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DISTRITO 9 – 2009 (District 9 / D9)

Drama Humano x Drama Alienígena Sci-Fi de Blomkamp é um dos Acontecimentos Cinematográficos do Ano.

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Gênero: Ficção Científica, Suspense, Drama, Ação

Censura: 16 anos

Duração: 112 min

Direção: Neill Blomkamp

Com: Sharlto Copley, Nathalie Boltt, Vanessa Haywood

Local de Filmagem: Johannesburg, Gauteng, South Africa e Miramar, Wellington, New Zealand

Produção: Peter Jackson e Philippa Boyens

Roteiro: Terri Tatchell e Neill Blomkamp

Fotografia: Trent Opaloch

Distribuidora: Sony Pictures

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QUEM É QUEM

Wikus Van De Merwe é interpretado por Sharlto Copley – não é ator e sim especialista em efeitos especiais da equipe do diretor Neill Blomkamp;

Sarah Livingstone – Sociologista é interpretada por Nathalie BolttDoomsday (2008)“The Triangle” (2005) e Route 30 (2008);

Tania Van De Merwe é interpretada por Vanessa Haywood – esse é o primeiro trabalho da atriz.

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SINOPSE

Há 20 anos atrás uma raça alienígena aporta na África do Sul, na cidade de Johannesburg,  no entanto ao invés de uma infiltração bélica ou a busca por troca de conhecimentos, os alienígenas só queriam um lugar para viver. Instalados no Distrito 9, as nações não chegaram a uma conclusão do que fazer com os novos inquilinos do planeta Terra e passaram o controle dos refugiados para uma empresa privada chamada Multi-National United – MNU, que por sua vez está mais interessada em roubar os segredos bélicos dos extraterrestres do que na sua própria segurança.

Em meio a toda esta tensão Wikus Van De Merwe, um operativo MNU, acaba acidentalmente exposto a um fluído alienígena que começa a mudar seu DNA, tornando-o possivelmente a chave pelo controle tecnológico alienígena. Wikus passa a ser a pessoa mais procurada do planeta e só há um lugar onde ele pode se esconder – o DISTRITO 9.

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CRÍTICA

crítica inspirada no texto de daddy

A ficção-científica “Distrito 9“, elogiada pela crítica e produzida por Peter Jackson – o mesmo produtor do tão esperado The Hobbit (2011) e The Hobbit 2 (2012), do remake King Kong (2005), da trilogia que marcou o mundo, The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring (2001), The Lord of the Rings: The Two Towers (2002) e The Lord of the Rings: The Return of the King (2003), liderou as bilheterias dos Estados Unidos na sua estréia, de acordo com o Box Office Mojo. As estimativas são de que o filme sobre uma raça alienígena refugiada em território da África do Sul tenha arrecadado US$ 37 milhões, automaticamente cobrindo seu curto orçamento de US$ 30 milhões.

Equilíbrio perfeito entre os gêneros sci-fi e drama, “Distrito 9” é uma das melhores ficções já feitas e um dos acontecimentos cinematográficos do ano. A história é perfeita e os efeitos especiais são surpreendentes, a ponto de nos envolvermos emocionalmente com a causa dos alienígenas, além de torcer muito pelos “camarões” – assim chamados pelos humanos, pois os alienígenas são muito parecidos com um camarão – O personagem Christopher Johnson é um alienígena esperto e que está disposto a tudo para voltar para casa com seu filho. O drama desse ser estranho e de aparência horrenda nos envolve profundamente, mesmo sabendo que não passam de efeitos especiais, daí a prova de um roteiro eficiente, além de extremamente bem executado, sob direção impecável e fantástica de Neill Blomkamp.

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Os efeitos especiais são impressionantes, na verdade você nem fica reparando na qualidade dos efeitos, já que está mergulhado no drama psico-virtual, humanos de um lado e efeitos especiais do outro e sim os efeitos tem drama de consciência, mas é imperceptível a linha imaginária entre o personagem e a digitalização do mesmo.

O longa metragem marca a transição do “alienígena agressor” ao “alienígena vítima”. Supera-se a fase onde nós, seres humanos somos perseguidos por aliens super monstruosos, horripilantes e sem escrúpulos. Em “Distrito 9” nós somos tão monstros quanto eles, não que eles sejam evoluídos ao ponto de nos sentirmos mal, mas somos tão monstros quantos eles a ponto de nos sentirmos piores do que eles, verdadeiros animais.

