiários, tudo isso misturado com ação sangrenta e muito tiroteio. Arrisque e assista, vale a pena!

bom filme!

roberta vieira

http://www.d-9.com/

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ASSISTA AO TRAILER ABAIXO!

“Melhor concebida e executada do que se esperava, essa ficção tão fascinante mantém as impressões digitais repletas de sangue de Jackson, e anuncia Blomkamp como um talento a ser olhado”. (Variety)

“Ficção-científica genuína, te apanha imediatamente e não te solta até o último plano. A direção de Blomkamp é do mais alto nível, inteligente e com descaramento”. (Hollywood Reporter)

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ARRASTA-ME PARA O INFERNO – 2009 (Drag Me To Hell)

Um dos Melhores Filmes de Terror dos Últimos Tempos!

drag_me_to_hell Gênero: Terror, Suspense

Censura: 13 anos

Duração: 99 min

Direção: Sam Raimi

Com: Alison Lohman, Justin Long, Lorna Raver, Dileep Rao, David Paymer

Local de Filmagem: 20th Century Fox Studios – 10201 Pico Blvd., Century City, Los Angeles, California, USA; California State University Northridge – 18111 Nordhoff Street, Northridge, Los Angeles, California, USA; Los Angeles, California, USA; Tarzana, Los Angeles, California, USA e Union Station – 800 N. Alameda Street, Downtown, Los Angeles, California, USA

Produção: Ghost House Pictures e Sam Raimi

Roteiro: Ivan Raimi e Sam Raimi

Distribuidora: Universal Picture

 

QUEM É QUEM

Christine Brown é interpretada por Alison Lohman Gamer (2009), Beowulf (2007) e Big Fish (2003).

Clay Dalton é interpretado por Justin LongHe’s Just Not That Into You (2009), Jeepers Creepers (2001), Jeepers Creepers II (2003), Live Free or Die Hard (2007), Funny People (2009) e After.Life (2010).

Jim Jacks é interpretado por David PaymerOcean’s Thirteen (2007), Resurrecting the Champ (2007) e In Good Company (2004).

Rham Jas é interpretado por Dileep RaoAvatar (2009) e Inception (2010).

Sylvia Ganush é interpretada por Lorna Raver – O último trabalho dela, antes desse terror foi Walkout (2006), o restante são séries de TV, interpretando personagens coadjuvantes, nada que marcasse sua participação.

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SINOPSE

Christine Brown é uma ambiciosa agente de crédito de um banco em Los Angeles, ela tem um super namorado e um futuro brilhante. Mas em três dias, ela vai para o inferno. Um dia chega ao banco a misteriosa Sra. Ganush implorando pela extensão do financiamento de sua casa própria. Christine nega o pedido para impressionar seu chefe, Sr. Jacks, e acaba sendo amaldiçoada pela velhota. Perseguida por um espírito do mal, ela busca ajuda do médium Rham Jas. Christine fará de tudo para sobreviver, desde sacrifícios até feitiços, mas nada poderá deter essa força maligna, resta esperar e ir para o inferno.

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CRÍTICA

Do mesmo produtor de 30 Days of Night (2007), 20,000 Leagues Under the Sea (ano indefinido), The Grudge (2004), The Evil Dead (1981 e 2010), Spider-Man 4 (2011), entre outros, DRAG ME TO HELL ou ARRASTA-ME PARA O INFERNO é um dos últimos trabalhos de Sam Raime, que dirigiu, produziu e escreveu esse longa de terror, um dos melhores filmes do gênero dos últimos tempos.

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Frequentemente as pessoas são atraídas por imagens, figuras, formas, fotos, cores, etc. Quando se coloca tudo isso em um pôster, peça promocional usada em diversos segmentos comerciais, inclusive o cinematográfico, cria-se uma identidade visual, cuja qual atrai milhares, até mesmo, milhões de pessoas por todo o mundo. No caso da industria cinematográfica, confeccionar pôsteres é uma das inúmeras ações que devem ser feitas para a estréia de um longa metragem, no entanto um pôster mal feito ou mal idealizado pode prejudicar o lançamento de um filme, bem como a conexão do público para com o mesmo.

