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TRAMA INTERNACIONAL – 2009 [The International]

Naomi Watts e Clive Owen Pouca Sintonia…

Em Cartaz

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Gênero: Suspense e Drama
Censura: 16 anos
Duração: 118 min
Direção: Tom Tykwer
Com: Clive Owen, Naomi Watts, Armin Mueller-Stahl, Jack McGee, Angelina Aucello, Ulrich Thomsen, Brian F. O’Byrne, Patrick Baladi, Remy Auberjonois, Victor Slezak, Ty Jones, Luca Calvani, Luca Barbareschi, Amy Kwolek.
Local de Filmagem:
59th Street Bridge, Manhattan, New York City, New York, USA; Autostadt, Wolfsburg, Lower Saxony, Germany; Berlin, Germany; Hauptbahnhof, Berlin, Germany; Istanbul, Turkey; Jüdisches Museum, Kreuzberg, Berlin, Germany; Midtown, Manhattan, New York City, New York, USA; Milan, Lombardia, Italy; New York City, New York, USA; Solomon R. Guggenheim Museum – 1071 Fifth Avenue, Manhattan, New York City, New York, USA e Studio Babelsberg, Potsdam, Brandenburg, Germany.

Produção: Lloyd Phillips, Charles Roven, Richard Suckle,
Roteiro: Eric Singer
Fotografia: Frank Griebe
Trilha Sonora: Reinhold Heil, Johnny Klimek, Tom Tykwer
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SINOPSE
A trama acompanha a trajetória de um agente da Interpol interpretado por Clive Owen [Elizabeth: The Golden Age (2007), Shoot ‘Em Up (2007) e Sin City (2005) / Sin City 2 (2010)] que investiga uma instituição financeira suspeita que financia o  tráfico de drogas, armas e práticas de terrorismo. Naomi Watts [Funny Games U.S. (2007), King Kong (2005) e Eastern Promises (2007)] vive uma promotora de justiça de Manhattan que o auxilia na empreitada.

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CRÍTICA
Do mesmo diretor de Perfume: The Story of a Murderer (2006), Tom Tykwer errou na escolha do casal, Naomi Watts e Clive Owen, bem como na execução do longa, que de longe é extremamente chato e difícil de se conectar com a trama, que demora a se desenrolar e quando o faz, se perde entre um roteiro mal escrito e um elenco sem sintonia.

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A primeira vista o filme atrai, e muito, mas infelizmente decepciona mais, começa pela falta de sintonia do casal Naomi Watts e Clive Owen, cujos personagens tem uma relação superficial e pouco explorada, bem como o universo de cada um deles que tão pouco é revelado ao ponto de criar uma conexão com o público, tornando quase impossível seguir a trama sem olhar no relógio algumas várias vezes.

Apesar de ser um tema pouco explorado, do ponto de vista Instituição Financeira x Política x Guerra (Revolução), nada de novo nos é apresentado, ficando um certo ar de “só isso” – no entanto a fotografia do filme é muito atraente, com ares de 007, passando por vários países da Europa, mas sem as perseguições frenéticas de Bond, apenas pontos da trama, que de alguma forma deveriam complementar o enredo, mas não o fazem com eficácia, criando mais pontos de distração do que de conexão.

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Esperem para assistir em DVD, sem dúvida alguma o longa metragem não merece ser assistido nos cinemas. Mas para aqueles que ainda assim querem arriscar, escolham um horário bem cedo, pois assim quando acabar, dará tempo de pegar outra sessão para assistir algo que realmente valha apena!

bom filme!

roberta vieira

www.everybodypays.com/

www.sonypictures.com/movies/theinternational/site/

www.sonypictures.co.uk/movies/theinternational/

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Confira o trailer abaixo.

The International – 2009

Traitor – 2008 (O Traidor)

Conflitos no Oriente Médio

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Direção: Jeffrey Nachmanoff
Com: Guy Pearce, Don Cheadle, Jeff Daniels, Neal McDonough, Saïd Taghmaoui, Archie Panjabi, Simon Reynolds, Lorena Gale, Jonathan Walker, Alexandra Castillo.
Website oficial: www.traitor-themovie.com
Produção: Don Cheadle, David Hoberman, Kay Liberman, Todd Lieberman, Chris McGurk, Danny Rosett, Jeffrey Silve
Roteiro: Steve Martin
Fotografia: J. Michael Muro
Local de Filmagem: Chicago –  Illinois – USA; França; Marrocos; Hamilton, Ontario, Canada e Toronto, Ontario, Canada   
Distribuidora: PlayArte
Estúdio: Crescendo Productions/ Mandeville Films/ Overture Films

Roy Clayton, interpretado por  Guy Pearce [Factory Girl (2006), The Time Machine (2002) e The Count of Monte Cristo (2002)] é um agente do FBI que lidera as investigações de uma perigosa conspiração internacional. Uma pista faz com que entre em seu foco Samir Horn, interpretado por Don Cheadle [Ocean’s Thirteen (2007), After the Sunset (2004) e Hotel Rwanda (2004)], um ex-capitão de operações especiais do exército norte-americano.