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Vai se encantar com Wikus, um assistente social ingênuo e ao mesmo tempo egoísta, um tanto generoso e outro tanto maldoso, um personagem cuja essência e valores se misturam entre o bem e o mal. Wikus acaba se expondo a uma substância alienígena, sofrendo mutação e passando a ser perseguido pela própria Multi-National United – MNU e uma gangue de nigerianos que acredita que ao comerem partes do corpo de um alienígena, ganham poderes e força.

O personagem WIKUS é uma verdadeira contradição, em momento algum ele demonstra piedade para com os alienígenas, nem mesmo poupa os ovos que estão em uma espécie de chocadeira. Mas ao perceber que sua vida depende de um alienígena, muda sua postura e descobre que eles são sensíveis e mais espertos do que ele imaginava.

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Apesar de ficção e de ótimo entretenimento, D9 é um dos vários filmes que deturpam a imagem dos países de terceiro mundo. D9 pode ter sido uma grande alegoria sobre o Apartheid, mas existem alguns africanos que perderam a floresta para as árvores e agora estão putos com o papel que os nigerianos desempenharam no filme.

“Eu estava tão furiosa”, disse Umeano, uma nigeriana que vive em Atlanta. “Eles estavam mostrando nigerianos como corruptos, que comem alienígenas e que fazem sexo com alienígenas. Eu não podia ver isso”.

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“Por que querem reduzir nigerianos à criminosos, canibais e prostitutas que dormem com animais extra-terrestres”? – Disse Dora Akunyili, ministro da Informação. “Nós tivemos o suficiente com os estereótipos aos quais somos marcados – Nós não vamos ficar sentados e permitir que as pessoas nos estigmatizem dessa forma”. Contudo, sim, os nigerianos foram retratados como extraordinariamente cruéis e sádicos no filme, aliás TODOS OS SERES HUMANOS foram retratados como cruéis e sádicos no filme.

Claro, os nigerianos estavam comendo, transando e traficando os alienígenas, mas a “Coalizão Internacional das Pessoas Brancas” de qualquer grupo de ajuda internacional que seja e como chamada, estavam  literalmente sequestrando alienígenas e os estripando em laboratórios para tentar entender como suas armas funcionam. Eles são colocadas nos campos e rotineiramente são executados se ultrapassarem a linha. E, a propósito, podemos lembrar que estamos falando de selvageria com ALIENS IMAGINÁRIOS aqui? Dito isto, gostaria de SABER que gosto teriam os tais “camarões”!

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Peter Jackson, o mesmo de Senhor dos Anéis, gastou apenas 30 milhões e em 2 dias o pagou. Está faturando uma fortuna pelo mundo. É um pseudo documentário, “Distrito 9” usa câmeras de mão, imagens semelhantes às de câmeras de segurança e simulacros de noticiários, tudo isso misturado com ação sangrenta e muito tiroteio. Arrisque e assista, vale a pena!

bom filme!

roberta vieira

http://www.d-9.com/

http://www.district9movie.com/

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ASSISTA AO TRAILER ABAIXO!

“Melhor concebida e executada do que se esperava, essa ficção tão fascinante mantém as impressões digitais repletas de sangue de Jackson, e anuncia Blomkamp como um talento a ser olhado”. (Variety)

“Ficção-científica genuína, te apanha imediatamente e não te solta até o último plano. A direção de Blomkamp é do mais alto nível, inteligente e com descaramento”. (Hollywood Reporter)

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ARRASTA-ME PARA O INFERNO – 2009 (Drag Me To Hell)

Um dos Melhores Filmes de Terror dos Últimos Tempos!

drag_me_to_hell Gênero: Terror, Suspense

Censura: 13 anos

Duração: 99 min

Direção: Sam Raimi

Com: Alison Lohman, Justin Long, Lorna Raver, Dileep Rao, David Paymer

Local de Filmagem: 20th Century Fox Studios – 10201 Pico Blvd., Century City, Los Angeles, California, USA; California State University Northridge – 18111 Nordhoff Street, Northridge, Los Angeles, California, USA; Los Angeles, California, USA; Tarzana, Los Angeles, California, USA e Union Station – 800 N. Alameda Street, Downtown, Los Angeles, California, USA

Produção: Ghost House Pictures e Sam Raimi

Roteiro: Ivan Raimi e Sam Raimi

Distribuidora: Universal Picture

 

QUEM É QUEM

Christine Brown é interpretada por Alison Lohman Gamer (2009), Beowulf (2007) e Big Fish (2003).