“Arrasta-me Para o Inferno” chamou a atenção quando lançou o pôster oficial, deixando os aficionados por filmes e terror de cabelos em pé. Realmente o pôster, como mostrado abaixo, é fantástico e ao contrário da maioria dos pôsteres de filmes de qualquer gênero, esse faz jus ao filme.

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Não é de hoje que saímos do cinema sussurrando a velha e famosa expressão – “achei que fosse melhor” – tudo porque julgamos o filme pelo pôster, assim como julgamos o livro pela capa, as pessoas pela aparência, etc. Mas no caso desse filme, se você acha ou achou que filme era bom por causa do pôster, acertou!

Na verdade não é bom e sim excelente, faziam anos que eu não assistia a um bom filme de terror, desses que realmente mete um “puta medo do inferno”, com perdão das palavras e que prende agente do começo ao final. Com roteiro convencional e ainda assim atraente, efeitos especiais horripilantes e direção impecável, o filme é imperdível.

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A personagem que mais chama atenção e nos deixa apavorados, além de enojados – depois que você assistir vai entender – é uma senhora chamada Sylvia Ganush que é interpretada pela atriz Lorna Raver. Qualquer das inúmeras feições que a atriz faz, nos deixa apavorados, seu personagem mete mais medo do que o personagem fictício ao qual a história é focada.

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Ainda em alguns cinemas, ARRASTA-ME PARA O INFERNO é uma ótima opção para os fãs do gênero, além dos sustos garantidos. Vale comentar que a atriz do cartaz não condiz com a atriz do filme, o que uma boa foto não faz! São as mesmas, porém no cartaz ela é selvagem e sexy, ao contrário da imagem passada no filme, de uma mulher frágil e confusa.

bom filme e bom sustos!
roberta vieira

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TRAMA INTERNACIONAL – 2009 [The International]

Naomi Watts e Clive Owen Pouca Sintonia…

Em Cartaz

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Gênero: Suspense e Drama
Censura: 16 anos
Duração: 118 min
Direção: Tom Tykwer
Com: Clive Owen, Naomi Watts, Armin Mueller-Stahl, Jack McGee, Angelina Aucello, Ulrich Thomsen, Brian F. O’Byrne, Patrick Baladi, Remy Auberjonois, Victor Slezak, Ty Jones, Luca Calvani, Luca Barbareschi, Amy Kwolek.
Local de Filmagem:
59th Street Bridge, Manhattan, New York City, New York, USA; Autostadt, Wolfsburg, Lower Saxony, Germany; Berlin, Germany; Hauptbahnhof, Berlin, Germany; Istanbul, Turkey; Jüdisches Museum, Kreuzberg, Berlin, Germany; Midtown, Manhattan, New York City, New York, USA; Milan, Lombardia, Italy; New York City, New York, USA; Solomon R. Guggenheim Museum – 1071 Fifth Avenue, Manhattan, New York City, New York, USA e Studio Babelsberg, Potsdam, Brandenburg, Germany.

Produção: Lloyd Phillips, Charles Roven, Richard Suckle,
Roteiro: Eric Singer
Fotografia: Frank Griebe
Trilha Sonora: Reinhold Heil, Johnny Klimek, Tom Tykwer
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SINOPSE
A trama acompanha a trajetória de um agente da Interpol interpretado por Clive Owen [Elizabeth: The Golden Age (2007), Shoot ‘Em Up (2007) e Sin City (2005) / Sin City 2 (2010)] que investiga uma instituição financeira suspeita que financia o  tráfico de drogas, armas e práticas de terrorismo. Naomi Watts [Funny Games U.S. (2007), King Kong (2005) e Eastern Promises (2007)] vive uma promotora de justiça de Manhattan que o auxilia na empreitada.

