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After Dark Horrorfest I – 2006

Lista dos 8 Filmes que Vão Matar Você de Medo

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É preciso ter em mente que o gênero “terror” tem mais liberdade para criar e produzir um longa metragem, mesmo que o elenco não seja tão conhecido ou até totalmente desconhecido, o que vale é o suspense que resulta em bons sustos, assim como um enredo bem amarrado que sempre direciona a platéia, após um susto, a uma nova expectativa de mais um outro grande susto, enfrentando junto com os personagens seus terrores, ou a descobrir no final o verdadeiro assassino.

De fato, nem uma maquiagem mal feita estraga um filme de terror bem dirigido e com um roteiro bem escrito. Lógico que os efeitos especiais vieram para proporcionar a nós uma maior conexão com a história, bem como nos aterrorizar com mais excelência, mas não são os efeitos especiais que fazem um bom filme de terror, mas sim, a história e a direção que são pontos fundamentais para o sucesso de qualquer longa do gênero, por exemplo, Stephen King que em “The Dead Zone” (81 episodes, 2002-2007) nos proporciona um suspense de matar, mas sem monstro e sangue, mas com premonições e bons roteiros e em The Mist (2007) que já esteve nos cinemas e, além de monstros e bastante sangue, tem um suspense fantástico com um final sensacional.

Mesmo com apenas um fantasma, alguns objetos assustadores e efeitos sonoros bem mixados e adicionados a cena, bons diretores fazem dessa o maior suspense aterrorizante pelo tempo que eles quiserem e nos nos deleitamos quando nos deparamos com filmes desse naipe.

Contudo ainda temos os filmes de terror que não são tão bem feitos, mas o tema nos atrai, e se o conjunto, ou seja, a atuação, maquiagem, efeitos sonoros, efeitos especiais, bom roteiro e boa direção estão em sintonia, os sustos, no mínimo estão garantidos, bem como uma boa diversão.

Abaixo, seguem os 8 filmes de terror que vão deixar você morto de medo!

SINOPSES e CRÍTICAS dos 8 FILMES de TERROR do Festival After Dark Horrorfest 2006.

Dark Ride / Trem Fantasma – 2006

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Título no Brasil: Trem Fantasma
Título Original: Dark Ride
País de Origem: EUA
Gênero:  Terror
Classificação: 18 anos
Duração: 94 minutos
Ano de Lançamento:  2006
Site Oficial:
www.darkride.com
Estúdio/Distrib.: Imagem Filmes
Direção:
Craig Singer

SINOPSE

Um grupo de seis estudantes saem em viagem no feriado, no caminho eles resolvem parar em um parque de diversão que acabara de chegar na cidade, uma das atrações, a “Dark Ride” (Trem Fantasma) atrai a atenção do grupo e vai proporcionar o maior passeio aterrorizante de suas vidas. Mas o que eles não sabem é que a 10 anos atrás duas garotas foram brutalmente assassinadas nessa mesma atração, e pior, o assassino escapou.

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CRÍTICA

O tema é bem explorado, mas ainda atrai nossa atenção, o famoso brinquedo dos parques de diversão, Trem Fantasma, que em qualquer lugar do mundo é sempre uma das principais atrações, mesmo que os efeitos sejam extremamente mal feitos. Já o longa é no mínimo divertido, tem bons sustos, a maquiagem é ok, as atuação são medianas, assim como o elenco, mas no geral o suspense prevalece e o enredo é bem amarrado, sendo assim, preparem-se e vejam quem morre primeiro!

Confira o trailer abaixo!

Dark Ride – 2006

The Abandoned / Abandonada – 2006

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Título no Brasil: Abandonada
Título Original: The Abandoned
País de Origem: Espanha, UK, Bulgária
Gênero: Terror
Classificação: 18 anos
Duração: 99 minutos
Ano de Lançamento: 2006
Site Oficial:
http://www.theabandonedonline.com/
Estúdio/Distrib.:
After Dark Films
Direção:
Nacho Cerdà

SINOPSE

Uma produtora de filmes americana, contrata um investigador particular russo, para descobrir quem são seus pais biológicos, já que a mesma é adotada. O investigador a contata e solicita que ela vá a Rússia ao encontro dele, pois o mesmo descobriu a sua procedência. Ao informar o nome de sua mãe natural, o investigador também comunica que além de estar morta, ela havia deixado de herança uma fazenda no meio das montanhas, abandonada e isolada por um rio. Marie ou Milla segue viagem para lá e nem imagina com quem ela vai encontrar, o que ela vai encontrar e pior, como ela vai conseguir voltar.

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CRÍTICA

Confuso, mas assustador, essas são as primeiras sensações que o longa passa. Repleto de efeitos especiais, e diga-se de passagem, muito bem feitos, a história é bem bolada, mas demora um pouco para pegar a essência da trama. O suspense é de matar de susto a cada segundo do filme, minha sugestão é que assistam a tarde, mas em hipótese alguma o façam a noite, pois sua imaginação vai comê-lo vivo. No mais, o elenco é desconhecido, a fotografia do filme é excelente, bem como a direção de arte que fazem o filme horripilante, dos 8 filmes da lista, esse e “Penny Dreadful“ são os mais assustadores, vale a pena sim assistir!

Confira o trailer abaixo!

The Abandoned – 2006

Unrest / Cadáveres – 2006

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Título no Brasil: Cadáveres
Título Original: Unrest
País de Origem: EUA
Gênero: Terror
Classificação: 16 anos
Duração: 85 minutos
Ano de Lançamento: 2006
Site Oficial:
www.unrestfulmovie.com

Estúdio/Distrib.: Focus Filmes

Direção: Jason Todd Ipson

SINOPSE

Quatro estudantes de medicina iniciam o primeiro ano com aulas de anatomia, onde seus limites serão testados enquanto dissecam cadáveres. Alison, uma das estudantes, ao deparar-se pela primeira vez com seu cadáver, cujo apelido é Nora, começa a ter maus presságios, como se alguma coisa não estivesse certo com respeito a Nora e a maneira pela qual a mesma morreu. Atéia, Alison começa a desenvolver um comportamento obsessivo em relação a Nora, alegando estar tendo visões sobrenaturais, das quais seus companheiros de grupo e seu professor duvidam, até que alunos e funcionários do hospital começam a morrer e Alison tem que descobrir o mistério de Nora antes que seja tarde de mais.