Clay Dalton é interpretado por Justin LongHe’s Just Not That Into You (2009), Jeepers Creepers (2001), Jeepers Creepers II (2003), Live Free or Die Hard (2007), Funny People (2009) e After.Life (2010).

Jim Jacks é interpretado por David PaymerOcean’s Thirteen (2007), Resurrecting the Champ (2007) e In Good Company (2004).

Rham Jas é interpretado por Dileep RaoAvatar (2009) e Inception (2010).

Sylvia Ganush é interpretada por Lorna Raver – O último trabalho dela, antes desse terror foi Walkout (2006), o restante são séries de TV, interpretando personagens coadjuvantes, nada que marcasse sua participação.

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SINOPSE

Christine Brown é uma ambiciosa agente de crédito de um banco em Los Angeles, ela tem um super namorado e um futuro brilhante. Mas em três dias, ela vai para o inferno. Um dia chega ao banco a misteriosa Sra. Ganush implorando pela extensão do financiamento de sua casa própria. Christine nega o pedido para impressionar seu chefe, Sr. Jacks, e acaba sendo amaldiçoada pela velhota. Perseguida por um espírito do mal, ela busca ajuda do médium Rham Jas. Christine fará de tudo para sobreviver, desde sacrifícios até feitiços, mas nada poderá deter essa força maligna, resta esperar e ir para o inferno.

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CRÍTICA

Do mesmo produtor de 30 Days of Night (2007), 20,000 Leagues Under the Sea (ano indefinido), The Grudge (2004), The Evil Dead (1981 e 2010), Spider-Man 4 (2011), entre outros, DRAG ME TO HELL ou ARRASTA-ME PARA O INFERNO é um dos últimos trabalhos de Sam Raime, que dirigiu, produziu e escreveu esse longa de terror, um dos melhores filmes do gênero dos últimos tempos.

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Frequentemente as pessoas são atraídas por imagens, figuras, formas, fotos, cores, etc. Quando se coloca tudo isso em um pôster, peça promocional usada em diversos segmentos comerciais, inclusive o cinematográfico, cria-se uma identidade visual, cuja qual atrai milhares, até mesmo, milhões de pessoas por todo o mundo. No caso da industria cinematográfica, confeccionar pôsteres é uma das inúmeras ações que devem ser feitas para a estréia de um longa metragem, no entanto um pôster mal feito ou mal idealizado pode prejudicar o lançamento de um filme, bem como a conexão do público para com o mesmo.

“Arrasta-me Para o Inferno” chamou a atenção quando lançou o pôster oficial, deixando os aficionados por filmes e terror de cabelos em pé. Realmente o pôster, como mostrado abaixo, é fantástico e ao contrário da maioria dos pôsteres de filmes de qualquer gênero, esse faz jus ao filme.

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Não é de hoje que saímos do cinema sussurrando a velha e famosa expressão – “achei que fosse melhor” – tudo porque julgamos o filme pelo pôster, assim como julgamos o livro pela capa, as pessoas pela aparência, etc. Mas no caso desse filme, se você acha ou achou que filme era bom por causa do pôster, acertou!

Na verdade não é bom e sim excelente, faziam anos que eu não assistia a um bom filme de terror, desses que realmente mete um “puta medo do inferno”, com perdão das palavras e que prende agente do começo ao final. Com roteiro convencional e ainda assim atraente, efeitos especiais horripilantes e direção impecável, o filme é imperdível.

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A personagem que mais chama atenção e nos deixa apavorados, além de enojados – depois que você assistir vai entender – é uma senhora chamada Sylvia Ganush que é interpretada pela atriz Lorna Raver. Qualquer das inúmeras feições que a atriz faz, nos deixa apavorados, seu personagem mete mais medo do que o personagem fictício ao qual a história é focada.