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CRÍTICA
Do mesmo diretor de Perfume: The Story of a Murderer (2006), Tom Tykwer errou na escolha do casal, Naomi Watts e Clive Owen, bem como na execução do longa, que de longe é extremamente chato e difícil de se conectar com a trama, que demora a se desenrolar e quando o faz, se perde entre um roteiro mal escrito e um elenco sem sintonia.

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A primeira vista o filme atrai, e muito, mas infelizmente decepciona mais, começa pela falta de sintonia do casal Naomi Watts e Clive Owen, cujos personagens tem uma relação superficial e pouco explorada, bem como o universo de cada um deles que tão pouco é revelado ao ponto de criar uma conexão com o público, tornando quase impossível seguir a trama sem olhar no relógio algumas várias vezes.

Apesar de ser um tema pouco explorado, do ponto de vista Instituição Financeira x Política x Guerra (Revolução), nada de novo nos é apresentado, ficando um certo ar de “só isso” – no entanto a fotografia do filme é muito atraente, com ares de 007, passando por vários países da Europa, mas sem as perseguições frenéticas de Bond, apenas pontos da trama, que de alguma forma deveriam complementar o enredo, mas não o fazem com eficácia, criando mais pontos de distração do que de conexão.

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Esperem para assistir em DVD, sem dúvida alguma o longa metragem não merece ser assistido nos cinemas. Mas para aqueles que ainda assim querem arriscar, escolham um horário bem cedo, pois assim quando acabar, dará tempo de pegar outra sessão para assistir algo que realmente valha apena!

bom filme!

roberta vieira

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Confira o trailer abaixo.

The International – 2009

The Code / Thick As Thieves – 2009 (Jogos Entre Ladrões)

Morgan Freeman E Antonio Banderas Arriscam Em Tema Já Batido…

code_ver2 Direção: Mimi Leder
Com: Morgan Freeman, Antonio Banderas, Robert Forster, Radha Mitchell, Rade Serbedzija.
Local de Filmagem:
Brighton 4th Street, Brooklyn, New York City, New York, USA; Brighton 6th Street, Brooklyn, New York City, New York, USA; Brighton Beach, Brooklyn, New York City, New York, USA; Court Pallace, Sofia, Bulgaria; New Boyana Film Studios, Sofia, Bulgaria – (studio); New York City, New York, USA e University of National and World Economy, Sofia, Bulgaria.
Produção: Randall Emmett, Avi Lerner, Danny Lerner, Johnny Martin, Lori McCreary, Les Weldon
Roteiro: Ted Humphrey
Fotografia: Julio Macat
Distribuidora: Imagem Filmes

SINOPSE

Jack Monahan é interpretado por Antonio Banderas [My Mom’s New Boyfriend (2008), The Mask of Zorro (1998) e Shrek Goes Fourth (2010)], um criminoso que não está em seu melhor dia. Sua sorte muda quando cruza com Ripley, interpretado por Morgan Freeman [The Dark Knight (2008), Wanted (2008) e Feast of Love (2007)], um experiente ladrão que o convida a participar de um grande e arriscado golpe: o roubo de uma das mais valiosas jóias do mundo, que está guardada a sete chaves em uma joalheria russa. Para quitar uma dívida com a máfia, Ripley (Freeman) deverá fazer um trabalho limpo e perfeito. Mas nem tudo acontece como deveria e nem todos são o que parecem, nesta trama surpreendente.

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CRÍTICA

Apesar de ter tido uma estréia discreta nos EUA, “The Code” ou “Thick as Thieves” – aqui “titulado” como “Jogos Entre Ladrões” surpreende pelo suspense com um toque romântico e uma bela pitada de humor, marca registrada de Banderas. Sem sombra de dúvidas vale a pena sim assistir nos cinemas e mesmo tendo estréias mais interessantes, ainda assim o filme é bom, mas lembrem, nada de novo, apenas uma diversão garantida, já que o tema é mais do que batido.

bom filme!

roberta vieira

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Assista ao trailer abaixo.