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CRÍTICA

Não é um filme de terror muito assustador, é o clássico cadáver que vem com uma maldição qualquer e começa a matar todo mundo. Não é nada de mais, mas para os loucos por terror, assistam pois é diversão, vale comentar que em termos de maquiagem o longa deixa a desejar um pouco, nada que estrague os pequenos sustos! Quantos aos efeitos, também são básicos, nada que nos pregue grandes susto! De fato prende nossa atenção, os cadáveres são uma coisa!

Confira o trailer abaixo!

Unrest – 2006

Penny Dreadful / Encontro Com a Morte – 2006

Penny Dreadful (2) Ficha Técnica
Título no Brasil: Encontro Com A Morte
Título Original: Penny Dreadful
País de Origem: EUA
Gênero: Terror
Classificação: 16 anos
Duração: 92 minutos
Ano de Lançamento: 2006

Estúdio/Distrib.: After Dark Films e Brandes Films International
Direção:
Richard Brandes

SINOPSE

Depois de ter os pais mortos em um violento acidente de automóvel, a jovem Penny Dearborn, interpretada por Rachel Miner – atriz que aparece em dois filmes dos dois festivais de horror, 2008 e 2009, bem como em outros filmes – Butterfly Effect: Revelation (2009), Tooth & Nail (2007) e The Black Dahlia (2006), começa a ter fobia de carros. Para vencer essa fobia, ela procura um terapeuta e encontra pela frente uma médica determinada a acabar com seus terríveis medos. Essa médica é Orianna Volker, interpretada por Mimi Rogers [Lost in Space (1998) e “Tales from the Crypt”], que sugere à jovem que  ambas façam uma longa viagem de carro para que ela possa confrontar seu medo. No entanto, o que parecia ser uma cura vira o pior dos pesadelos, pois ao dirigir no meio das montanhas gelas e durante a noite, Orianna acaba atropelando uma pessoa, que a princípio sai ilesa do acidente e que em troca de uma carona, a mesma não iria a polícia. Orianna concorda em levar o estranho até uma estrada de terra no meio do nada, longe da estrada principal. Quando ele desce do carro, elas percebem a grande estupidez que fizeram!

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CRÍTICA

Dois 8 filmes dessa lista, esse é o que mais deixa agente tenso. A grande arte de se fazer um filme de terror sem usar efeitos ou maquiagem estão comprovadas nesse longa, que deixa agente apavorado do começo ao fim, principalmente por não sabermos até o final do filme, se as personagens estão lidando com o natural ou supernatural. Só uma imagem da mão do carona no banco de trás do carro, faz agente ter um “chilique” no sofá. O suspense é de matar de medo, principalmente se assistirmos a esse longa a noite. As interpretações são excelentes, assim como a direção. Não deixem de assistir a esse longa!

Confira o trailer abaixo!

Penny Dreadful – 2006

The Gravedancers / Carta Para a Morte – 2006

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Título no Brasil: Carta Para a Morte
Título Original: The Gravedancers
País de Origem: EUA
Gênero: Terror
Classificação: 16 anos
Duração: 96 minutos
Ano de Lançamento: 2006

Estúdio/Distrib.: Imagem Filmes
Direção:
Mike Mendez

SINOPSE

Três amigos se reencontram no enterro de um velho amigo.  Após o funeral os três vão a um bar relembrar os velhos tempos e resolvem voltar ao cemitério para uma última despedida, no túmulo eles encontram uma carta que mudará suas vidas para sempre. Ao dançarem em cima de túmulos, como manda a carta, os três despertarão a fúria dos mortos e enfrentarão o maior terror de suas vidas.

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CRÍTICA

O filme em si não é ruim, mas deixa a desejar em função dos alguns efeitos especiais e da maquiagem bem meia-boca. Alguns efeitos até passam, mas o conjunto, atores, direção, efeitos não ajuda, apesar da história ser bem original, é mais um filme de terror com pessoas suspensas em cabos atrás de fundos verdes, com maquiagens bem mal feitas e atuações bem ruins. Para quem quer uma diversão, esquece, mas para os que seguem os festivais de terror e não querem perder nada, assistam, é no mínimo um passa-tempo!

Confira o trailer abaixo!

The Hamiltons / Os Hemiltons – 2006

The Hamiltons 2006 (5) Ficha Técnica
Título no Brasil: Os Hamiltons
Título Original: The Hamiltons
País de Origem: USA
Gênero: Terror
Classificação: 18 anos
Duração: 86 minutos
Ano de Lançamento:  2006
Site Oficial:
www.sffilms.tv/thehamiltons/
Estúdio/Distrib.: San Francisco Independent Cinema e After Dark Films
Direção:
Mitchell Altieri e Phil Flores

SINOPSE

A princípio eles são uma família comum, mas algo ruim corre em suas veias. Órfãos de pai e mãe, os Hamiltons, sendo os gêmeos Wendell e Darlene mais os dois irmãos David e Francis, além de um quinto irmão que é revelado somente no final do filme,  trabalham e estudam, cuidam da casa e uns dos outros. Os irmãos Buscam manter um perfil discreto entre as comunidades em que vão passando, pois eles mudam com freqüência de casa. No entanto a família possui uma doença que faz com que eles tenham que cometer atrocidades para sobreviver.

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CRÍTICA

Dois oito filmes, esse é o que tem a história mais original, segundo o tema, que não vou revelar se não perde a graça. Se o filme é bom? Não é dos melhores, mas mantém nossa atenção em função do mistério que gira em torno da família. Não é sangrento, não tem absolutamente nada de mais, é somente mais um filme de terror abaixo da média, mas que dar para divertir um pouco.

Confira o trailer abaixo!