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Ainda em alguns cinemas, ARRASTA-ME PARA O INFERNO é uma ótima opção para os fãs do gênero, além dos sustos garantidos. Vale comentar que a atriz do cartaz não condiz com a atriz do filme, o que uma boa foto não faz! São as mesmas, porém no cartaz ela é selvagem e sexy, ao contrário da imagem passada no filme, de uma mulher frágil e confusa.

bom filme e bom sustos!
roberta vieira

http://www.dragmetohell.co.uk

http://www.dragmetohellmovie.com.au

http://www.dragmetohell.net

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TRAMA INTERNACIONAL – 2009 [The International]

Naomi Watts e Clive Owen Pouca Sintonia…

Em Cartaz

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Gênero: Suspense e Drama
Censura: 16 anos
Duração: 118 min
Direção: Tom Tykwer
Com: Clive Owen, Naomi Watts, Armin Mueller-Stahl, Jack McGee, Angelina Aucello, Ulrich Thomsen, Brian F. O’Byrne, Patrick Baladi, Remy Auberjonois, Victor Slezak, Ty Jones, Luca Calvani, Luca Barbareschi, Amy Kwolek.
Local de Filmagem:
59th Street Bridge, Manhattan, New York City, New York, USA; Autostadt, Wolfsburg, Lower Saxony, Germany; Berlin, Germany; Hauptbahnhof, Berlin, Germany; Istanbul, Turkey; Jüdisches Museum, Kreuzberg, Berlin, Germany; Midtown, Manhattan, New York City, New York, USA; Milan, Lombardia, Italy; New York City, New York, USA; Solomon R. Guggenheim Museum – 1071 Fifth Avenue, Manhattan, New York City, New York, USA e Studio Babelsberg, Potsdam, Brandenburg, Germany.

Produção: Lloyd Phillips, Charles Roven, Richard Suckle,
Roteiro: Eric Singer
Fotografia: Frank Griebe
Trilha Sonora: Reinhold Heil, Johnny Klimek, Tom Tykwer
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SINOPSE
A trama acompanha a trajetória de um agente da Interpol interpretado por Clive Owen [Elizabeth: The Golden Age (2007), Shoot ‘Em Up (2007) e Sin City (2005) / Sin City 2 (2010)] que investiga uma instituição financeira suspeita que financia o  tráfico de drogas, armas e práticas de terrorismo. Naomi Watts [Funny Games U.S. (2007), King Kong (2005) e Eastern Promises (2007)] vive uma promotora de justiça de Manhattan que o auxilia na empreitada.

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CRÍTICA
Do mesmo diretor de Perfume: The Story of a Murderer (2006), Tom Tykwer errou na escolha do casal, Naomi Watts e Clive Owen, bem como na execução do longa, que de longe é extremamente chato e difícil de se conectar com a trama, que demora a se desenrolar e quando o faz, se perde entre um roteiro mal escrito e um elenco sem sintonia.

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A primeira vista o filme atrai, e muito, mas infelizmente decepciona mais, começa pela falta de sintonia do casal Naomi Watts e Clive Owen, cujos personagens tem uma relação superficial e pouco explorada, bem como o universo de cada um deles que tão pouco é revelado ao ponto de criar uma conexão com o público, tornando quase impossível seguir a trama sem olhar no relógio algumas várias vezes.

Apesar de ser um tema pouco explorado, do ponto de vista Instituição Financeira x Política x Guerra (Revolução), nada de novo nos é apresentado, ficando um certo ar de “só isso” – no entanto a fotografia do filme é muito atraente, com ares de 007, passando por vários países da Europa, mas sem as perseguições frenéticas de Bond, apenas pontos da trama, que de alguma forma deveriam complementar o enredo, mas não o fazem com eficácia, criando mais pontos de distração do que de conexão.

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Esperem para assistir em DVD, sem dúvida alguma o longa metragem não merece ser assistido nos cinemas. Mas para aqueles que ainda assim querem arriscar, escolham um horário bem cedo, pois assim quando acabar, dará tempo de pegar outra sessão para assistir algo que realmente valha apena!

bom filme!

roberta vieira

www.everybodypays.com/

www.sonypictures.com/movies/theinternational/site/

www.sonypictures.co.uk/movies/theinternational/

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Confira o trailer abaixo.