The Code – 2009 (Jogos Entre Ladrões)

The Day the Earth Stood Still – 2008 (O Dia Em Que a Terra Parou)

57 Anos Depois, Keanu Reeves Vem Para Destruir a Terra e Deixa Todo Mundo Entediado!

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Direção: Scott Derrickson
Com: Keanu Reeves, Jennifer Connelly, Kathy Bates, John Cleese, Jaden Smith, Jon Hamm, Aaron Douglas, Alisen Down, J.C. MacKenzie, Mousa Kraish.
Local de Filmagem: Coquitlam, British Columbia, Canada; Deer Lake, British Columbia, Canada; Downey Studios – 12214 Lakewood Boulevard, Downey, California, USA – (studio); Los Angeles, California, USA; McDonald’s, Coquitlam, British Columbia, Canada; Pacific National Exhibition Grounds, Vancouver, British Columbia, Canada; Simon Fraser University, Burnaby, British Columbia, Canada; Surrey, British Columbia, Canada; The Bridge Studios, Vancouver, British Columbia, Canada; University of British Columbia, Vancouver, British Columbia, Canada; Vancouver Film Studios, Vancouver, British Columbia, Canada; Vancouver, British Columbia, Canada e White Rock, British Columbia, Canada
Produção: Paul Harris Boardman, Gregory Goodman, Erwin Stoff
Roteiro: David Scarpa
Trilha Sonora : Tyler Bates
Distribuidora: Fox Films
Estúdio: Earth Canada Productions/ Twentieth Century-Fox Film Corporation

SINOPSE

O Dia em que a Terra Parou” nos conta a história de um alienígena que chega a Terra para destruí-la. Repleto de efeitos especiais, o longa metragem é estrelado por  Keanu Reeves [The Lake House (2006), Constantine (2005) e Something’s Gotta Give (2003)], que interpreta Klaatu, um alienígena cuja chegada desencadeia uma reviravolta de proporções globais.

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Enquanto os governos e os cientistas se apressam para solucionar o mistério por trás da aparição desse visitante, uma cientista, Helen Benson, vivida por Jennifer Connelly  [He’s Just Not That Into You (2009), Inkheart (2008) e Dark City (1998)] e seu enteado se envolvem na missão dele e passam a entender o porquê de Klaatu se autodenominar “amigo do planeta Terra”.

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CRÍTICA

Dia 28 de Setembro de 1951 nos Estados Unidos, estreava The Day the Earth Stood Still em preto e branco e desde então o filme se tornou um clássico. 57 anos depois, o remake chega aos cinemas de todo o mundo, colorido e com Keanu Reeves.

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Qualquer que tenha sido o impacto causado pelo longa metragem lançado em 1951, não se compara ao impacto causado pelo remake lançado em 2008. Após ter lido inúmeras críticas sobre o longa, confirmei minhas suspeitas: o filme, de uma maneira geral, foi considerado uma verdadeira bomba pela crítica mundial – desde amadores até profissionais.

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Os dois aspectos do longa metragem que viabilizaram seu fracasso foram: o gênero e o tema.

O problema é que filmes de Sci-Fi são tão abundantes que esse não surpreendeu nem um pouquinho, nem a história que tem inúmeras falhas no roteiro e que não atingiram alguns fatores chave na construção do enredo e conseqüentemente falharam na criação do elo entre o público e a história.

Por outro lado é mais um filme de Sci-Fi com apelo aos problemas ambientais que o planeta vem enfrentando pela destruição da natureza. No entanto, além de termos aí um alerta ambiental, ainda temos um drama familiar, uma sociedade violenta, um planeta desconfiado e um alienígena pronto para dar um fim nisso tudo.  Nesse sentido vale a pena sim assistir simplesmente pela diversão e sem mencionar o fato da curiosidade de assistir um remake de um clássico.

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Na realidade o que prende mesmo são os efeitos especiais que são bons mas não fantásticos e Keanu é e sempre será “filho de Matrix” e realmente ele precisa se esforçar mais e sair dessa zona de conforto dos longas metragens do gênero Sci-Fi, que garantem a ele e seus produtores bons lucros com as bilheterias.