The Hamiltons – 2006

Rinne / Reincarnation / Almas Reencarnadas – 2005

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Título no Brasil: Almas Reencarnadas
Título Original: Rinne
País de Origem: Japão
Gênero: Terror
Classificação: 14 anos
Duração: 95 minutos
Ano de Lançamento: 2005

Estúdio/Distrib.: Paris Filmes
Direção:
Takashi Shimizu

SINOPSE

Após a primeira onda de remakes de filmes de horror orientais em Hollywood, os produtores americanos resolveram ir além: importar os diretores asiáticos que originaram a revitalização do terror no cinema. O caso mais famoso é de Takashi Shimizu, que ganhou notoriedade no Japão com “Ju-On” e, poucos anos depois, foi convidado a refazer o filme em Hollywood. O resultado foi “O Grito”, que vai ganhar seqüência também dirigida por Shimizu. O diretor Shimizu disse em entrevistas que o mistério será um dos principais ingredientes do novo filme. “Essa maldição não vai terminar, na verdade, vai se espalhar”, adiantou o cineasta ao site Sci-Fi Wire. Para aumentar o clima de horror dos filmes asiáticos, O Grito 2 foi filmado em Tóquio, no Japão, e boa parte do elenco é japonês. Já o terror “Rinne”, conhecido nos EUA como “Reincarnation” e aqui no Brasil como “Almas Reencarnadas”, é o novo trabalho do diretor antes de “O Grito 2”. No trama do filme, um professor universitário inicia um massacre num hotel turístico, matando 11 hóspedes e funcionários. Enquanto filma seus atos com uma câmera 8mm, ele esfaqueia uma vítima após a outra, enquanto elas tentam fugir. Trinta e cinco anos depois, Matsumura (Kippei Shiina) é um diretor que quer transformar esse crime em filme. Intitulado Memory, ele convida a atriz Nagisa Sugiura (Yuuka) para interpretar a heroína de seu projeto. Mas, quando o início das filmagens se aproxima, Nagisa começa a ter alucinações e sonhos assustadores.

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CRÍTICA

Quem disse que esse filme é uma obra prima, bem como um dos melhores filmes de terror de todos os tempos, mesmo que classificado apenas como terror psicológico, viajou, cheirou cola, comeu inseto ou faltou na escola, os efeitos especiais são realmente fantásticos e a direção também, mas ainda assim não convence! Tem gente que curte filme Japonês, eu pessoalmente não sou fã pois a língua impede que haja uma conexão do público com o longa.

Eu já assisti a alguns filmes de origem japonesa e coreano, e acreditem, são fantásticos, nesse filme o que vale é a história que é interessante, mas como eu disse antes, é difícil criar uma conexão com o longa ou qualquer personagem, acredito que só vale assistir aqueles que curtem filme Japonês. Talvez seja preciso acostumar com a língua, assim como fizemos com o inglês, pois não é a falta de entendimento das falas, mas sim a sonoridade que é super diferente.

Confira o trailer abaixo!

Reincarnation – 2005

Wicked Little Things / Zombies – 2006

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Título no Brasil: Zombies
Título Original: Wicked Little Things / Zombies
País de Origem: EUA
Gênero: Terror
Classificação: 16 anos
Duração: 161 minutos
Ano de Lançamento: 2006
Estúdio/Distrib.: California Home Vídeo
Direção:
J.S.Cardone

SINOPSE

A recém viúva Karen Tunny e suas duas filhas, Sarah e Emma, se mudam para uma casa, numa remota montanha, herdada por Karen que pertencia a família de seu marido. Todavia, ela não tem consciência de que a casa fica perto de uma velha mina onde, no início do século XX, crianças eram usadas em trabalhos forçados nas minas de carvão pertencente a uma família local, cujos quais eram os magnatas da cidade, até que um dia uma tragédia fez com que várias crianças morressem soterradas e dessa tragédia nasceu um mal que anda a solto nas montanhas.

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CRÍTICA

Se analisarmos esse filme como um todo, ele é bom, não excelente, mas assusta. Se não fosse a maquiagem bem básica das crianças, seria bem mais apavorante. O longa é bem dirigido, tem um elenco conhecido e que atua bem para um filme de terror, que na minha opinião é uma arte fazer interpretação do medo, o que nesse caso o elenco fez na média, nada de mais. A história é legal, prende nossa atenção, mas o conjunto foi mal executado, roteiro, direção e efeitos. Dá para assistir?  Sim, é um entretenimento bem divertido para uma tarde assistindo a filmes de terror. Tem filmes terror melhores do que esse? Tem! Mas o que vale aqui é assistir aos 8 filmes do festival e no mínimo dar boas risadas, entre bons sustos e medos apavorantes!

Confira o trailer abaixo!

Wicked Little Things – 2006

Agora que você já sabe tudo sobre os 8 filmes do Festival de Terror After Dark Horrorfest 2006, visite o site.

http://www.horrorfestonline.com/

http://www.horrorfestonline.com/archive/2006/index.html

Twilight – 2008 (Crepúsculo)

O Vampiro Com o Maior Sex Appeal da História do Cinema, Edward É Simplesmente Irresistível!

twilight_ver2 Direção: Catherine Hardwicke
Com: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner, Michael Welch, Justin Chon, Peter Facinelli, Kellan Lutz.
Local de Filmagem: 218 Rim Drive, Washougal, Columbia River Gorge, Washington, USA; Blue Heron Paper Company – 419 Main Street, Oregon City, Oregon, USA; Clackamas Community College, Oregon City, Oregon, USA; Corbett Elementary School – 35800 East Historic Columbia River Highway, Corbett, Columbia River Gorge, Oregon, USA; Indian Beach, Ecola State Park – Highway 101, Cannon Beach, Oregon, USA; Kalama High School – 548 China Garden Road, Kalama, Washington, USA; Kalama, Washington, USA; Madison High School, Portland, Oregon, USA; Mount St. Helens, Mount St. Helens National Volcanic Monument, Washington, USA; Multnomah Falls Lodge – 5000 E Historic Columbia River Hwy, Corbett, Columbia River Gorge, Oregon, USA; Multnomah Falls, Columbia River Gorge, Oregon, USA; Oxbow Regional Park, Sandy River Gorge, Oregon, USA; Portland, Oregon, USA; Salmon River, Oregon, USA; Santa Clarita, California, USA; Silver Falls State Park, Sublimity, Oregon, USA; St. Helens High School, St. Helens, Oregon, USA; Stonecliff Inn Restaurant & Bar – 17900 S. Clackamas River Drive, Oregon City, Oregon, USA; The Shire – 28852 State Route 14, Prindle, Columbia River Gorge, Washington, USA; The View Point Inn, Corbett, Columbia River Gorge, Oregon, USA; Vancouver, Washington, USA – (Sammi) e Vernonia, Oregon, USA.
Produção: Greg Mooradian, Mark Morgan, Karen Rosenfelt
Roteiro: Melissa Rosenberg e adaptação da Obra de Stephenie Meyer
Fotografia: Elliot Davis
Distribuidora: Paris Filmes
Estúdio: Maverick Films

Da diretora Catherine Hardwicke, “Twilight” ou “Crepúsculo” é seu primeiro longa-metragem que encabeça as bilheterias por todo o mundo, pelo menos por onde já tenha estreado. Ela dirigiu somente outros 3 filmes antes desse: The Nativity Story (2006), Lords of Dogtown (2005) e Thirteen (2003) – em seu currículo também há outras inúmeras participações, por exemplo, como designer de produção em Vanilla Sky (2001).