The International – 2009

The Code / Thick As Thieves – 2009 (Jogos Entre Ladrões)

Morgan Freeman E Antonio Banderas Arriscam Em Tema Já Batido…

code_ver2 Direção: Mimi Leder
Com: Morgan Freeman, Antonio Banderas, Robert Forster, Radha Mitchell, Rade Serbedzija.
Local de Filmagem:
Brighton 4th Street, Brooklyn, New York City, New York, USA; Brighton 6th Street, Brooklyn, New York City, New York, USA; Brighton Beach, Brooklyn, New York City, New York, USA; Court Pallace, Sofia, Bulgaria; New Boyana Film Studios, Sofia, Bulgaria – (studio); New York City, New York, USA e University of National and World Economy, Sofia, Bulgaria.
Produção: Randall Emmett, Avi Lerner, Danny Lerner, Johnny Martin, Lori McCreary, Les Weldon
Roteiro: Ted Humphrey
Fotografia: Julio Macat
Distribuidora: Imagem Filmes

SINOPSE

Jack Monahan é interpretado por Antonio Banderas [My Mom’s New Boyfriend (2008), The Mask of Zorro (1998) e Shrek Goes Fourth (2010)], um criminoso que não está em seu melhor dia. Sua sorte muda quando cruza com Ripley, interpretado por Morgan Freeman [The Dark Knight (2008), Wanted (2008) e Feast of Love (2007)], um experiente ladrão que o convida a participar de um grande e arriscado golpe: o roubo de uma das mais valiosas jóias do mundo, que está guardada a sete chaves em uma joalheria russa. Para quitar uma dívida com a máfia, Ripley (Freeman) deverá fazer um trabalho limpo e perfeito. Mas nem tudo acontece como deveria e nem todos são o que parecem, nesta trama surpreendente.

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CRÍTICA

Apesar de ter tido uma estréia discreta nos EUA, “The Code” ou “Thick as Thieves” – aqui “titulado” como “Jogos Entre Ladrões” surpreende pelo suspense com um toque romântico e uma bela pitada de humor, marca registrada de Banderas. Sem sombra de dúvidas vale a pena sim assistir nos cinemas e mesmo tendo estréias mais interessantes, ainda assim o filme é bom, mas lembrem, nada de novo, apenas uma diversão garantida, já que o tema é mais do que batido.

bom filme!

roberta vieira

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Assista ao trailer abaixo.

The Code – 2009 (Jogos Entre Ladrões)

City of Ember – 2008 (Cidade das Sombras)

Um dos Filmes Mais Originais da Temporada!

city_of_ember_ver2 Direção: Gil Kenan

Com: Saoirse Ronan, Bill Murray, Tim Robbins, Mackenzie Crook, Martin Landau, Toby Jones, Mary Kay Place, Marianne Jean-Baptiste, Harry Treadaway, Liz Smith, Lucinda Dryzek, Kate Dickie, Simon Kunz, Frankie McCafferty, Ian McElhinney.

Local de Filmagem: Belfast Methodist College, Belfast, County Antrim, Northern Ireland, UK; Belfast, County Antrim, Northern Ireland, UK; Cave Hill, Belfast, County Antrim, Northern Ireland, UK; Harland and Wolff Paint Hall, Titanic-Quarter, Belfast, County Antrim, Northern Ireland, UK; Maysfield Leisure Centre – 49 East Bridge Street, Belfast, County Antrim, Northern Ireland, UK e Titanic-Quarter, Belfast, County Antrim, Northern Ireland, UK.

Produção: Tom Hanks e Gary Goetzman

Roteiro: Caroline Thompson, adaptação do livro homônimo do autor Jeanne Duprau

Fotografia: Xavier Pérez Grobet

Trilha Sonora: Andrew Lockington

Distribuidora: 20th Century FoxWalden Media e Playtone

Estúdio: Playtone e Walden Media 

Do mesmo diretor de “Monster House” (2006) ou “A Casa Mosntro“, Gil Kenan arriscou e agradou com o longa-metragem “City of Ember” ou “Cidade das Sombras“, que é seu segundo filme e com certeza um grande sucesso, já o roteiro ficou por conta de Caroline Thompson, a mesma que fez o roteiro de “The Secret Garden (1993)” ou “O Jardim Secreto“, que fora um grande sucesso na época.

Já a produção ficou por conta de Tom Hanks, e ele mostrou mais competência como produtor, do que como ator, já que Hanks é extremamente maçante como ator – no bom e no mal sentido – Hanks é do tipo “ame ou odeie”.