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Tirando o alienígena, o resto nós todos estamos bem familiarizados com a situação caótica da Terra e mesmo assim a 20th Century Fox enviou para o espaço o filme que além de ser um fracasso, pode dar um “bela” de uma impressão errada, ai se esse filme cai em mãos erradas…

CURIOSIDADES

Na época (1951)  em que foi produzido, o longa virou um apelo pacifista pelo fim da Guerra Fria que estava em sua fase inicial. A trama nasceu do conto Farewell to the Master, publicado em 1940 por Harry Bates.

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Um ser de outro planeta vem à Terra entregar ao presidente um presente, mas é impedido por soldados. Ele é preso e se esconde em uma pensão onde conhece Helen e seu filho Bobby. Klaatu se decepciona várias vezes com os humanos ao se deparar com o uso desenfreado de armas de fogo.

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E, por isso, faz um alerta: A Terra será destruída caso os seus habitantes não mudem essa postura. Jennifer Connelly (“Pecados Íntimos”) e Jaden Smith, o filho de Will Smith que estreou no cinema em “À Procura da Felicidade”, completam o elenco principal do filme.

A 20th Century Fox anunciou que será o primeiro estúdio a mandar um filme para o espaço – não no sentido figurado, mas literal mesmo. A transmissão de “O Dia em que a Terra Parou” começou no final de 2008 através da Deep Space Communications Network, no Cabo Canaveral (EUA) e, daqui a quatro anos, qualquer civilização que estiver na órbita de Alpha Centauri poderá ver a Jennifer Connelly em ação.

bom filme!

roberta vieira

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Confira o trailer abaixo.

The Day the Earth Stood Still – 2008 (O Dia Em Que a Terra Parou)

Bolt – 2008 (Bolt – Supercão)

Mais Um Sucesso da Disney!

bolt_ver2 Direção:Byron Howard, Chris Williams
Vozes de: John Travolta, Miley Cyrus, Susie Essman
Local de Filmagem:
Produção: Clark Spencer
Roteiro: Dan Fogelman e Chris Williams
Trilha Sonora : John Powell
Distribuidora: Disney e Buena Vista
Estúdio: Walt Disney Pictures

Indicado ao Globo de Ouro 2009 e ao OSCAR 2009 na categoria Melhor Animação, Bolt é do mesmo diretor de Rapunzel (2010) (filming) e do mesmo roteirista de Brother Bear (2003) – Byron Howard e Chris Williams são os diretores do longa de animação Bolt que é simplesmente fantástico!

Já o roteiro ficou por conta de Dan Fogelman – o mesmo de Fred Claus (2007) e Cars (2006) – e de Chris Williams que também atuou como diretor em Bolt.

Com estréia prevista para essa Sexta-Feira, 26 de Dezembro de 2008, Bolt – SUPERCÃO pode ser assistido hoje, Quarta-Feira em algumas salas de cinemas que estão que divulgaram a pré-estréia.

No entanto Bolt 3D acredito que somente Sexta-Feira. Mas consultem os sites do UCI e do Cinemarck que são as salas de cinema que podem ser encontrados esse filme.

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Para galera sem “fundos”, ou para os mais ansiosos, já tem em torrentcam. Dá para assistir e se divertir pacas!

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Bolt, interpretado por John Travolta [Old Dogs (2009), Wild Hogs (2007) e Grease (1978)], é um pastor alemão que sempre viveu dentro de um programa de TV, onde acredita ter super-poderes. Quando, por acidente, ele é separado do programa, acaba conhecendo uma gata de nome Mittens, interpretada por Susie Essman [The Man (2005) e “Curb Your Enthusiasm” como Susie Greene] e um hamster de nome Rhino, interpretado por Mark Walton [Chicken Little (2005) (voice) como Goosey Loosey] que vão ajudá-lo a conhecer o mundo real e a voltar para sua amada Penny, interpretada por Miley Cyrus [Hannah Montana: The Movie (2009) (post-production), “Hannah Montana” (Séries) como Hannah Montana / … (57 episodes, 2006-2008) e Big Fish (2003)], que é uma garota que contracena com Bolt em seu show de TV, mas na verdade Bolt acha que ela é realmente dona dele…

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Não tem muito o que dizer, a não ser super imperdível! Não deixem de levar as crianças, é divertido, emocionante, tem uma mensagem de amizade entre cães e homens que é bem legal, em fim, a animação é de primeira, com uma história muito bonita e que emociona agente de derramar lágrimas.