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Adaptação de uma série de dez histórias criadas e escritas pela americana Stephenie Meyer, (www.stepheniemeyer.com) “Twilight” ou “Crepúsculo” é uma história que poderia ser como qualquer outra, se não fosse  por um  elemento irresistível: o objeto da paixão da protagonista é um vampiro.

O filme já tem continuação, que por sinal é outro projeto baseado nas histórias da escritora Stephenie Meyer, New Moon está em produção e deverá ter sua estréia mundial em 2010 – continuação de Twilight (2008) – New Moon (2010).

A autora ainda comenta em seu site oficial que está decepcionada com a saída da diretora Catherine Hardwicke do segundo longa da franquia.
“Sentirei falta dela, não somente porque ela é uma diretora brilhante, mas também porque é uma amiga. Ela fez coisas maravilhosas em “Crepúsculo, contou a escritora, que se revelou uma grande fã de Hardwicke. Entretanto, Meyer conta que a presença da diretora estará oculta em “New Moon”. “Ela não nos deixou de mãos vazias, ainda vamos nos beneficiar de seu ótimo elenco e do cenário que ela criou”, completou.
No lugar de Hardwicke, Chris Weitz (A Bússola de Ouro) foi contratado para o cargo de diretor. Apesar de lamentar a saída da diretora de Crepúsculo, Meyer revelou estar satisfeita com a escolha de Weitz. “Tive a oportunidade de conversar com Chris e posso dizer que ele está bem animado com a história e quer manter o filme o mais fiel possível ao livro“, contou.
Meyer também contou que Weitz deve agradar os fãs com a fidelidade à obra e que confia no seu talento para um bom resultado. “Estou animada em trabalhar com ele, afinal é o responsável por um dos meus filmes favoritos, “Um Grande Garoto”. Acredito que ele trará uma visão boa a “New Moon”, completou.
As filmagens de “New Moon” acontecerão na Itália. O segundo filme vai mostrar a vida de Bella em sua fase mais “escura”, como a lua nova, na qual Edward a deixa para sua própria segurança.

Para a galera que esperou para ver no cinema, a estréia é nesta sexta-feira, dia 19 de Dezembro de 2008 em todas as salas de cinema do país. Mas para quem está sem tempo ou quem não quer esperar até lá, já dá para assistir via torrent.

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Kristen Stewart [Into the Wild (2007), The Messengers (2007) e In the Land of Women (2007)], interpreta Isabela Swan, conhecida como Bella, uma jovem adolescente que vai morar com seu pai na nublada e chuvosa cidadezinha de Forks, depois que sua mãe decide casar-se novamente. Bella, além de ter que viver em uma cidade extremamente  provinciana, na qual aparentemente todos se conhecem e se adoram, vai ter que se habituar a morar com um pai com quem nunca conviveu.

Forks é o último lugar onde Bella gostaria de viver, pelo menos é o que ela pensa até o primeiro dia de aula. No intervalo para o lanche, Bella toma conhecimenta da existência de um rapaz chamado Edward Cullen, interpretado por Robert Pattinson [New Moon (2010), Little Ashes (2008) e Harry Potter and the Order of the Phoenix (2007)],  e desde esse momento, ela fica fascinada por ele, que esconde um segredo obscuro, conhecido apenas por sua família.

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Eles se apaixonam, mas Edward sabe que quanto mais avançam no relacionamento, mas ele está colocando Bella e aqueles à sua volta em perigo. Quando ela descobre que Edward é, na verdade, um vampiro, ela age contra todas as expectativas imaginadas e não tem medo da sede de sangue de seu grande amor, mesmo sabendo que ele pode matá-la a qualquer momento.

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Bella, interpretada por Kristen Stewart vem fazendo ótimos filmes, é o tipo de atriz que, seja qual for o personagem que ela interprete, sempre faz com que agente se envolva na trama, ela atrai nossa atenção e sempre nos emociona. Quando ela é colocada ao lado de Robert Pattinson, o resultado é fantástico, pois ele é enigmático, extremamente sensual e, ao lado dela no filme, formam um casal apaixonante, é impossível tirar os olhos deles durante todo o filme, eles juntos geram uma espécie de atração visual irresistível, somado a beleza única de Robert Pattinson, que sinceramente, é de passar mal o filme todo, dando então para entender porque Bella não dá a mínima pelo fato dele ser um vampiro, pois, não só Robert Pattinson mas o seu personagem incorporado, Edward Cullen, formam o perfeito sex appeal aos olhos de qualquer mulher, com um olhar daqueles, qualquer mulher vira o pescoço e diz: Me morde!

Robert Pattinson, Kristin Stewart,Twilight, April 7, 2008

Além do casal puro sex appeal e sobrenatural, o filme é realmente excelente, desde a direção, roteiro e produção – efeitos especiais – tudo se encaixou com perfeição, proporcionando para o público um filme de vampiro diferente de todos já feitos até hoje. A fotografia do filme é magnífica, misturada ao romance de Bella e Edward, formam cenas deliciosas de serem assistidas.

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Edward é com certeza perigoso, mas um perigo que qualquer mulher escolheria correr. Em um universo fantasioso, onde os personagens construídos pela autora Stephenie Meyer, humanos ou não, se mostram de tal forma similares em seus dilemas e  comportamentos que o sobrenatural chega a parecer parecer real. Meyer torna perfeitamente possível e irresistível a paixão de uma garota de 17 anos por um vampiro, também de 17 anos mas que tem vivido pelos últimos 100. Vegetariano, ou seja, que só bebe sangue de animais, Edward tem um olhar que faz qualquer mulher se arrepiar, mesmo que seja a mais terrível criatura de todos os tempos, um vampiro extremamente sensual e encantador.

A história é muito bem sacada, não tem aqueles lances vampirescos tradicionais, como dormir em caixões, morder pessoas durante toda a história, violência sanguinária, nada disso, é uma história de amor entre uma garota e um vampiro.

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É uma estréia imperdível, acredito que vai agradar a todos, lógico que sempre tem um grupo que não curte histórias de vampiros, mas para esse grupo, meu conselho é dar uma chance, pois o filme é diferente dos filmes já feitos até hoje com esse tema.