Misterioso, Horn é responsabilizado quando uma grande operação fracassa. Isto faz com que ele desapareça antes que qualquer um o escute, o que gera a criação de uma força-tarefa formada por diversas agências, com o objetivo de encontrá-lo.

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É quando Carter, interpretado por Jeff Daniels [RV (2006), Good Night, and Good Luck. (2005) e Pleasantville (1998)], um veterano da CIA, e Max Archer, interpretado por  Neal McDonough [The Seed (2009), I Know Who Killed Me (2007) e 88 Minutes (2007)], um agente do FBI, são incumbidos da missão.

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Sugestão, esperem sair em DVD, não é um  longa-metragem com ação em alto nível (tem ação médio nível) ao contrário, tem um alto nível de drama emocional e moral, bem como político e religioso. É um filme pesado, com diálogos intensos, muitas vezes cansativos, devido ao conteúdo.

O filme é extremamente “areia”, no sentido cenário e cor, com aqueles ambientes “Oriente Médio” – países áridos, interrogatórios com torturas, quem está defendendo/culpando quem – CIA, FBI, U.S. Special Operations.

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É um longa que não agrada a todos, acredito que uma minoria, já que é um enredo voltado para o drama do Oriente Médio – guerra, espionagem, religião, etc. Com tantas estréias previstas para esse final de ano, “O Traidor” é uma sugestão para ver em DVD. Particularmente – cansativo e sem originalidade, afinal de contas estamos fartos de filmes com esses temas!

bom filme!

roberta vieira

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Confira o trailer abaixo

Traitor – 2008 (O Traidor)

 

Leia a crítica abaixo de Thiago Siqueira – é uma visão muito parecida com a minha, no entanto ele escreveu brilhantemente um texto melhor e mais completo.

Um bom thriller com ação, “O Traidor” se apóia na ótima atuação de Don Cheadle e em uma abordagem menos “preto e branco” do conflito ocidente vs. jihad para se sobressair na onda de filmes sobre os conflitos no Oriente Médio.

Certa vez, fui bastante criticado por minhas opiniões sobre o filme “O Reino”, já que elogiei bastante por suas qualidades técnicas e narrativas, mesmo que não tenha tocado muito na delicada questão política e religiosa envolvida na história da fita – cujo maior enfoque era a ação. Pois bem, este “O Traidor” tira os holofotes da ação e os coloca justamente na cegueira ideológica tanto da parte dos “imperialistas americanos” quanto do lado das “jihads muçulmanas”. A despeito de ser um filme sincero e bastante sensível com ambos os lados do conflito, não se trata de uma película perfeita, mas que possui a melhor abordagem para lidar com um assunto tão delicado.

É mais impressionante ainda que a delicadeza em abordar esse tema tenha partido do co-roteirista e produtor executivo Steve Martin que, descontando algumas besteiras nas quais vem desperdiçando o seu tempo, mostra que é um homem bastante atento às questões do seu tempo e à própria condição humana.

Trabalhando ao lado do roteirista e diretor Jeffrey Nachmanoff, os dois nos mostram a história de um homem que está atrelado aos dois lados do conflito. Samir Horn (Cheadle) é um homem cuja vida fora sempre dividida. Nascido de pai do Oriente Médio e mãe americana, ele viu seu progenitor falecer cedo, vítima de um atentado em seu país natal, tendo vindo para os EUA após tal tragédia. Indubitavelmente um homem bom e religioso, seguindo de perto os preceitos do Alcorão, por algum motivo ele começou a se relacionar com as facções extremistas de sua religião, vendendo explosivos para as Jihads.
Preso em uma operação com participação do FBI, ele acaba ganhando o respeito e a amizade de Omar (Saïd Taghmaoui), um dos homens de confiança de um dos terroristas mais procurados do mundo. Após uma fuga da prisão, Samir se vê trabalhando para uma perigosa organização terrorista junto ao seu novo amigo, enquanto é perseguido pelo agente do FBI Roy Clayton (Guy Pearce).
O roteiro de Martin e Nachmanoff é hábil em trabalhar com os dois lados desta “nova cruzada”, sem deixar ninguém na posição de mocinhos ou bandidos de maneira escancarada. Neste conflito, nenhum dos líderes vê em perdas civis algo inaceitável, querendo apenas obter vitória nesta guerra. Deste modo, Samir se vê na posição inaceitável de compactuar com algo que vai contra sua crença religiosa, afinal “matar um homem inocente é como matar a humanidade inteira”.

O personagem se torna ainda mais complexo graças à hábil interpretação de Don Cheadle, que, em cada inflexão, diálogo e até na postura de Samir, mostra a dúvida daquele homem sobre a moralidade de suas atitudes. A química do ator com o talentoso francês Saïd Taghmaoui transforma a amizade entre o protagonista e Omar em algo real, tornando os conflitos de Samir ainda mais presentes.