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bom filme e bom OSCAR 2009!

roberta vieira

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Confira o trailer abaixo.

Bolt – 2008 (Bolt – SUPERCÃO)

Balls of Fury – 2007 (Bolas de Pânico)

Pingue-Pongue Criminoso em Comédia Meia-Boca…

balls_of_fury_ver2 Direção: Robert Ben Garant
Com: Dan Fogler, Masi Oka, Christopher Walken, Maggie Q, Jason Scott Lee, Terry Crews, David Koechner, Aisha Tyler, Patton Oswalt, Diedrich Bader, Cary-Hiroyuki Tagawa, Thomas Lennon, George Lopez, James Hong, Kerri Kenney, David Proval.
Produção: Gary Barber, Roger Birnbaum, Ben Garant, Jonathan Glickman
Roteiro: Ben Garant, Thomas Lennon
Fotografia: Thomas E. Ackerman
Local de Filmagem: Los Angeles, California, USA
Distribuidora: Paris Filmes
Estúdio: Intrepid Pictures/ Rogue Pictures/ Spyglass Entertainment

Com estréia prevista para 9 de Janeiro de 2009 nas salas de cinema UCI Cinemas e 21 de Fevereiro de 2009 nas salas de cinema Cinemark, “Bolas de Pânico” já teve sua estréia em 2007 nos EUA e somente agora chega aos cinemas brasileiros, e pelo visto uma franquia chegou na frente da outra!

Randy Daytona, interpretado por Dan Fogler [Good Luck Chuck (2007), Horton Hears a Who! (2008) (voz) como Councilman/ Yummo Wickershame e  Kung Fu Panda (2008) (voz) como Zeng] é um campeão de pingue-pongue habilidoso e carismático, mas uma falha nas Olimpíadas de Seoul, em 1988, leva ao assassinato de seu pai. Atormentado pela culpa e pelo arrependimento, o antigo ícone do esporte está agora completamente esquecido.

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Mas tudo muda quando o FBI o chama para se infiltrar em uma organização de pingue-pongue perigosa e ultra-secreta chefiada pelo assassino de seu pai, o maldoso e estiloso Feng, interpretado por  Christopher Walken [Hairspray (2007), Click (2006) e Wedding Crashers (2005)].

É um jogo de vida ou morte, mas Randy decide dar a volta por cima. Porém, para se preparar para esta última batalha, ele precisa da orientação do Mestre Wong interpretado por James Hong [Shanghai Kiss (2007), The Art of War (2000) e Kung Fu Panda (2008) (voz) como Mr. Ping] e de sua bela filha Maggie, interpretada por Maggie Q  [New York, I Love You (2008), Live Free or Die Hard (2007) e Mission: Impossible III (2006)] para redescobrir o jogo que ele amava e aprender o verdadeiro significado do pingue-pongue!

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Não tem muito o que falar sobre esse filme, além do tremendo mal gosto, péssima direção, atuação e um enredo extremamente banal, parece até trabalho de pré-adolescentes da oitava série de escolas…

Sem sombra de dúvidas é uma comédia para ser vista em DVD, ainda assim é uma grande perda de tempo, pois o filme é muito sem graça e com uma história ridícula, além de atores de quinta categoria, exceto pelo ator Christopher Walken que faz comédia como poucos. Infelizmente esse longa é uma grande roubada, mas tem quem vai curtir,  ou tem aqueles que querem assistir a um filme no cinema e está tudo lotado, bom então arrisque, mas depois não fala que eu não avisei!

bom filme e boa sorte!

roberta vieira

http://www.ballsoffury.com/

http://www.riresetdelires.fr/

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Confira o trailer abaixo

Balls of Fury – 2007 (Bolas de Pânico)