As filas serão longas, mas no final compensa! Não deixem de visitar o site oficial do filme, o site americano, que é muito legal, e não o brasileiro que é uma porcaria,

bom filme!

roberta vieira

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www.twilightthemovie.com

www.crepusculofilme.com.br

Confira o trailer abaixo

Twilight – 2008 (Crepúsculo)

Twilight – 2008 (Crepúsculo)

Doomsday – 2008 (Juízo Final)

Doomsday vs Max Payne: Qual é o Pior?

U_1Sheet Direção: Neil Marshall
Com: Caryn Peterson, Adeola Ariyo, Emma Cleasby, Rhona Mitra.                                          Local de Filmagem: Blackness Castle, Blackness, Falkirk, cotland, UK; Cape Town City Hall, Cape Town, South Africa; Cape Town, South Africa; Doune, Stirling, Scotland, UK; Glasgow, Strathclyde, Scotland, UK; Haghill, Glasgow, Strathclyde, Scotland, UK; Loch Katrine, Stirling, Scotland, UK; Pall Mall, St. James’s, London, England, UK; Ratanga Junction Theme Park, Cape Town, South Africa; Shepperton Studios, Shepperton, Surrey, England, UK(studio); St. Paul’s Cathedral, Ludgate Hill, London, England, UK; Tower Bridge, London, England, UK.               Produção: Rogue Pictures; Intrepid Pictures
Roteiro: Neil Marshall
Distribuidora: Rogue Pictures

Apesar de serem gêneros diferentes, “Doomsday” é melhor que “Max Payne”, é tudo tão absurdo que “Doomsday” acaba sendo mais interessante do ponto de vista diversão, ação, suspense, fotografia e execução. Quando o filme acaba, pelo menos dá uma sensação de divertimento adquirido, diferente de “Max Payne” que quando acaba a sensação é de distração (perda de tempo) e não de diversão (passa tempo)…

Então quando você for a uma sala de cinema e ao chegar na porta você pensa: Ferrou! Está tudo lotado… Ah… Mesmo assim você queria curtir um cineminha, bom então se esse filme estiver em cartaz, assista, mas somente se for sua única opção. O longa é do tipo ação meia boca, daqueles filmes que você quer saber o desfecho (já que começou a assistir) mesmo sendo uma “pequena bomba”.

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Na verdade o título do filme atrai bastante, os atores são bons e a fotografia valoriza o longa em geral. Como eu disse antes, prefiro esse (doomsday) do que “Max Payne” que me irritou o filme todo. Engraçado que “Doomsday” é uma mistura clara de “Mad Max Beyond Thunderdome (1985)” e “Resident Evil: Apocalypse (2004)”, só que ao invés de termos Milla Jovovich (“Chatavich” –  que apesar de sua beleza estonteante, ela é péssima atriz, todos os filmes em que ela participa, suas falas são mínimas, assim como suas roupas), temos Rhona Mitra que é muito mais bonita, e atua muito melhor (também não é uma ótima atriz, mas vai chegar lá com o tempo), pelo menos ela tenta.

Bom, esse filme entrará em cartaz ainda esse ano, na verdade já deveria ter estreado em Novembro, mas já tem anúncio desse longa metragem em uma rede de cinemas, então é só ficar de olho, no entanto sua estréia nos EUA fora em Março de 2008.

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O personagem principal é da atriz  Rhona Mitra [Underworld: Rise of the Lycans (2009), The Number 23 (2007) e Shooter (2007)], Alice, que é uma agente do governo que tem como missão entrar na zona de contenção (local contaminado com um virus mortal, onde todo mundo fora deixado para morrer nos últimos 30 anos) e procurar a cura para o vírus que aparentemente conseguiu ultrapassar a tal zona de contenção.

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Obviamente ela é uma “garota rambo” e os rapazes vão adorá-la, pois realmente ela é muito bonita, além de estar em plena forma.

O filme tem uma ação eletrizante, com violência declarada, provavelmente a versão “Unrated” que tem em torrent não será a que estará em cartaz nos cinemas, como eu disse antes, é no mínimo divertido!

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No site oficial o visitante poderá se divertir com um jogo de tiro em 3D chamado “Doomsday – Marauder Massacre Game”, em que se deve utilizar o mouse para aniquilar o maior número de zumbis possíveis.

bom filme!

roberta vieira

http://www.doomsdayiscoming.com/

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Confira o trailer abaixo

Doomsday – 2008 (Juízo Final)

Max Payne – 2008

Mais Um Fiasco de Wahlberg…

Layout 1 (Page 1) Direção: John Moore
Com: Mark Wahlberg, Mila Kunis, Beau Bridges, Ludacris, Donal Logue, Chris O’Donnell, Nelly Furtado.
Local de Filmagem: Bay Station – 64 Bloor Street West, Toronto, Ontario, Canada (subway); Hamilton, Ontario, Canada; Loblaws Warehouse, Toronto, Ontario, Canada; Toronto Film Studios, Toronto, Ontario, Canada (studio); Toronto, Ontario, Canada; Union Station, Toronto, Ontario, Canada e Yorkville, Toronto, Ontario, Canada.
Produção: Scott Faye, Julie Yorn
Roteiro: Shawn Ryan, Sam Lake, Beau Thorne
Fotografia: Jonathan Sela
Trilha Sonora : Marco Beltrami
Distribuidora: Fox Film
Estúdio: Abandon Entertainment/ Collision Entertainment/ Dune Entertainment/ Firm Films

Do mesmo diretor de “Flight of the Phoenix (2004)” ou “O Voo da Phoenix“, John Moore e a 20th Century Fox são os responsáveis por levar a história do gameMax Payne” para os cinemas. O jogo, lançado para PC em 2001, vendeu mais de 5 milhões de cópias nos EUA e em 2003 fora lançado a continuação para PC e consoles.

O game foi o primeiro a reproduzir o efeito “bullet time” criado por “Matrix”, o que deve promover a repetição do seu uso nos cinemas depois da trilogia dos irmãos Wachowski.

MAX PAYNE conta a história de um policial que decide agir por conta própria, decidido a encontrar os responsáveis pelo brutal assassinato de sua família. Obcecado por vingança, sua investigação o conduz por uma jornada alucinante, em um submundo sombrio. À medida que se aprofunda no mistério, Max interpretado por Mark Wahlberg [The Brazilian Job (2011), The Happening (2008) e  We Own the Night (2007)], se vê forçado a combater inimigos sobrenaturais e a enfrentar uma traição inimaginável.