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Com estréia prevista para 23 de Janeiro de 2009, “City of Ember” em português “Cidade das Sombras” é sem dúvida o filme mais original dos últimos seis meses, se não dos últimos dois anos, ainda que o título brasileiro, que por sinal,  muito mal escolhido não faz jus ao filme.

Apesar da procedência do longa metragem ser americana, existem alguns sites que destacaram em suas informações sobre o filme  que  “Ember” é uma palavra Hungariana que significa em inglês  “man”  e em português “homem“.

O filme foi feito na Irlanda do Norte, no estaleiro onde fora construído o set de filmagem do “Titanic“, que agora é a cidade das sombras com efeitos especiais e um cenário impecável.

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O enredo do filme nos conta a história de uma cidade construída e confinada no subsolo, que abriga uma comunidade pelos últimos 200 anos, protegendo-a de um desastre já ocorrido e que em momento algum é especificado no filme.

O longa, adaptação do livro homônimo do autor Jeanne Duprau, conta a história sobre a cidade de Ember, famosa por sua fantástica e eterna iluminação. De repente, um dos geradores de força começa a falhar, e as lâmpadas que iluminam a cidade passam a piscar. É quando dois adolescentes iniciam uma corrida contra o tempo para descobrir pistas que irão revelar antigos mistérios sobre a existência de Ember e ajudar os cidadãos da cidade a escaparem da escuridão eterna.

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No elenco temos Tim Robbins [Zathura: A Space Adventure (2005), War of the Worlds (2005) e Top Gun (1986)], que interpreta Loris Harrow um homem dedicado a ciência e tecnologia, um dos membros mais antigos da comunidade e pai de Doon Harrow, interpretado por Harry Treadaway [ The Disappeared (2008), Love You More (2008) e Brothers of the Head (2005)], um garoto que está prestes a descobrir o que vai fazer para o resto de sua vida.

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A Cidade de Ember tem um ritmo próprio, uma maneira única de viver no subterrâneo. As crianças, a partir de uma determinada idade recebem, do prefeito e sua cúpula, um cargo de trabalho, que deverá atender as necessidades da cidade, e esse cargo é para sempre. Diante disso Doon e sua amiga Lina Mayfleet, interpretada por Saoirse Ronan [Death Defying Acts (2007), Atonement (2007) e The Lovely Bones (2009)], se vêem desesperados em estarem presos a cidade para o resto de suas vidas, e aí então que começa a desenrolar toda a trama, onde os dois amigos buscam uma maneira de sair do subterrâneo e finalmente viverem sob a luz do dia, algo que eles nunca presenciaram em toda sua existência, não pelos últimos 200 anos, onde foram confinados nessa comunidade subterrânea chamada Ember.

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O longa conta ainda com Martin Landau [The Majestic (2001), The New Adventures of Pinocchio (1999), The Adventures of Pinocchio e Harrison Montgomery (2008)], que interpreta Sul, um homem idoso, cansado e que trabalha no gerador de energia da cidade  e Bill Murray [Get Smart (2008), Charlie’s Angels (2000) e Ghost Busters (1984)], que vive o Prefeito Cole, um homem misterioso e egoísta, que esconde da cidade a real situação dos mantimentos e do gerador de energia.

Segundo publicado pelo site Wikipedia, a recepção do longa-metragem pelos críticos foi bem variada, agradando uns e nem tanto outros. Foi relatado que 47% dos críticos deram opiniões positivas com base em 48 comentários.

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Dentro desse universo de comentários, houve um consenso de que o filme  visualmente prende a atenção e tem um magnífico elenco, mas, infelizmente, está faltando em ambos ação e aventura. De fato, o longa, apesar de ser muito bom, deixa a desejar quanto a intensidade da ação e aventura que é sentida apenas no contexto geral da história, ao passo que poderia ser visualmente mais aventureiro com aquele frenesi de filmes de ação estilo “indiana jones”, cheios de mistérios a serem descobertos e com personagens mais explorados.

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Depois de assistir ao filme, tem-se a sensação de que faltou mais, como um enredo mais profundo, mais explorado com relação aos personagens centrais, Doom e Lina, cujas histórias são bem superficiais, deixando passar apenas a idéia de dois adolescentes que querem salvar a cidade de um desastre fatal.