Guy Pearce não tem grandes dificuldades interpretando o agente especial Clayton, tendo em vista que viver homens da lei corretos ficou fácil para o homem que deu vida ao policial Ed Exley no inesquecível “Los Angeles Cidade Proibida”. Embora Clayton não seja tão complexo quanto Exley, o talento de Pearce ainda se faz notar. O ótimo Jeff Daniels se vê desperdiçado pelo roteiro, já que seu interessante personagem, o dúbio Carter, pouco aparece em cena, embora possua algumas das melhores cenas do filme.

Um dos grandes problemas da produção está na inexperiência de Jeffrey Nachmanoff como diretor. Embora, como tenha dito anteriormente, as cenas de ação não sejam o principal ponto do filme, elas são parte importante da película, sendo uma pena que o cineasta não saiba trabalhar muito bem com elas, fazendo com que o impacto dramático de algumas seqüências se perca. Além disso, o último ato do projeto foi extremamente equivocado – para não dizer covarde – sendo pouco condizente com o resto da película, o que é uma pena.

Contando ainda com um bom trabalho de direção de fotografia por parte de J. Michael Muro, “O Traidor” poderia ter sido um filme inesquecível, por ser o mais sincero possível em relação aos pecados americanos em relação ao conflito no Oriente Médio. Entretanto, faltou coragem para dar mais contundência ao esforço.

Closing the Ring / Um Amor Para Toda A Vida – 2007

closing_the_ring_ver4 Eu adorei o filme, mesmo tendo um vai e volta exagerado, do presente e passado da história. O elenco é de primeira: Shirley MacLaine (Bewitched – A Feiticeira), Christopher Plummer (The Sound of Music – A Noviça Rebelde), Mischa Barton (“The O.C.” – Orange County – Série da WB) e Neve Campbell (Panic, Scream 1, 2 e 3).

É um romance com um big drama, a senhora Ethel Ann é interpretada por Shirley MacLaine e a jovem Ethel Ann é interpretada por Mischa Barton, essa mulher arrebata o coração de três rapazes, cujos quais são apaixonados pela mesma. Eles vão para guerra, o filme se passa em 1943, e desde aí se desenrola todo o drama de dois dos três rapazes cujos amores não foram correspondidos e o terceiro que foi perdido para sempre.

O filme é lindo, com ótimas atuações. Mas tenho que lembrar, é um longa que só as mulheres vão gostar, como sempre os homens não curtem esse tipo de filme que deixa agente com os olhos cheios de lágrimas.

Confira o trailer ao lado.

bom filme!

roberta vieira

http://www.closingtheringmovie.co.uk/home.html

Lions for Lambs – Leões e Cordeiros – 2007

lions_for_lambs_2007-rv-44 Como eu posso dizer isso: é muito, muito chato! São três células dentro do filme: Tom Cruise (Senador) e Meryl Streep (Jornalista) de “O Diabo Veste Prada” que discutem o filme todo na sala dele sobre sua estratégia inovadora de guerra para acabar com o Afeganistão.

Robert Redford (Professor) que tenta convencer um de seus alunos mais promissores (Andrew Garfield) a mudar o curso de sua vida e dois rapazes e ex alunos de Redford, Derek Luke, de “Em Nome da Honra” e Michael Peña, de “As Torres Gêmeas” que estão em combate nas montanhas cobertas de neve do Afeganistão lutando pelos USA e para darem algum sentido moral e cívico às suas vidas.

Nenhuma das três células se cruzam no filme, apenas tem em comum a guerra do Afeganistão e toda a política envolvida nesse tema. O filme é maçante, mas se gostam desses filmes com politicagem e guerra, então é seu gênero. Do contrário nem aluguem!

Confira o trailer ao lado.

bom filme!

roberta vieira

http://www.lionsforlambsmovie.com/

tom and meryl

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You Don’t Mess With the Zohan – 2008

RV_you_dont_mess_with_the_zohan_2008_05 Adam Sandler e Rob Schneider estão juntos nessa comédia de morrer de rir. A história é original, e tem participação especial de Mariah Carey.

O longa tem ótimas tiradas que nos remetem  imediatamente a outros filmes e nos faz chorar de rir. Imagina um soldado isrraelita que é anti-terrorista e sonha ser cabelereiro e vai para america em busca do mesmo.

Vale comentar que Adam Sandller, que quase sempre faz comédias, nunca esteve tão bem fisicamente como nesse fime.

Além do seu figurino sexy, o filme tem uma trilha sonora toda “disco”. É uma boa pedida, tanto para ver no cinema, quanto para ver em caso no DVD.

bom filme!

roberta vieira

http://www.youdontmesswiththezohan.com/

rushmore

Confira o trailer abaixo

You Don’t Mess With the Zohan – 2008