Payne persegue seu maior inimigo ao lado de seus inimigos, que são inimigos de seu maior inimigo, confuso? Simples, Payne se junta à chefona da máfia Russa, Mona Sax, interpretada por Mila Kunis [Forgetting Sarah Marshall (2008), “That ’70s Show” como Jackie Burkhart e After Sex (2007)], juntos eles vão vingar a morte da família de Payne e da irmã de Mona, Natasha Sax, interpretada por Olga Kurylenko [Quantum of Solace (2008), Hitman (2007) e Paris, je t’aime (2006)].

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Max Payne vai agradar os fãs (jovens) do game, mas nem tanto os fãs do astro Mark Wahlberg que mais uma vez deixou a desejar bastante. O problema é a escolha do papel e do filme, como por exemplo em “Fim dos Tempos” [The Happening] em que além de seu personagem ser absurdamente ridículo, o filme é uma verdadeira bomba.

Ao contrário disso, Mas Payne não é de todo ruim, é um suspense standard, com muita ação e um enredo mal executado, com um ar noir e com um “Q” de ficção, que no final das contas é creditado às drogas – ponto mal explorado no filme.

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Max ou Mark tem pouquíssimas falas no filme, assim  como em “Fim dos Tempos” (The Happening), Mark só abre a boca para falar bobagens e de resto é só pancadaria, tiroteios, perseguições, alucinações e muito, muito mal humor por parte do personagem. Continuamos fãs de Mark e continuamos a acreditar que o próximo longa vai ser melhor, afinal ele já fez bons trabalhos antes.

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Vale comentar que a história foi mal explorada, particularmente eu não conheço o game, nunca joguei, mas existem outros filmes que foram baseados em games, como por exemplo os dois filmes de “Lara Croft: Tomb Raider (2001)” e “Lara Croft Tomb Raider: The Cradle of Life (2003)”, que são excelentes, básicos mas muito bem executados, ao contrário desse que tinha tudo para ser algo bem melhor do que realmente é. Confira nas salas de cinemas, é no máximo uma distração.

bom filme!

roberta vieira

http://www.maxpaynethemovie.com/

http://www.maxpaynefilme.com.br/

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Confira o trailer abaixo

Max Payne – 2008

 

Max Payne Kung Fu 3.0 – GAME

Body of Lies – 2008 (Rede de Mentiras)

DiCaprio e Crowe, Deu Muito Certo!

body_of_lies Direção: Ridley Scott
Com: Leonardo DiCaprio, Russell Crowe, Mark Strong, Vince Colosimo, Carice van Houten, Ali Suliman, Ben Youcef, Michael Gaston, Oscar Isaac, Omar Berdouni, Jennifer Rouse, Alexander von Roon, Clara Khoury.
Local de Filmagem:  Annapolis, Maryland, USA; Baltimore, Maryland, USA; Gaithersburg, Maryland, USA; Ouarzazate, Morocco; Rabat, Morocco; Washington Dulles International Airport – 45020 Aviation Drive, Sterling, Virginia, USA; Washington, District of Columbia, USA e White House – 1600 Pennsylvania Avenue NW, Washington, District of Columbia, USA.
Produção: Donald De Line, Ridley Scott
Roteiro: William Monahan, baseado em livro de David Ignatius
Fotografia: Alexander Witt
Trilha Sonora: Marc Streitenfeld
Distribuidora: Warner Bros.
Estúdio: De Line Pictures/ Scott Free Productions

Em cartaz nos cinemas de todo Brasil, “Body of Lies” – “Rede de Mentiras” é uma excelente pedida entre as estréias desse final de 2008.

Para os freqüentadores assíduos das salas de cinemas, esse longa metragem é um prato cheio, Leonardo DiCaprio e  Russell Crowe sob direção de Ridley Scott, tá bom ou quer mais?

Roger Ferris, interpretado por  Leonardo DiCaprio  [Revolutionary Road (2008), Blood Diamond (2006) e Catch Me If You Can (2002)] (Leonardo DiCaprio), é um ex-jornalista que passa a trabalhar como agente da CIA. Ferris é enviado à Jordânia por Ed Hoffman, interpretado por Russell Crowe [American Gangster (2007), 3:10 to Yuma (2007) e A Good Year (2006)], um ambicioso chefe da agência de espionagem, para ajudar na captura de um líder do grupo terrorista Al Qaeda. Ferris se vê encrencado quando passa a plantar um falso rumor de que o terrorista está recebendo apoio dos norte-americanos.

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Curiosidades – O Irã proibiu uma famosa atriz de deixar o país depois que ela participou do filme sem a permissão das autoridades iranianas, informou a agência oficial de notícias dos país, a Irna. A proibição foi imposta depois que a atriz Golshifteh Farahani, de 25 anos, participou do filme “Rede de Mentiras“. Farahani é a primeira atriz iraniana a participar de um filme de Hollywood. A Irna disse que atores e atrizes iranianos precisam obter uma permissão do Ministério da Cultura antes de aparecer em filmes estrangeiros.

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Durante as cenas ambientadas em Munique (na verdade filmadas nos Estados Unidos), o tráfego de veículos foi interrompido. Sinais de trânsito em inglês foram substituídos por outros escritos em alemão. A população local, antes acostumada a ver placas com os dizeres “Central Avenue” ou “Washington Street”, passaram a conviver com outras trazendo “CharlottenStraBe”.

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O filme é muito bom, não deixa nada a desejar e é extremamente envolvente, ou seja, quando a trama é exposta para nós, passamos a viver todo o drama com o personagem do DiCaprio, o enredo é intenso, muito bem executado e a direção é excelente, afinal estamos falando de Ridley Scott que dirigiu “A Good Year (2006)” e “American Gangster (2007)”, ambos  estrelado por Russell Crowe – é uma relação de ator/diretor que dá muito certo!