Mesmo assim o filme é digno de se enfrentar filas no cinema para assisti-lo, é uma história original, tem um visual super bacana e realmente agente fica ansioso para descobrir como sair da cidade.

bom filme!

roberta vieira

http://www.cityofember.com/

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Confira o trailer abaixo

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(basta clicar “play” no centro da imagem acima)

Doomsday – 2008 (Juízo Final)

Doomsday vs Max Payne: Qual é o Pior?

U_1Sheet Direção: Neil Marshall
Com: Caryn Peterson, Adeola Ariyo, Emma Cleasby, Rhona Mitra.                                          Local de Filmagem: Blackness Castle, Blackness, Falkirk, cotland, UK; Cape Town City Hall, Cape Town, South Africa; Cape Town, South Africa; Doune, Stirling, Scotland, UK; Glasgow, Strathclyde, Scotland, UK; Haghill, Glasgow, Strathclyde, Scotland, UK; Loch Katrine, Stirling, Scotland, UK; Pall Mall, St. James’s, London, England, UK; Ratanga Junction Theme Park, Cape Town, South Africa; Shepperton Studios, Shepperton, Surrey, England, UK(studio); St. Paul’s Cathedral, Ludgate Hill, London, England, UK; Tower Bridge, London, England, UK.               Produção: Rogue Pictures; Intrepid Pictures
Roteiro: Neil Marshall
Distribuidora: Rogue Pictures

Apesar de serem gêneros diferentes, “Doomsday” é melhor que “Max Payne”, é tudo tão absurdo que “Doomsday” acaba sendo mais interessante do ponto de vista diversão, ação, suspense, fotografia e execução. Quando o filme acaba, pelo menos dá uma sensação de divertimento adquirido, diferente de “Max Payne” que quando acaba a sensação é de distração (perda de tempo) e não de diversão (passa tempo)…

Então quando você for a uma sala de cinema e ao chegar na porta você pensa: Ferrou! Está tudo lotado… Ah… Mesmo assim você queria curtir um cineminha, bom então se esse filme estiver em cartaz, assista, mas somente se for sua única opção. O longa é do tipo ação meia boca, daqueles filmes que você quer saber o desfecho (já que começou a assistir) mesmo sendo uma “pequena bomba”.

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Na verdade o título do filme atrai bastante, os atores são bons e a fotografia valoriza o longa em geral. Como eu disse antes, prefiro esse (doomsday) do que “Max Payne” que me irritou o filme todo. Engraçado que “Doomsday” é uma mistura clara de “Mad Max Beyond Thunderdome (1985)” e “Resident Evil: Apocalypse (2004)”, só que ao invés de termos Milla Jovovich (“Chatavich” –  que apesar de sua beleza estonteante, ela é péssima atriz, todos os filmes em que ela participa, suas falas são mínimas, assim como suas roupas), temos Rhona Mitra que é muito mais bonita, e atua muito melhor (também não é uma ótima atriz, mas vai chegar lá com o tempo), pelo menos ela tenta.

Bom, esse filme entrará em cartaz ainda esse ano, na verdade já deveria ter estreado em Novembro, mas já tem anúncio desse longa metragem em uma rede de cinemas, então é só ficar de olho, no entanto sua estréia nos EUA fora em Março de 2008.

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O personagem principal é da atriz  Rhona Mitra [Underworld: Rise of the Lycans (2009), The Number 23 (2007) e Shooter (2007)], Alice, que é uma agente do governo que tem como missão entrar na zona de contenção (local contaminado com um virus mortal, onde todo mundo fora deixado para morrer nos últimos 30 anos) e procurar a cura para o vírus que aparentemente conseguiu ultrapassar a tal zona de contenção.

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Obviamente ela é uma “garota rambo” e os rapazes vão adorá-la, pois realmente ela é muito bonita, além de estar em plena forma.

O filme tem uma ação eletrizante, com violência declarada, provavelmente a versão “Unrated” que tem em torrent não será a que estará em cartaz nos cinemas, como eu disse antes, é no mínimo divertido!