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Sugestão, assistam nos cinemas, é imperdível, mas não esqueçam que é um gênero de filme bastante comum, terrorismo, locais áridos, religião, política e USA… Portanto não esperem originalidade, mas sim uma boa história com uma excelente direção.

bom filme!

roberta vieira

http://bodyoflies.warnerbros.com/index.html

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Confira o trailer abaixo

Body of Lies – 2008 (Rede de Mentiras)

Traitor – 2008 (O Traidor)

Conflitos no Oriente Médio

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Direção: Jeffrey Nachmanoff
Com: Guy Pearce, Don Cheadle, Jeff Daniels, Neal McDonough, Saïd Taghmaoui, Archie Panjabi, Simon Reynolds, Lorena Gale, Jonathan Walker, Alexandra Castillo.
Website oficial: www.traitor-themovie.com
Produção: Don Cheadle, David Hoberman, Kay Liberman, Todd Lieberman, Chris McGurk, Danny Rosett, Jeffrey Silve
Roteiro: Steve Martin
Fotografia: J. Michael Muro
Local de Filmagem: Chicago –  Illinois – USA; França; Marrocos; Hamilton, Ontario, Canada e Toronto, Ontario, Canada   
Distribuidora: PlayArte
Estúdio: Crescendo Productions/ Mandeville Films/ Overture Films

Roy Clayton, interpretado por  Guy Pearce [Factory Girl (2006), The Time Machine (2002) e The Count of Monte Cristo (2002)] é um agente do FBI que lidera as investigações de uma perigosa conspiração internacional. Uma pista faz com que entre em seu foco Samir Horn, interpretado por Don Cheadle [Ocean’s Thirteen (2007), After the Sunset (2004) e Hotel Rwanda (2004)], um ex-capitão de operações especiais do exército norte-americano.

Misterioso, Horn é responsabilizado quando uma grande operação fracassa. Isto faz com que ele desapareça antes que qualquer um o escute, o que gera a criação de uma força-tarefa formada por diversas agências, com o objetivo de encontrá-lo.

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É quando Carter, interpretado por Jeff Daniels [RV (2006), Good Night, and Good Luck. (2005) e Pleasantville (1998)], um veterano da CIA, e Max Archer, interpretado por  Neal McDonough [The Seed (2009), I Know Who Killed Me (2007) e 88 Minutes (2007)], um agente do FBI, são incumbidos da missão.

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Sugestão, esperem sair em DVD, não é um  longa-metragem com ação em alto nível (tem ação médio nível) ao contrário, tem um alto nível de drama emocional e moral, bem como político e religioso. É um filme pesado, com diálogos intensos, muitas vezes cansativos, devido ao conteúdo.

O filme é extremamente “areia”, no sentido cenário e cor, com aqueles ambientes “Oriente Médio” – países áridos, interrogatórios com torturas, quem está defendendo/culpando quem – CIA, FBI, U.S. Special Operations.

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É um longa que não agrada a todos, acredito que uma minoria, já que é um enredo voltado para o drama do Oriente Médio – guerra, espionagem, religião, etc. Com tantas estréias previstas para esse final de ano, “O Traidor” é uma sugestão para ver em DVD. Particularmente – cansativo e sem originalidade, afinal de contas estamos fartos de filmes com esses temas!

bom filme!

roberta vieira

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Confira o trailer abaixo

Traitor – 2008 (O Traidor)

 

Leia a crítica abaixo de Thiago Siqueira – é uma visão muito parecida com a minha, no entanto ele escreveu brilhantemente um texto melhor e mais completo.

Um bom thriller com ação, “O Traidor” se apóia na ótima atuação de Don Cheadle e em uma abordagem menos “preto e branco” do conflito ocidente vs. jihad para se sobressair na onda de filmes sobre os conflitos no Oriente Médio.

Certa vez, fui bastante criticado por minhas opiniões sobre o filme “O Reino”, já que elogiei bastante por suas qualidades técnicas e narrativas, mesmo que não tenha tocado muito na delicada questão política e religiosa envolvida na história da fita – cujo maior enfoque era a ação. Pois bem, este “O Traidor” tira os holofotes da ação e os coloca justamente na cegueira ideológica tanto da parte dos “imperialistas americanos” quanto do lado das “jihads muçulmanas”. A despeito de ser um filme sincero e bastante sensível com ambos os lados do conflito, não se trata de uma película perfeita, mas que possui a melhor abordagem para lidar com um assunto tão delicado.

É mais impressionante ainda que a delicadeza em abordar esse tema tenha partido do co-roteirista e produtor executivo Steve Martin que, descontando algumas besteiras nas quais vem desperdiçando o seu tempo, mostra que é um homem bastante atento às questões do seu tempo e à própria condição humana.

Trabalhando ao lado do roteirista e diretor Jeffrey Nachmanoff, os dois nos mostram a história de um homem que está atrelado aos dois lados do conflito. Samir Horn (Cheadle) é um homem cuja vida fora sempre dividida. Nascido de pai do Oriente Médio e mãe americana, ele viu seu progenitor falecer cedo, vítima de um atentado em seu país natal, tendo vindo para os EUA após tal tragédia. Indubitavelmente um homem bom e religioso, seguindo de perto os preceitos do Alcorão, por algum motivo ele começou a se relacionar com as facções extremistas de sua religião, vendendo explosivos para as Jihads.
Preso em uma operação com participação do FBI, ele acaba ganhando o respeito e a amizade de Omar (Saïd Taghmaoui), um dos homens de confiança de um dos terroristas mais procurados do mundo. Após uma fuga da prisão, Samir se vê trabalhando para uma perigosa organização terrorista junto ao seu novo amigo, enquanto é perseguido pelo agente do FBI Roy Clayton (Guy Pearce).
O roteiro de Martin e Nachmanoff é hábil em trabalhar com os dois lados desta “nova cruzada”, sem deixar ninguém na posição de mocinhos ou bandidos de maneira escancarada. Neste conflito, nenhum dos líderes vê em perdas civis algo inaceitável, querendo apenas obter vitória nesta guerra. Deste modo, Samir se vê na posição inaceitável de compactuar com algo que vai contra sua crença religiosa, afinal “matar um homem inocente é como matar a humanidade inteira”.

O personagem se torna ainda mais complexo graças à hábil interpretação de Don Cheadle, que, em cada inflexão, diálogo e até na postura de Samir, mostra a dúvida daquele homem sobre a moralidade de suas atitudes. A química do ator com o talentoso francês Saïd Taghmaoui transforma a amizade entre o protagonista e Omar em algo real, tornando os conflitos de Samir ainda mais presentes.

Guy Pearce não tem grandes dificuldades interpretando o agente especial Clayton, tendo em vista que viver homens da lei corretos ficou fácil para o homem que deu vida ao policial Ed Exley no inesquecível “Los Angeles Cidade Proibida”. Embora Clayton não seja tão complexo quanto Exley, o talento de Pearce ainda se faz notar. O ótimo Jeff Daniels se vê desperdiçado pelo roteiro, já que seu interessante personagem, o dúbio Carter, pouco aparece em cena, embora possua algumas das melhores cenas do filme.