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No site oficial o visitante poderá se divertir com um jogo de tiro em 3D chamado “Doomsday – Marauder Massacre Game”, em que se deve utilizar o mouse para aniquilar o maior número de zumbis possíveis.

bom filme!

roberta vieira

http://www.doomsdayiscoming.com/

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Confira o trailer abaixo

Doomsday – 2008 (Juízo Final)

Max Payne – 2008

Mais Um Fiasco de Wahlberg…

Layout 1 (Page 1) Direção: John Moore
Com: Mark Wahlberg, Mila Kunis, Beau Bridges, Ludacris, Donal Logue, Chris O’Donnell, Nelly Furtado.
Local de Filmagem: Bay Station – 64 Bloor Street West, Toronto, Ontario, Canada (subway); Hamilton, Ontario, Canada; Loblaws Warehouse, Toronto, Ontario, Canada; Toronto Film Studios, Toronto, Ontario, Canada (studio); Toronto, Ontario, Canada; Union Station, Toronto, Ontario, Canada e Yorkville, Toronto, Ontario, Canada.
Produção: Scott Faye, Julie Yorn
Roteiro: Shawn Ryan, Sam Lake, Beau Thorne
Fotografia: Jonathan Sela
Trilha Sonora : Marco Beltrami
Distribuidora: Fox Film
Estúdio: Abandon Entertainment/ Collision Entertainment/ Dune Entertainment/ Firm Films

Do mesmo diretor de “Flight of the Phoenix (2004)” ou “O Voo da Phoenix“, John Moore e a 20th Century Fox são os responsáveis por levar a história do gameMax Payne” para os cinemas. O jogo, lançado para PC em 2001, vendeu mais de 5 milhões de cópias nos EUA e em 2003 fora lançado a continuação para PC e consoles.

O game foi o primeiro a reproduzir o efeito “bullet time” criado por “Matrix”, o que deve promover a repetição do seu uso nos cinemas depois da trilogia dos irmãos Wachowski.

MAX PAYNE conta a história de um policial que decide agir por conta própria, decidido a encontrar os responsáveis pelo brutal assassinato de sua família. Obcecado por vingança, sua investigação o conduz por uma jornada alucinante, em um submundo sombrio. À medida que se aprofunda no mistério, Max interpretado por Mark Wahlberg [The Brazilian Job (2011), The Happening (2008) e  We Own the Night (2007)], se vê forçado a combater inimigos sobrenaturais e a enfrentar uma traição inimaginável.

Payne persegue seu maior inimigo ao lado de seus inimigos, que são inimigos de seu maior inimigo, confuso? Simples, Payne se junta à chefona da máfia Russa, Mona Sax, interpretada por Mila Kunis [Forgetting Sarah Marshall (2008), “That ’70s Show” como Jackie Burkhart e After Sex (2007)], juntos eles vão vingar a morte da família de Payne e da irmã de Mona, Natasha Sax, interpretada por Olga Kurylenko [Quantum of Solace (2008), Hitman (2007) e Paris, je t’aime (2006)].

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Max Payne vai agradar os fãs (jovens) do game, mas nem tanto os fãs do astro Mark Wahlberg que mais uma vez deixou a desejar bastante. O problema é a escolha do papel e do filme, como por exemplo em “Fim dos Tempos” [The Happening] em que além de seu personagem ser absurdamente ridículo, o filme é uma verdadeira bomba.

Ao contrário disso, Mas Payne não é de todo ruim, é um suspense standard, com muita ação e um enredo mal executado, com um ar noir e com um “Q” de ficção, que no final das contas é creditado às drogas – ponto mal explorado no filme.

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Max ou Mark tem pouquíssimas falas no filme, assim  como em “Fim dos Tempos” (The Happening), Mark só abre a boca para falar bobagens e de resto é só pancadaria, tiroteios, perseguições, alucinações e muito, muito mal humor por parte do personagem. Continuamos fãs de Mark e continuamos a acreditar que o próximo longa vai ser melhor, afinal ele já fez bons trabalhos antes.

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Vale comentar que a história foi mal explorada, particularmente eu não conheço o game, nunca joguei, mas existem outros filmes que foram baseados em games, como por exemplo os dois filmes de “Lara Croft: Tomb Raider (2001)” e “Lara Croft Tomb Raider: The Cradle of Life (2003)”, que são excelentes, básicos mas muito bem executados, ao contrário desse que tinha tudo para ser algo bem melhor do que realmente é. Confira nas salas de cinemas, é no máximo uma distração.

bom filme!

roberta vieira

http://www.maxpaynethemovie.com/

http://www.maxpaynefilme.com.br/

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Confira o trailer abaixo

Max Payne – 2008

 

Max Payne Kung Fu 3.0 – GAME