Um dos grandes problemas da produção está na inexperiência de Jeffrey Nachmanoff como diretor. Embora, como tenha dito anteriormente, as cenas de ação não sejam o principal ponto do filme, elas são parte importante da película, sendo uma pena que o cineasta não saiba trabalhar muito bem com elas, fazendo com que o impacto dramático de algumas seqüências se perca. Além disso, o último ato do projeto foi extremamente equivocado – para não dizer covarde – sendo pouco condizente com o resto da película, o que é uma pena.

Contando ainda com um bom trabalho de direção de fotografia por parte de J. Michael Muro, “O Traidor” poderia ter sido um filme inesquecível, por ser o mais sincero possível em relação aos pecados americanos em relação ao conflito no Oriente Médio. Entretanto, faltou coragem para dar mais contundência ao esforço.

007 – Quantum of Solace – 2008

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James Bond Precisa de Prozac!

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Direção: Marc Forster
Com: Daniel Craig, Judi Dench, Jeffrey Wright, Giancarlo Giannini, Joaquín Cosio, Olga Kurylenko, Mathieu Amalric, Gemma Arterton.
Website oficial: www.007quantumofsolace.com.br
http://www.007.com

Produção: Barbara Broccoli, Michael G. Wilson
Roteiro: Paul Haggis, Neal Purvis, Robert Wade
Fotografia: Roberto Schaefer
Trilha Sonora : David Arnold
Distribuidora: Columbia Pictures
Estúdio: Metro-Goldwyn-Mayer (MGM)/ Columbia Pictures/ Danjaq/ Eon Productions/ United Artists

Em cartaz em todo território nacional, “007 – Quantum of Solace” deixa a desejar.

Este é o 22ª filme baseado na história do agente secreto criado pelo escritor britânico Ian Fleming, e contará mais uma vez com Daniel Craig [The Golden Compass (2007) e The Invasion (2007)], o mesmo astro que encarnou James Bond em “Casino Royale” (2006).

Bond se apaixonou perdidamente por Vesper e foi traído por ela, cruelmente –  foi assim que terminou “007Casino Royale“, James Bond devastado por uma mulher.

Perseguindo sua determinação de descobrir a verdade, Bond e M, interpretada por  Judi Dench [Notes on a Scandal (2006), Pride & Prejudice (2005) e Shakespeare in Love (1998)], interrogam o Sr. White, interpretado por  Jesper Christensen [The Interpreter (2005)], que revela que a organização que chantageou Vesper é mais complexa e perigosa do que se podia imaginar.

A inteligência forense liga um traidor do MI6 a uma conta bancária no Haiti onde um caso de identidades trocadas apresenta Bond à bela mas valente Camille, vivida por  Olga Kurylenko [Max Payne (2008), Hitman (2007) e Paris, je t’aime (2006)], uma mulher que busca sua própria vingança. Camille leva Bond diretamente para Dominic Greene, interpretado por Mathieu Amalric [Scaphandre et le papillon, Le (2007), Marie Antoinette (2006) e Mesrine: L’ennemi public n° 1 (2008)], um brutal homem de negócios e uma das maiores forças dentro da misteriosa organização.

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Em uma missão que o leva para a Áustria, Itália e América do Sul, Bond descobre que Greene, conspirando para obter total controle sobre um dos mais importantes recursos naturais do mundo, está forjando um acordo com o exilado General Medrano Joaquín Cosio [Arráncame la vida (2008)]. Usando seus associados na organização e manipulando seus poderosos contatos dentro da CIA e do governo britânico, Greene promete derrubar o regime existente em um país latino-americano, dando ao General o controle daquele país em troca de um aparentemente inútil pedaço de terra.

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Em um campo minado de traições, assassinatos e mentiras, Bond, busca ajuda de um velho amigo e ex MI6, Mathis, interpretado por  Giancarlo Giannini [A Walk in the Clouds (1995), Hannibal (2001) e Darkness (2002)], para juntos descobrirem a verdade.

Para os fãs de “007” ou “Bond, James Bond”, o longa metragem deixa a desejar bastante, não que o filme seja ruim ou mal feito, ou coisa do gênero, a verdade é que é um suspense/policial standard.

Quem não lembra dos momentos de 007 com mais glamour, mais charme, mais emoção e um perigo mais assustador e menos político – aí lembramos de Pierce Brosnan [Mamma Mia! (2008), Butterfly on a Wheel (2007), The Thomas Crown Affair (1999) e Laws of Attraction (2004)] no papel do agente autorizado para matar em Tomorrow Never Dies (1997), o mesmo Bond, só que um James menos obscuro…

Nesse filme, Bond é um homem com dor de amor que busca vingança e no caminho descobre uma organização criminosa, que ao meu ver é mal explicada no filme, que quer monopolizar recursos naturais, como água,  para controlar países do terceiro mundo. Dentro desse contexto, a história se resume a perseguições nada originais – não bastasse as perseguições por terra e mar, Bond agora salta de um prédio a outro como se ele tivesse 20 anos de idade, sem quebrar nada…

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O filme todo é um festival de Le Parkour (por vezes abreviado como PK) ou l’art du déplacement (em português: arte do deslocamento) é uma atividade com o princípio de se mover de um ponto para outro da maneira mais rápida e eficiente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Criado para ajudar alguém a superar obstáculos que poderão ser qualquer coisa no ambiente circundante — desde ramo de árvores e pedras até grades e paredes de concreto — e pode ser praticado em ambas áreas rurais e urbanas. Homens que praticam parkour são reconhecidos como Traceur e mulheres como Traceuses.

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As mulheres não são mais beldades como nos filmes mais antigos de James Bond, são atrizes pouco conhecidas que interpretam mulheres altamente capacitadas intelectualmente e fisicamente, mas bancam verdadeiras putas o filme todo. É incrível como não vemos atrizes de peso em papéis de mulheres de Bond.

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No mais, o filme é puro frenesi, no modo standard,  com uma belíssima fotografia, que sem dúvida faz toda a diferença em um “longa-bond” sem o brilho de James… Assistam no cinema, é no mínimo divertido.

bom filme!

roberta vieira

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Confira o trailer abaixo

007 – Quantum of Solace – 2008